O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ideia do conselho de administração da empresa de hospitais que estreou na B3 em agosto é recomprar até 10% das ações em circulação até 11 de outubro de 2023
Depois de uma queda de 52% desde a abertura de capital, as ações da Kora Saúde (KRSA3) estão baratas, pelo menos na visão da própria companhia.
A empresa de hospitais anunciou um programa de recompra de seus papéis na bolsa. A intenção da Kora é adquirir até 15,6 milhões de ações, o equivalente a pouco mais de 10% do total em circulação. O período para aquisição vai de hoje a 11 de outubro de 2023.
As operações de aquisições serão efetuadas a valor de mercado e intermediadas pela BTG Pactual, Itaú Corretora e XP Investimentos.
No pregão de hoje, as ações da Kora Saúde (KRSA3) eram negociadas em queda de 2,53% por volta das 15h15.
Segundo a companhia, o intuito do programa de recompra é a manutenção em tesouraria, cancelamento e recolocação no mercado com objetivo de maximizar a geração de valor para o acionista por meio de administração eficiente da estrutura de capital.
A Kora encerrou o ano passado com pouco mais de R$ 1 bilhão em reserva de capital.
Leia Também
MUDANÇAS NO IR 2022: baixe o guia gratuito sobre o Imposto de Renda deste ano e evite problemas com a Receita Federal; basta clicar aqui
Existem diversos motivos que levam uma empresa como a Kora Saúde a aprovar um programa de recompras como esse. Entre eles, estão:
A empresa acredita que suas ações estão baratas ou mal avaliadas pelo mercado;
Vale destacar que, por outro lado, a recompra de ações faz com que os papéis percam liquidez na bolsa, uma vez que menos ações são negociadas.
Depois de longa espera para abrir o capital — com interrupção, revisão para baixo da faixa indicativa e ações no piso do intervalo — a Kora Saúde estreou na bolsa de valores em 13 de agosto de 2021 em forte alta de quase 20%.
Com o IPO a empresa controlada pelo fundo HIG Capital levantou R$ 769,9 milhões.
Depois da estreia positiva, contudo, as ações a Kora não conseguiram manter o ritmo e passaram a cair. No acumulado desde a estreia na B3, a desvalorização é de pouco mais de 50%.
Fundada em 2001, a Kora Saúde tem atualmente sete hospitais no Espírito Santo, três no Ceará e dois no Tocantins. A empresa também opera o Hospital São Mateus, em Cuiabá (MT), o Hospital Anchieta, em Brasília, e o Instituto Neurológico de Goiânia, Goiás.
A companhia tem em suas instalações mais de 2 mil leitos e aproximadamente 10 mil colaboradores em 10 cidades diferentes.
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa