Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Flavia Alemi

Flavia Alemi

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.

Especial SD

Guerra na Ucrânia fecha a janela para os IPOs na bolsa brasileira. Será um ano perdido para o mercado?

Tensões no leste europeu elevam projeções de inflação e juros, tornando o ambiente impróprio para aberturas de capital na bolsa (IPOs).

Flavia Alemi
Flavia Alemi
16 de março de 2022
6:10 - atualizado às 18:22
3Tentos TTEN3 IPOs
A 3Tentos, distribuidora de insumos agrícolas, foi uma das empresas que fez seu IPO em 2021.Imagem: Cauê Diniz/Imprensa B3

As ofertas iniciais de ações na bolsa (IPO, na sigla em inglês) vivem das chamadas janelas de oportunidade. Devido à alta de juros e à disparada da inflação no radar, já havia uma expectativa mais tímida para esse mercado neste ano. Mas se ainda havia uma fresta nessa janela, ela agora deve se fechar por completo com a guerra entre Rússia e Ucrânia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com menos interessados em ações, muitas empresas desistiram de se listar na B3. De janeiro para cá, simplesmente nenhuma companhia abriu capital e outras 15 abandonaram os planos.

As tensões estão tão elevadas, que o que se esperava que fosse o principal gerador de incerteza no Brasil em 2022 — as eleições presidenciais — foi para o final da fila de preocupações. Então será que teremos um ano perdido para o mercado de capitais brasileiro?

A fim de tentar entender como fica o cenário para IPOs no Brasil neste ano, conversei com fontes tanto da ponta vendedora quanto da ponta compradora do mercado de ações. Um sinal de que o mar não está para o peixe dos IPOs é que nenhum dos bancos de investimento procurados quis participar da reportagem. 

Mas antes de irmos para o cenário atual e contar as perspectivas para os IPOs, quero repassar o que vinha acontecendo na nossa economia e o que fez a janela se fechar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um olhar no retrovisor

A taxa básica de juros, a Selic, estava em trajetória de queda desde outubro de 2016, quando o Banco Central fez um corte de 0,25 ponto porcentual, para 14% ao ano. Até então, o BC afirmava que o cenário para a inflação se mostrava mais favorável do que o esperado (saudades).

Leia Também

A Selic manteve a tendência de queda até maio de 2018, quando estacionou em 6,5%. Assim, os juros só voltaram a cair em setembro de 2019 e atingiram o menor patamar da história, de 2%, em 2020. Os juros tão baixos tinham a intenção de aquecer a economia enquanto o Brasil sofria as primeiras consequências da pandemia.

Mas o que tem a ver a Selic com IPO? Bem, com os juros em patamares tão reduzidos, os investidores passaram a buscar alternativas na bolsa para fazer o dinheiro render. Prova disso é que a B3 terminou 2021 com a marca histórica de 4,2 milhões de pessoas investindo na bolsa, sendo que 41% desse total entrou apenas no ano passado.

Nesse meio tempo, com o mercado de capitais pujante, empresas que precisavam captar recursos olharam para a bolsa com bons olhos: só no ano passado, 46 companhias estrearam na B3. O número ficou atrás apenas de 2007, quando 64 empresas realizaram seu IPO na bolsa brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Faltou ar

No entanto, uma desaceleração dos IPOs no segundo semestre de 2021 sinalizou que algo estava mudando no ambiente macroeconômico. E isso começou em março passado, quando o BC subiu os juros para 2,75%, dizendo que era um “processo de normalização parcial”.

Um ano depois, chegamos a esta Super Quarta com uma inflação disseminada de 10,54% em 12 meses (no caso do IPCA) ao mesmo tempo que o mercado estima a Selic a 12,75% no final de 2022.

Assim, com a renda fixa pagando dois dígitos, a relação risco-retorno tende a desfavorecer os investimentos em bolsa e a troca de um pelo outro já é observada nos fundos de investimento. 

De acordo com dados da Anbima, os fundos multimercados e de ações — principais compradores dos papéis das novatas que estrearam na B3 nos últimos anos — completaram seis meses de resgates líquidos em fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao mesmo tempo, os fundos de renda fixa, que não investem em ações, estão com captação positiva. Nos primeiros dois meses de 2022, essa classe de fundos soma R$ 64 bilhões em captação líquida, enquanto os de ações e multimercados observam retiradas de R$ 21 bilhões e R$ 38 bilhões, respectivamente.

E todo esse movimento aconteceu sem que soubéssemos que uma guerra — no sentido mais literal da palavra — estava por vir.

Guerra adicionou instabilidade

“O elemento guerra traz enorme instabilidade, ao passo que não se sabe até onde ela vai”, afirma Roberto Quiroga, sócio diretor do escritório de advocacia Mattos Filho, um dos principais escritórios que prestam assessoria a empresas em IPOs no Brasil.

“O que já se prevê é um aumento maior da inflação do que o antecipado, e, por consequência, maior aumento de juros. O reflexo para as empresas é a dificuldade de captação de recursos.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Roberto Quiroga, sócio diretor do Mattos Filho

No entanto, Quiroga afirma que, no estágio atual da guerra, o impacto sobre a captação de recursos ainda não chegou. “Nesse momento, temos uma visão de estabilidade. Se a guerra tiver uma solução rápida, a situação melhora substancialmente. Se não tiver, o panorama vai piorar no decorrer do ano”, analisou.

Quem pode fazer IPO?

Para Alan Riddell, sócio da empresa de auditoria e consultoria KPMG, apesar de o cenário difícil, o mercado de capitais deve continuar aberto para companhias que tenham bons modelos de negócio.

Ele se refere especificamente às empresas ligadas a tecnologia, conectadas com o mundo ESG (sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança), bem como o setor de infraestrutura, que, por ter uma visão de prazo mais longo, consegue aguentar ciclos econômicos.

“O mercado está aguardando para entender os riscos para poder precificá-los e avançar. Tem muita empresa de valor que vai poder sim fazer IPO”, diz Riddell.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No final do ano passado, o Seu Dinheiro publicou uma entrevista com o global head do Itaú BBA, Roderick Greenlees, que previa um número de IPOs em torno de 10 a 20 transações em 2022. Mas essa previsão era de quando não havia uma guerra acontecendo.

Na ponta compradora, Luis Felipe Amaral, sócio-fundador da gestora de fundos Equitas Investimentos, avalia que o setor agro igualmente teria forças para seguir com possíveis ofertas públicas iniciais. “Ele está menos correlacionado a esse ciclo de taxa de juros local e se beneficia do aumento das commodities.”

Não estamos vendo, no entanto, empresas do agro na fila para IPO, como mostra a tabela abaixo, feita com base nos dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM):

IPOs EM ANÁLISE


EMISSORAENTRADA
ALPHAVILLE S.A.14/08/2020
INVEST TECH PARTICIPAÇÕES E INVESTIMENTOS S.A.17/05/2021
CSN CIMENTOS S.A.17/05/2021
TROCAFONE S.A.02/06/2021
VIX LOGÍSTICA S.A.27/07/2021
ALTHAIA S.A. INDÚSTRIA FARMACÊUTICA30/07/2021
BMRV PARTICIPAÇÕES S.A.01/09/2021
JFL HOLDING S.A.02/09/2021
DATORA PARTICIPAÇÕES E SERVIÇOS S/A03/09/2021
CAPTALYS COMPANHIA DE CRÉDITO10/09/2021
INTERPLAYERS SOLUÇÕES INTEGRADAS SA17/09/2021
SBPAR PARTICIPAÇÕES S.A.18/10/2021
CIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO09/12/2021
TECIDOS E ARMARINHOS MIGUEL BARTOLOMEU S.A.10/12/2021
SELF IT ACADEMIAS HOLDING S.A.13/12/2021
SENIOR SISTEMAS S.A.01/02/2022
QESTRA TECNOLOGIA ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES02/03/2022
Fonte: CVM - Consulta realizada em 15/03/2022 às 14:43

Poder não é querer

Ainda que os entrevistados julguem que algumas empresas podem sim se capitalizar por meio da bolsa, isso não significa que elas o farão. Por isso, quem puder adiar o IPO, vai adiar, segundo Quiroga. “Não vão se arriscar a entrar num mercado muito tumultuado”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Amaral, da Equitas, avalia que enquanto não tivermos um ambiente de queda de inflação, será difícil ver novamente a exuberância das aberturas de capital da primeira metade de 2021. No ano passado, a Equitas colocou na carteira algumas das empresas que fizeram IPOs, como Matter Dei, 3Tentos e Eletromídia.

Neste ano, até meados de março, nenhuma empresa abriu capital na B3 e, ao mesmo tempo, 15 que estavam na fila desistiram, como a rede de restaurantes Madero e as academias Blue Fit. Confira a lista de desistentes até o momento:

IPOs INDEFERIDOS/DESISTÊNCIAS


FEVEREIRO/2022

EMPRESADATAMOTIVO
CERRADINHO BIOENERGIA S.A. 03/02Desistência

JANEIRO/2022

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
EMPRESADATAMOTIVO
MONTE RODOVIAS S.A.06/01Desistência
AMMO VAREJO S.A.06/01Desistência
BLUEFIT ACAD DE GINÁSTICA E PART S.A.27/01Indeferida
MADERO INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.24/01Desistência
DORI ALIMENTOS S.A.06/01Desistência
ENVIRONMENTAL ESG PART S.A.06/01Desistência
VERO S.A.10/01Desistência
ISH TECH S.A.24/01Desistência
COTY BRASIL COMÉRCIO S.A.17/01Desistência
CLARANET TECHNOLOGY S.A.13/01Desistência
FULWOOD S.A.18/01Desistência
CENCOSUD BRASIL COMERCIAL S.A.14/01Desistência
HOLDING VERZANI & SANDRINI S.A.28/01Desistência
CANTU STORE S.A.18/01Desistência
Fonte: CVM - Consulta realizada em 15/03/2022 às 14:46

Janela de oportunidade para IPOs

Diante de tanta incerteza e um cenário macro nada favorável, a janela de oportunidades para os IPOs pode eventualmente se abrir em 2022? Para os especialistas, a resposta é “sim”, e essa abertura pode acontecer em breve.

A principal janela de oportunidade para os IPOs em 2022 pode ser agora no segundo trimestre do ano, segundo o sócio da KPMG. Mas a partir de julho, dois fatores devem dificultar as ofertas de ações: o verão no hemisfério norte, que reduz consideravelmente  o volume de negócios nas bolsas, e as eleições no Brasil.

“Pode ser que abra uma outra janela nos últimos dois meses do ano, quando tivermos os resultados das eleições”, disse Riddell. No entanto, ele ressalta que caso haja uma reviravolta rápida na Ucrânia, o mercado pode voltar com força. “Mas não é o cenário base que a gente trabalha hoje”, explicou.

De acordo com Riddell, a Eurasia Group, que faz análises políticas para a KPMG, vê como cenário futuro mais provável para o conflito na Ucrânia que a Rússia derrube o governo de Volodymyr Zelensky e assuma o poder. E, nesse sentido, desencadearia uma longa guerra civil no país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Talvez haja uma solução rápida, mas o cenário base é de uma solução longa e traumática”, disse Riddell. 

E para o investidor?

O investimento em IPOs não costuma se revelar muito vantajoso para o investidor. A maioria das ações das novatas acaba registrando queda em relação ao preço da estreia, e não tem sido diferente com a safra mais recente da B3 nesse sentido.

Em outras palavras, investir na ação de uma empresa no IPO é mais arriscado do que em companhias que já estão listadas no mercado. Por outro lado, em um cenário em que o capital está mais caro e escasso, boas oportunidades podem surgir. Isso, claro, quando e se a janela para as ofertas voltar a se abrir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

FOCO EM RENDA EXTRA

Não é Auren (AURE3) nem Engie (EGIE3): a elétrica favorita do Santander pode pagar dividendos de até 24%

3 de abril de 2026 - 11:04

Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas

ONDE INVESTIR

Onde investir em abril? Os ativos para se proteger do risco geopolítico e ainda ganhar dinheiro; Petrobras (PETR4) se destaca com dividendos no radar

3 de abril de 2026 - 7:01

Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas

MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia