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Venda do ativo pode reduzir o potencial de riscos avaliados pelo Cade na fusão entre Aliansce Sonae (ALSO3) e brMalls (BRML3)
A Aliansce Sonae (ALSO3) já é uma gigante do setor de shopping centers. A fusão com a brMalls (BRML3) a tornará ainda maior. Mas ainda restam alguns passos para a conclusão do negócio. E um deles acaba de ser dado.
A Aliansce Sonae anunciou a venda total de sua participação no Uberlândia Shopping, no Triângulo Mineiro, por R$ 195 milhões.
Não há informações disponíveis sobre o comprador.
O valor corresponde a um cap rate de 8,2%.
Cap rate é o indicador por meio do qual é calculada a média de retorno de capital investido em um imóvel.
O número baseia-se na receita operacional líquida da Aliansce (ALSO3) projetada para 2022.
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A Aliansce Sonae já havia sinalizado que o Uberlândia Shopping estava na lista de possíveis desinvestimentos, já que era avaliado como um ativo de menor qualidade quando comparado a outros empreendimentos do portfólio da Aliansce.
Alguns analistas também apontavam a necessidade de venda do Uberlândia Shopping para a conclusão da desejada fusão entre a Aliansce e a brMalls, mas eu te conto sobre isso um pouco mais adiante.
Para efeitos de comparação, a receita de aluguel do shopping era de R$38 por metro quadrado por mês no primeiro trimestre deste ano. Os demais shoppings da carteira obtinham R$ 88 por metro quadrado por mês no mesmo período.
Em relatório, o banco JP Morgan vê o negócio como positivo e espera uma reação positiva das ações hoje, mas ressalta que o preço por metro quadrado da negociação está entre os mais baixos observados nas últimas transações do setor.
Em março deste ano, a brMalls (BRML3) vendeu 30% de sua participação no Uberlândia Shopping para os sócios atuais, por um total de R$ 307 milhões. Assim, a empresa permaneceu com apenas 21% de participação no empreendimento, além de exercer as funções de administradora e comercializadora.
Os analistas do Bank of America estimam que a operação deve impactar positivamente no balanço da brMalls (BRML3) referente ao segundo trimestre do ano, com divulgação prevista para 11 de agosto.
A equipe do banco acredita que as administradoras de shopping centers devem registrar mais um trimestre de recuperação do aluguel, deixando os descontos da pandemia para trás e caminhando rumo ao repasse total da inflação.
Paralelamente, Aliansce Sonae (ALSO3) e brMalls (BRML3) tentam há meses concluir uma combinação de seus negócios - ainda pendente de aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). No início de junho, os acionistas deram aval à fusão.
A ideia é que o negócio aconteça por meio da incorporação de ações da brMalls.
Vale lembrar que, em conjunto com o fundo canadense CPPIB, a Aliansce já é a maior acionista individual da brMalls, com quase 11% do capital.
No mesmo relatório, a equipe do JP Morgan comenta que venda da participação no Uberlândia Shopping deve ajudar na fusão, reduzindo o potencial de riscos avaliados pelo Cade, uma vez que a brMalls ainda detém 21% de participação no empreendimento de Minas Gerais.
Se tudo der certo, irá nascer um gigante do setor de shoppings na América Latina.
Mas esse final feliz demorou para acontecer.
Ciente de que outras empresas do setor tinham interesse em seus ativos, a brMalls chegou a recusar essa fusão duas vezes antes de seguir em frente.
Para receber o sonhado "sim", a Aliansce Sonae aceitou pagar R$ 1,25 bilhão em dinheiro aos acionistas e mais 326.339.911 em ações.
Além disso, ainda incluiu no acordo cláusulas para aceleração dos planos de stock options — opções que dão direito à compra ações por parte dos funcionários de uma empresa.
Já os executivos da brMalls terão um pacote indenizatório em caso de desligamento involuntário e sem justa causa.
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