O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os mecanismos de transmissão de política monetária estão demorando tanto para fazer efeito que parte do mercado passou a indagar se aquelas engrenagens antigas ainda conseguem girar
Eu sou um sujeito apaixonado por ações, e sei que o Felipe é também.
Foi assim que começamos e, embora obrigados a aprender sobre outras classes de ativos, nenhum novo equívoco é capaz de substituir o pecado original.
Desde cedo, percebemos que a "Narrative Economics" de Bob Shiller se aplica, em sua máxima extensão, às histórias corporativas — cada qual com suas particularidades e personagens demasiadamente humanas.
A despeito de sua influência sistêmica preponderante, a narrativa macroeconômica é, em geral, uma só, e não costuma ter graça.
Quem é o leitor que se surpreende com as agruras de mais um desajuste fiscal no país dos desajustes fiscais?
Ainda assim, devo admitir que toda grande paixão tem seu ponto de capitulação.
Leia Também
Ao me deparar com um Pré acima de 13%, minha vontade é de ignorar as mais obtusas narrativas corporativas e abraçar, com total pragmatismo, as desinterest rates que fazem o capital investido mais do dobrar de tamanho em seis anos.
E isso se quisermos, de fato, carregar até o vencimento. Pois há chances não desprezíveis de a marcação a mercado encurtar esse payback duplo.
Por um lado, entendo a ameaça disciplinadora de Campos Neto, avisando que “já havia corte da Selic precificado na curva de juros, mas as incertezas com a PEC de transição mudaram esse cenário”.
Por outro, o que acontece se adentrarmos uma recessão pesada no 1T23, começando a pegar, inclusive, no mercado de trabalho?
Os juros futuros subiriam ou cairiam?
A rigor, não há razões para disputas internas, já que temos aí um ótimo motivo para comprar Bolsa ou Pré.
Ironicamente, na falta de soluções first best, talvez a melhor resposta para os nossos problemas seja mesmo a má & velha recessão, para matar de vez o repique inflacionário.
Hoje, parte da visão de que os juros ficarão "muito altos por muito tempo" decorre não da persistência inflacionária per se, mas sim de um questionamento latente sobre se os mecanismos de transmissão de política monetária ainda funcionam.
Eles estão demorando tanto para fazer efeito que parte do mercado passou a indagar se aquelas engrenagens antigas ainda conseguem girar.
Essa seria uma outra narrativa macro, totalmente inovadora, mas igualmente desgraçada.
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras