🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

PROTEÇÃO E SEGURANÇA

Onde investir em 2022: Como ter dólar e ouro e fazer hedge de verdade para proteger os seus investimentos

A exposição a riscos no mercado financeiro demanda posições que evitem dilapidação do patrimônio financeiro, como em ouro e dólar

Ricardo Gozzi
12 de janeiro de 2022
5:57 - atualizado às 16:00
ão do metro de são paulo escrito onde investir e ao lado Dólar, ouro e proteções
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O amadurecimento do mercado de capitais no Brasil acrescentou ao léxico do investidor pessoa física um termo que até bem pouco tempo atrás era um jargão quase exclusivo de operadores de mesa e grandes investidores: hedge.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O termo até poderia ter sido traduzido como "defesa" ou "proteção", mas vivemos em um país bastante chegado a um estrangeirismo. Diante disso, fazer hedge é cada vez mais compreendido entre os pequenos investidores sem a ajuda de um dicionário.

E se até alguns anos atrás o hedge era usado apenas por profissionais, nos últimos tempos ele deixou de ser uma entidade etérea e passou a ser aplicado na prática por agentes do mercado que nunca chegaram nem ao menos perto de uma mesa de operação.

Diversificação e proteção

Qualquer investidor em busca de ajuda profissional ouvirá de seu planejador financeiro a necessidade de fazer hedge. Ou você acha que é à toa que as recomendações de investimento vêm invariavelmente acompanhadas de orientações sobre diversificação e as devidas proteções?

Afinal, a exposição a riscos no mercado financeiro demanda posições que evitem dilapidação do patrimônio financeiro. Neste sentido, uma máxima levada a ferro e fogo pelo Seu Dinheiro é: “sempre tenha dólar na carteira”, qualquer que seja a cotação da moeda norte-americana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o dólar, apesar de ser a forma de hedge mais comum e preferida dos brasileiros, não é a única. O bom e velho ouro é outro ativo muito interessante para quem busca proteção.

Leia Também

No decorrer desta reportagem, que faz parte da nossa série sobre Onde investir em 2022, vamos explicar para você por que e como fazer hedge e o que esperar do dólar e do ouro neste ano que se inicia.


Esta matéria faz parte de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir em 2022. Embarque na sua estação favorita:


O que esperar para o dólar e o ouro em 2022

Prever a trajetória da taxa de câmbio não é tarefa fácil. Há quem diga ser impossível.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“No início de 2021 a gente falava em dólar a cinco reais no fim do ano, mas isso não se confirmou”, constata Zeller Bernardino, que até recentemente cuidava da mesa de câmbio da Valor Investimentos.

De qualquer modo, em um ano eleitoral, como é o caso de 2022, uma coisa você pode esperar com certeza: volatilidade.

Ano eleitoral e volatilidade para o dólar

Anos eleitorais costumam ser extremamente voláteis nos mercados financeiros, mas principalmente na taxa de câmbio. Um candidato preferido pelo mercado desponta nas pesquisas e o dólar cai. Outro candidato nem tão querido assim pelo mundo das finanças começa a ficar em vantagem e o dólar sobe.

“Se o cenário de instabilidade se mantiver e o Fed der sinais de que reduzirá ainda mais os estímulos, a tendência é de que o dólar suba mais”, prossegue Bernardino.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ouro, por sua vez, escapará imune às mazelas brasileiras no decorrer de 2022 e, na ausência de uma crise internacional em grande escala, deve se manter relativamente estável em relação às cotações atuais.

É importante lembrar que nos primeiros meses da pandemia o ouro flertou com sua máxima histórica.

Depois de ter ido a mais de US$ 2.100 por onça-troy em julho de 2020, os contratos futuros mais líquidos foram cedendo terreno nos meses seguintes e agora orbitam a faixa entre US$ 1.700 e US$ 1.800 por onça-troy. Em bom português, isto significa cerca de R$ 10 mil por míseros 28,3495 gramas de ouro.

Na avaliação de analistas da BMO Capital Markets e da UBS Global Wealth Management e de especialistas consultados pela Reuters, a expectativa é que o ouro se mantenha nessa faixa ao longo de 2022 à medida que a produção do metal se recupera do choque ocorrido com a chegada da pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ouro pode surpreender

Entretanto, há quem veja espaço para uma apreciação considerável do ouro nos próximos meses. E o autor da previsão tem lá seu pedigree.

Byron Wien é vice-presidente da gigante de private equity Blackstone. Ele é conhecido por formular – e divulgar – anualmente uma lista de dez surpresas para o ano nos mercados financeiros.

Ex-estrategista-chefe de investimentos do Morgan Stanley nos EUA, Wien está na Blackstone desde 2009, mas faz sua lista há 37 anos. E com um grau considerável de acerto.

Um dos dez eventos surpreendentes esperados por Wien para este ano é uma alta de 20% no preço do ouro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Apesar do forte crescimento nos Estados Unidos, os investidores buscam a segurança percebida e a proteção contra a inflação do ouro em meio à alta dos preços e da volatilidade. O ouro recupera seu título de paraíso para os bilionários recém-formados, mesmo com as criptomoedas continuando a ganhar participação no mercado.”

Byron Wien, vice-presidente da Blackstone

Caso a projeção se confirme, é provável que o ouro atinja novos recordes em 2022.

Como investir em dólar

Investimentos em dólar e ouro são vistos como posições estruturais que todo investidor, não só o brasileiro, deve ter na carteira. Mas você conhece as opções disponíveis para isso? 

Atualmente, existem algumas alternativas de investimento em dólar que incluem fundos de índice (ETF, na sigla em inglês), fundos cambiais, recibos de ações (BDR), contratos futuros, mercado de opções, além da boa e velha compra direta da moeda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alexandre Netto, head de câmbio e derivativos da Acqua-Vero, lembra ainda que é possível ter uma conta em dólar no exterior como uma alternativa de investimentos em dólar.

É bom ressaltar que o investimento em dólar provavelmente não vai deixar você milionário. Por ser a moeda mais forte do mundo e por ter historicamente uma correlação diametralmente oposta à dos ativos de risco brasileiros, como bolsa e juros. É por isso que é indicado como uma proteção ou um amortecedor para o portfólio.

“A taxa de câmbio sinaliza a oferta de dólar na economia. Quando entra dólar no país, cai. Quando sai, sobe. E a bolsa tem uma correlação oposta à da bolsa. Em momentos de volatilidade, ele contrabalança”, explica Zeller Bernardino, que até recentemente cuidava da mesa de câmbio da Valor Investimentos.

Dois fundos cambiais para investir

Para Bruno Mérola, analista da Empiricus responsável por fundos de investimento, a melhor maneira de investir em dólar ou ouro é via fundos de investimento indexados, ou seja, que têm o objetivo de acompanhar as flutuações desses ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“E, quando falamos de fundos indexados, uma condição necessária é que sejam baratos, custando quase nada”, afirma Mérola.

Desde 2020, os únicos fundos que a Empiricus recomenda para o investidor se expor nesta classe têm taxas muito baixas, como Vitreo Dólar, que cobra 0,05% ao ano, e BTG Pactual Digital Dólar, com 0,10%.

Dólar também protege contra a inflação

Rafael Panonko, analista-chefe da Toro Investimentos, chama atenção para o fato de que o dólar é uma proteção não só para crise como também para a inflação. “Nos últimos 15, 20 anos os investimentos em dólar proporcionaram rendimento acima da média”, diz.

Outra maneira de se expor em dólar — nesse caso assumindo mais riscos — é via ETFs (fundos de índice) de ações norte-americanas. Panonko destaca o IVVB11, ETF negociado na B3 que replica, em reais, a performance do S&P 500, o índice norte-americano que reúne as 500 maiores companhias de capital aberto dos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O IVVB11 negocia aqui em reais apesar de ser um instrumento em empresas norte-americanas que lucram em dólar. Se o dólar se valoriza frente ao real, o ETF também se valoriza.”, afirma o analista da Toro.

Vale lembrar, porém, que no caso do IVVB11 o investidor está exposto só ao risco cambial como também ao do índice S&P 500. Ou seja, não se trata de um ativo com finalidade específica de hedge.

Como investir em ouro

Se o dólar é o “seguro” para ativos de risco brasileiros, o ouro costuma desempenhar o mesmo papel para ativos de risco globais.

Mas não é por se tratar de um chamado “porto seguro” que se deve agir de maneira descuidada. Assim como no caso do dólar, a Empiricus recomenda fundos com taxas de administração mais baixas para quem deseja ter uma parcela da carteira exposta ao ouro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o caso do BTG Pactual Ouro (sem exposição cambial, ouro puro), com taxa de 0,13%; o Vitreo Ouro (com exposição cambial + ouro), com taxa de 0,14%; e o BTG Pactual Ouro USD (com exposição cambial + ouro), com taxa  de 0,13%.

Mérola diz que o ouro costuma ser a proteção contra aquilo que não sabemos que pode acontecer.

“Em condições normais de temperatura e pressão, o rendimento do ouro costuma ser bem baixinho e é nas grandes crises que ele tende a se valorizar como reserva de valor, algo físico que os investidores acreditam que, se tudo der errado, continuará tendo algum valor intrínseco”, diz.

Outra dinâmica para o metal, de acordo com o analista da Empiricus, é o nível de taxas de juros reais (juros menos inflação).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Geralmente, quanto menores são as expectativas de juros reais, mais o ouro deve se valorizar, porque o custo de oportunidade de carregá-lo na carteira diminui. Períodos de juros muito baixos e/ou inflação muito alta costumam ser bons para ouro.”

ETFs também são boas alternativas em ouro

Assim como no caso da moeda norte-americana, os ETFs são alternativas para se ter o metal precioso na carteira, junto com fundos de investimento e empresas ou contratos futuros.

“O ETF é a maneira mais fácil de investir em ouro, já que o fundo se valoriza diante da alta do ouro. Já os fundos de investimento contam com outros metais preciosos no mix. Eles são diferentes do ETF, que tem uma gestão passiva”, explica Panonko, da Toro Investimentos.

Ele cita o Trend ETF LBMA Ouro (GOLD11), que é o primeiro ETF de ouro criado no Brasil. Os investimentos em lotes são feitos a partir de 50.000 cotas no mercado primário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ativo, gerido pela XP Asset Management, é um ETF que busca replicar a performance do preço do ouro, em dólar, por meio do Fundo de Índice iShares Gold Trust, gerido pela Blackrock, a maior gestora de recursos do mundo.

“Temos também o BIAU39, que é um BDR de ETF que segue o iShares COMEX Gold Trust e tem o banco B3 como instituição depositária”, diz Panonko.

Segundo ele, outra forma de investimento em ouro é via empresas. Ele cita a Aura (AURA33), que tem BDRs no Brasil. O BTG Pactual possui recomendação de compra para a companhia.

“O ouro é investimento para momentos de crise, de risco. Em prazos maiores, não oferece tenta atratividade, até por ser metal. Um quilo de ouro hoje continua sendo um quilo amanhã, você tem só oscilação de preços. Diferente de empresa, que tem dividendo, que se valoriza”, acrescenta Panonko.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O analista da Toro não aconselha investimento em ouro via contratos futuros. “A liquidez é pequena e é um mercado que não é fácil para o investidor mais leigo”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar