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De Nubank ‘fazendo as malas’ ao Ethereum entrando em nova era; veja o que mais bombou nas nossas redes sociais
Na noite da última quinta-feira (15), o Nubank surpreendeu o mercado após anunciar que deixará de ser negociado na B3. A fintech, que manteve um pé na na B3 e outro na NYSE desde o IPO, afirma que a mudança possibilitará a redução das cargas de trabalho duplicadas desnecessárias em requisitos regulatórios.
Mas o banco digital terá apenas um programa de nível 1, que não requer o registro na Comissão de Valores Mobiliários. Em uma publicação com centenas de curtidas na nossa página do Instagram, nós explicamos os detalhes por trás do processo e revelamos quais são as 3 opções que o investidor terá, veja abaixo.
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Nesta semana, um dos acontecimentos mais importantes da história do Ethereum finalmente aconteceu: a atualização The Merge foi concluída. Trata-se de uma transição por meio da qual o sistema de validação da blockchain do ethereum passa do proof-of-work (PoW, a prova de trabalho) para proof-of-stake (PoS, a prova de participação).
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Em outra publicação que bombou por lá nós contamos os detalhes sobre a ‘nova era’ da criptomoeda e revelamos o que os analistas esperam que aconteça com as cotações da moeda digital no longo prazo após a atualização. Veja abaixo e não esqueça de nos seguir (basta clicar aqui e você receberá de graça esses conteúdos em tempo real).
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Apesar de o mercado de cripto ter esperado tanto pela Merge, ela não foi capaz de segurar o sangramento da criptomoeda, que despencou quase 6% nesta por volta das 15h desta sexta (16). Em 7 dias, a moeda digital já cai mais 16%. Na publicação a seguir nós revelamos os motivo por trás disso, confira para descobrir.
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Apesar de a maior parte do mercado ainda apostar que o ciclo de alta da Selic chegará ao fim na próxima reunião do Copom, na semana que vem, não há como negar: o presidente do BC, Roberto Campos Neto, andou estragando a festa que vinha sendo preparada nas últimas semanas.
A ata do encontro do Copom de agosto, aliada à leitura de deflação no mês passado, deixou os investidores e analistas confiantes de que a taxa básica de juros brasileira iria estabilizar em 13,75% ao ano; alguns até sonhavam com a possibilidade de corte na Selic já no início de 2023.
Isso até Campos Neto e o diretor de política monetária do BC, Bruno Serra Fernandes, colocarem água no chope da Faria Lima.
No último dia 5, o presidente do Banco Central voltou a abrir a porta para a possibilidade de um ajuste residual nos juros, de 0,25 ponto percentual (pp), ao afirmar que o ambiente segue sendo de grande incerteza. Em nossa página do Instagram (clique aqui para nos seguir por lá), nós publicamos um trecho da fala do Campos Neto, veja:
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A análise completa está disponível na matéria de Jasmine Olga, basta clicar aqui para ler.
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