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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais começaram o dia sem direção definida nesta sexta-feira (21), mas durante a tarde, Wall Street engatou alta firme. No exterior, os investidores aguardam a divulgação de balanços do terceiro trimestre das empresas nos EUA e ainda digerem a renúncia da premiê do Reino Unido Liz Truss. No cenário doméstico, o Ibovespa acompanha o exterior e repercute pesquisa eleitoral que mostra Bolsonaro à frente de Lula.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O Ibovespa retomou o patamar dos 120 mil pontos por volta das 16h15, com alta de 2,48%, aos 120.076 pontos.
Todos os principais índices de NY avançam mais de 2%. O mercado acompanha fala do presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, que disse prever desaceleração “significativa” da inflação em 2023 e juros pouco acima de 4,5% no início do ano que vem.
Por volta das 16h, o dólar à vista renovou a mínima do dia, a R$ 5,1599, queda de 1,10%.
No mesmo horário, o Ibovespa avançava mais de 2%, a 119.600 pontos, acompanhando os principais índices de NY.
O Ibovespa vem renovando máximas na tarde desta sexta com uma conjunção de fatores positivos, externos e internos, que já fazem o índice beirar os 120 mil pontos.
Por volta das 15h20, o indicador bateu os 119.730 pontos na máxima, em alta de 2,18%.
O índice reflete o otimismo nas bolsas americanas, que agora esperam um aperto monetário menos duro por parte do Federal Reserve, e também repercute a alta do petróleo no exterior, que impulsiona as petroleiras.
Já em relação ao cenário doméstico, as estatais operam em forte alta em reação à pesquisa da modalmais que mostrou o presidente Jair Bolsonaro na frente na disputa do segundo turno.
Com isso, as ações da Petrobras se destacam entre as maiores altas do dia, com avanço de mais de 4%.
As ações da marca de luxo Le Lis Blanc (LLIS3) disparam 32% no pregão desta sexta-feira (21), cotada a R$ 1,85.
Negociada fora do Ibovespa, os papéis da empresa reage positivamente à notícia de aumento de capital, divulgada ontem pela controladora da marca, Restoque.
O conselho de administração da companhia deve se reunir em 27 de outubro para homologar o aumento do capital na ordem de R$ 1,63 bilhão.
Com informações de Broadcast.
Quem achava que o jogo estava acabado para a libra se surpreendeu nas últimas 24 horas, quando a moeda britânica conseguiu se valorizar ante o dólar — e isso mesmo em meio ao caos político que se instalou no Reino Unido com a renúncia da primeira-ministra Liz Truss.
No final do mês passado, a libra chegou a renovar mínimas históricas ante o dólar, pressionado pelo plano de corte de impostos de Truss — o pacote despertou temores de que o governo britânico precisaria se endividar ainda mais para bancar o alívio fiscal para a população.
Resultado: uma correria entre os investidores, em fuga da libra, que fez os juros projetados pelos Gilts, como são conhecidos os títulos do governo do Reino Unido, dispararem e ficarem acima dos de países como Grécia e Itália — em um sinal de aumento da percepção de risco na terra do rei Charles III.
Ibovespa alcança a marca dos 119 mil pontos, em forte alta, com impulso de Wall Street e salto do petróleo.
A bolsa brasileira sobe 1,64%, aos 119.092 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista cai 0,73%, a R$ 5,1770
A leve alta na curva de juros futuro penaliza as ações da MRV (MRVE3) nesta sexta-feira. Isso porque o setor de construção é mais sensível aos juros.
Os papéis da construtora caem 6,23%, negociados a R$ 9,21.
Ao longo da semana, as ações MRVE3 acumulam queda de 10,75%, em reação negativa à prévia operacional da companhia divulgada na última sexta-feira (14).
A prévia apontou uma queda de vendas líquidas de 27,3% em relação ao mesmo período do ano passado, R$ 1,46 bilhão.
A cifra veio abaixo do esperado pela XP e, segundo a corretora, foi afetada por outro fator além da Resia: a diminuição do volume de lançamentos na operação brasileira.
O Valor Geral de Vendas (VGV) dos novos projetos recuou 13,6%, na mesma base de comparação, para R$ 1,8 bilhão.
As ações do Assaí (ASAI3) desbancaram a Petrobras (PETR4) e lideram as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (21). Os papéis da companhia sobem 4,61%, negociados a R$ 18,85.
O mercado reage bem aos resultados da companhia no terceiro trimestre, divulgados na noite anterior.
Entre julho e setembro deste ano, o Assaí reportou receita líquida de R$ 13,8 bilhões, alta de 30% na base anual; o Ebitda ajustado cresceu 20,6%, a R$ 1,011 bilhão, mas a margem Ebitda encolheu 0,5 ponto, a 7,3%. O lucro líquido caiu 47,8% em um ano, para R$ 281 milhões.
Em linhas gerais, os resultados foram bem recebidos pelos analistas de grandes bancos.
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 38,07 | 4,39% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 41,88 | 4,21% |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 12,95 | 4,02% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 18,66 | 3,61% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 20,98 | 2,54% |
E as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 9,57 | -4,59% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 6,48 | -4,00% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 7,23 | -2,43% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,83 | -2,41% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 4,00 | -2,20% |
O Ibovespa segue renovando as máximas do dia, com Wall Street positivo e valorização das commodities.
A corrida presidencial também faz preço nas ações da bolsa. principalmente nas estatais, que sobem após a divulgação da pesquisa Modalmais.
O Ibovespa sobe 1,24%, aos 118.618 pontos.
