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Educação, saúde e resseguros: as ações que mais se desvalorizaram na bolsa nos últimos dias formam trio homogêneo
O Ibovespa acumulou alta de 2,46% na semana, um movimento impulsionado principalmente pelas ações de tecnologia. Entretanto, houve quem andasse bem na contramão da recuperação observada nos últimos dias.
Foram elas uma empresa do setor de educação, uma da área de saúde e uma resseguradora.
Estamos falando de:
Vamos começar de trás pra frente. As ações do IRB Brasil (IRBR3) tiveram o terceiro pior desempenho no acumulado da semana.
Até a quinta-feira, IRBR3 acumulava uma discreta alta na semana. Tudo mudou ontem, quando o IRB reportou prejuízo de R$ 273,1 milhões em maio.
No acumulado dos primeiros cinco meses de 2022, o IRB registrou prejuízo de 285,3 milhões, ante lucro líquido de R$ 9,4 milhões entre janeiro e maio de 2021.
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IRBR3 liderou as quedas no Ibovespa na sexta-feira (-8,26%), encerrando a semana em queda de 5,66%. No acumulado do ano, a ação do IRB recua 50,25%.
Depois de entrar em julho com o pé direito diante da repercussão da notícia da fusão com o Hermes Pardini, as ações do Fleury terminaram a última semana com o segundo pior desempenho no Ibovespa.
O setor de saúde como um todo teve um início da semana ruim na bolsa. As ações das empresas foram impactadas pela aprovação do projeto de lei que estabelece em R$ 4.750 o piso salarial dos enfermeiros.
No acumulado da semana FLRY3 caiu 6,61% na semana, anulando a leve alta acumulada até ontem em julho.
Cogna (COGN3) liderou o pódio invertido do Ibovespa na semana. A ação caiu 8,26% no período.
A pior notícia para a Cogna na semana foi o rebaixamento da recomendação do Goldman Sachs para COGN3.
O papel saiu de neutro para venda e preço alvo de R$ 2,20. No fechamento de ontem, COGN3 chegou a R$ 2,22.
Para piorar, o Goldman Sachs cortou a recomendação para a Vasta, subsidiária da Cogna, de compra para neutra.
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