🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

CHAMA O BOMBEIRO!

Onde há fumaça, há fogo: por que o BC suíço pode queimar bilhões em ações — e derrubar ainda mais as big techs?

As gigantes da tecnologia já vêm apanhando desde que as economias reabriram após o auge da pandemia de covid-19 — e, agora, têm um outro desafio pela frente; saiba qual

Tela de celular com aplicativos de Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google
FAANG: as gigantes de tecnologia do mercado americano - Imagem: Shutterstock

Se onde há fumaça, há fogo… é melhor os bombeiros ficarem em alerta: o banco central da Suíça pode estar perto de queimar bilhões em ações das big techs, as grandes empresas de tecnologia dos EUA — e derrubar ainda mais o preço desses ativos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde que a autoridade monetária suíça elevou os juros pela primeira vez em 15 anos na semana passada, investidores e analistas entraram em estado de atenção. 

Na ocasião, o Banco Nacional Suíço (SNB) aumentou a taxa básica para -0,25%, do nível de -0,75% em vigor desde 2015. 

Por si só, o movimento já chamaria atenção — as taxas seguem no campo negativo, mas, ainda assim, o movimento surpreendeu o mercado. Dito isso, uma frase do BC suíço tem tirado o sono de muitos investidores ao redor do mundo. 

“Para garantir condições monetárias adequadas, o SNB também está disposto a ser ativo no mercado de câmbio, conforme necessário”, diz um trecho do comunicado com a decisão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não bastasse isso, o presidente do banco central suíço, Thomas Jordan, colocou mais lenha na fogueira.

Leia Também

Na ocasião, Jordan alertou que a autoridade monetária está “preparada para tomar as medidas necessárias em todas as situações” para garantir a estabilidade cambial. 

Mas o que acontece com o franco suíço?

A primeira coisa que se deve ter em mente é que o franco suíço é considerado um ativo seguro em momentos de crise, e a sua valorização ajuda a Suíça — que importa muito combustível e alimentos — a mitigar os efeitos da inflação. 

No entanto, bancos centrais como o Federal Reserve (Fed) e o Banco Central Europeu (BCE) colocaram em curso apertos monetários para conter a escalada de preços que afeta o mundo todo neste momento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado: o franco suíço começou a se desvalorizar em relação às moedas de países que estão conduzindo uma política monetária mais dura, a exemplo do dólar e do euro. 

Com uma moeda enfraquecida, o BC da Suíça tem mais dificuldades de conter os efeitos da inflação no mercado interno. Por isso, elevou a taxa de juros e sinalizou que fará o necessário para garantir a estabilidade cambial. 

Fonte: Banco Central da Suíça

Onde as big techs entram nessa?

Muitos especialistas acreditam que a linguagem usada por Jordan — de adotar as medidas necessárias para restaurar a força do franco — deixa a porta aberta para a Suíça liquidar algumas ou todas as posições em ações de tecnologia dos EUA.

O raciocínio é o seguinte: o banco central suíço pode despejar as ações de tecnologia dos EUA, aumentar seu caixa em dólar e, com isso, comprar francos suíços para manter a moeda local mais forte. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, as reservas estrangeiras do SNB estão em cerca de US$ 1 trilhão. De acordo com dados da Bloomberg, as principais posições de ações do BC suíço são dominadas por ações de tecnologia dos EUA.

Confira as dez principais participações do SNB no final do primeiro trimestre de 2022:

EmpresaQuantidade  de açõesValor de mercado (US$ bi)
Apple71 milhões9,62
Microsoft 30,8 milhões7,78
Amazon39 milhões4,26
Alphabet  (classe A)1,3 milhão2,86
Alphabet  (classe B)1,2 milhão2,73
Telsa3,7 milhões2,58
Johnson  & Johnson11 milhões1,94
UnitedHealth4 milhões1,89
NVIDIA11 milhões1,79
Exxon  Mobil18 milhões 1,74
Fonte: Bloomberg

As big techs estão apanhando demais

O grande problema, caso o BC suíço resolva despejar bilhões em ações das big techs no mercado, é que essas gigantes já vem apanhando há algum tempo e a situação tende a piorar. 

O auge da pandemia de covid-19, em 2020, provocou o fechamento das economias, forçando as pessoas a ficarem em casa. Essa situação favoreceu muito as empresas de tecnologia — e, por consequência, as ações do setor. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com as vacinas, os países foram permitindo a reabertura do comércio, as empresas retomaram as atividades assim como as escolas e, ainda com alguns cuidados, a vida foi voltando ao normal. 

As ações das big techs começaram a sentir o golpe da transição dos investidores para papéis de empresas da economia tradicional, como as ligadas às commodities. 

O segundo golpe veio quando esse mesmo cenário provocou a disparada de preços ao redor do mundo, forçando os bancos centrais a retirarem medidas acomodatícias em vigor na pandemia e elevarem as taxas de juros, para segurar a inflação.

As ações de tecnologia são particularmente vulneráveis às taxas de juros mais altas, pois pesam no valor atual dos lucros futuros das empresas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não à toa, na semana passada, os papéis de Apple e Microsoft caíram para o menor nível em cerca de um ano. A fabricante de chips Nvidia perdeu mais da metade do valor em relação ao pico do ano passado.

Já o índice S&P 500 ficou mais de 20% abaixo do pico de janeiro, entrando no chamado bear market. E o Nasdaq 100 recuou 32% em relação à máxima alcançada no ano passado.

Todas essas perdas ocorreram quando os EUA divulgaram a maior taxa de inflação em 40 anos — o que forçou o banco central norte-americano a elevar os juros em 0,75 ponto porcentual, a maior alta desde 1994. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar