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Os investidores americanos preocupam-se com a economia dos EUA, que vem se mostrando “imparável” e ainda mais forte do que se previa
Caro leitor,
Neste último pregão antes do Natal - que pode ter a liquidez reduzida por conta das festas - os investidores terão muito com que se ocupar.
Por aqui, teremos a divulgação do IPCA-15 de dezembro, considerado “a prévia da inflação”, que já pode dar ao mercado e aos economistas uma boa noção de qual será a alta de preços oficial de 2022.
Nos Estados Unidos, os investidores ficam de olho no PCE de novembro, o índice de preços de gastos de consumo pessoal, medida de inflação preferida do Federal Reserve, o banco central americano, para balizar a sua política monetária.
Os investidores americanos andam preocupados com o que no Brasil consideraríamos “um problema bom de resolver”. A economia do país simplesmente vem se mostrando “imparável” e ainda mais forte do que se previa.
Ontem, as bolsas de Nova York murcharam diante de um crescimento anualizado de 3,2% do PIB americano no terceiro trimestre, acima das expectativas do mercado.
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O temor dos investidores é que, com essa sinalização de força da economia americana, o período de aperto monetário se prolongue, o que tende a machucar os ativos de risco, como as ações.
Mesmo em terras tupiniquins, não podemos nos descuidar: a inflação é um fenômeno globalizado - até o Japão registrou uma alta de preços de 3,7% em novembro, maior nível em 40 anos - e pode manter os nossos juros, também, elevados por mais tempo.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
O ANO CRIPTO
Muito pior que o bitcoin: confira dez criptomoedas que “viraram pó” e perderam praticamente 100% do valor em 2022. Além de colapsos no setor, o ritmo agressivo de aperto monetário do Federal Reserve também deu um empurrão nos ativos digitais.
ASSEMBLEIA POLÊMICA
Os supersalários da Eletrobras (ELET3): saiba quanto o presidente, vice e conselheiros vão ganhar. Três propostas foram apreciadas em Assembleia e aprovadas por maioria de acionistas. A principal delas diz respeito à remuneração fixa da alta administração da empresa, sem reajuste desde abril de 2015.
FINANCIAMENTO GARANTIDO
Projeto Cerrado: Suzano (SUZB3) conclui contratação de linha de crédito de US$ 600 milhões. O Projeto Cerrado é uma das iniciativas de maior peso para a Suzano nos próximos anos e tem investimento estimado em R$ 19,3 bilhões. Confira os detalhes da operação.
ALERTA DE PROVENTOS
Dividendos e JCP: Cemig (CMIG4) vai pagar R$ 515,5 milhões em proventos, e data de corte é na próxima semana. O pagamento será dividido em duas parcelas iguais, e a primeira cairá na conta dos acionistas até 30 de junho de 2023. Veja como receber.
NOVA ADMINISTRAÇÃO
Em lance único, empresa do dono da Gol (GOLL4) ganha leilão do metrô de BH por R$ 25,7 milhões. O valor mínimo da concessão era de R$ 19,3 milhões; leilão foi realizado com ágio de 33%.
SEXTOU COM O RUY
As lições de 2022: como fazer bons investimentos num cenário com tantas incertezas? Na visão do colunista Ruy Hungria, este ano e suas diversas turbulências servem, ao menos, como lição: é preciso planejar os investimentos para os cenários adversos.
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