A dirigente do Federal Reserve (Fed) de São Francisco, Mary Daly, afirmou há pouco que o crescimento dos EUA em 2023 deve ficar abaixo da tendência.
Ainda a defender o aperto monetário mais agressivo, Daly considerou que o Fed deve desacelerar o ritmos de altas “adiante”, para 50 ou 25 pontos-base. “Agora é momento de começar a discutir redução no ritmo de altas de juros”.
Daly ainda disse que o juro deve atingir seu pico na faixa de 4,5% a 5%.
A perspectiva de alta menor que a projetada pelos analistas, impulsionou as bolsas americanas, que sobem na casa de 1%. Confira:
Com a melhora do humor no exterior e com a valorização dos commodities, os juros futuros (DIs) operam em leve alta nesta sexta-feira:
| NOME | ULT | FEC |
| DI Jan/23 | 13,68% | 13,68% |
| DI Jan/24 | 12,86% | 12,87% |
| DI Jan/25 | 11,74% | 11,70% |
| DI Jan/26 | 11,58% | 11,55% |
| DI Jan/27 | 11,57% | 11,55% |
As bolsas europeias encerraram o dia sem uma direção única. Confira:
Os mercados reagiram às falas do presidente francês, Emmanuel Macron, em um encontro sobre energia de líderes da União Europeia.
O bloco econômico está em busca de soluções práticas imediatas para lidar com a crise de energia, vivenciada principalmente por Alemanha e França após o corte no fornecimento de gás natural pela Rússia.
Os líderes concordaram em realizar medidas que imponham um limite ao preço de gás, em caso de grandes elevações nos custos.
A cúpula deve voltar a se reunir nas próximas semanas.
De acordo com o monitoramento do CME Group, as chances de o Federal Reserve (Fed) elevar os juros americanos em 75 pontos-base na próxima reunião reduziram.
A aposta majoritária continua a ser de trajetória de aperto monetário mais “agressivo”.
Para a próxima reunião, em 2 de novembro, 91,4% de chance é de uma alta de 75 pontos-base nos juros. Ontem, a aposta era de 98,5%.
8,6% são as chances de alta em 50 pontos-base, ante a 1,6% das opostas na véspera.
Caso as apostas de elevação em 0,75 ponto percentual se concretizem, os juros nos EUA ficarão na faixa entre 3,75% e 4,00%.
Vale ressaltar que os dirigentes do Fed já projetam que os juros terminem o ano na faixa de 4,00%.
A aversão ao risco do início do dia perdeu a cena e as bolsas internacionais recuperam as perdas da semana hoje.
Ainda que uma nova alta de 75 pontos-base nos juros em novembro esteja no radar, os investidores têm uma visão otimista para as próximas reuniões do Federal Reserve (Fed), após uma notícia divulgada há pouco pelo The Wall Street Journal.
Segundo o jornal, o Fed pode diminuir a amplitude de alta de juros básicos na reunião de dezembro, com elevação menor que 75 pontos-base. Apostas monitoradas pelo CME Group já mostram maior probabilidade para tal movimentação.
Com a notícia, as bolsas americanas reagiram em forte alta, acima de 1%, mas perderam o fôlego logo em seguida.
Confira o desempenho de Nova York:
Além do ritmo de alta em Wall Street, o Ibovespa conta com a repercussão da pesquisa eleitoral Modalmais, divulgada hoje de manhã, em que o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), aparece na frente, com 50,5% dos votos válidos.
Com isso, as estatais ganharam fôlego na bolsa e lideram os ganhos do dia, em razão da agenda de privatizações de Bolsonaro.
Além disso, o Ibovespa é beneficiado pela valorização das commodities. O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian (China) com alta de 0,07%, com a tonelada cotada a US$ 93,30. O petróleo tipo Brent sobe 0,08%, com o barril a US$ 92,46.
A bolsa brasileira sobe 0,79%, aos 118.099 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista cai 0,35%, a R$ 5,1964.
Os investidores tendem a avaliar os próximos balanços da Embraer (EMBR3) com mais cuidado após o anúncio de que houve mais uma redução nas encomendas feitas pela Força Aérea Brasileira à fabricante de aeronaves.
De acordo com a Embraer, as encomendas do KC-390 Millenium foram reduzidas de 22 para 19 unidades. Antes, quando o contrato entre ambas foi assinado por R$ 7,2 bilhões, o pedido incluía 28 aeronaves.
Por enquanto, a Embraer não detalhou os impactos dessa diminuição em sua carteira de pedidos, mas afirmou que novas reduções desse pedido não poderão ser feitas, conforme contrato.
Ainda repercutindo a pesquisa eleitoral Modamais, que aponta Bolsonaro (PT) com 50,5% dos votos válidos, e Lula com 49,5%, as companhias educacionais caem.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 11,77 | -3,52% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,82 | -2,76% |
As ações das educacionais perdem fôlego com a possibilidade de derrota de Lula nas urnas. Isso porque o petista tem em sua agenda o fortalecimento das políticas voltadas à educação, como a retomada dos programas de financiamento, ProUni e Fies, e expansão do acesso ao ensino superior.
Para muita gente, contar carneiros é uma técnica infalível contra a insônia. Mas no caso da Minerva (BEEF3), aumentar o rebanho é sinônimo de mais negócios.
A empresa brasileira acaba de fechar a compra da Australian Lamb Company, uma das principais processadoras de ovinos da Austrália, por US$ 260 milhões (R$ 1,36 bilhão, no câmbio atual).
A Minerva terá 65% do negócio em uma associação (joint venture) com a Salic. Desta forma, fará um aporte equivalente a essa participação na Australian Lamb Company — ou seja, US$ 169 milhões.
A empresa vai usar o dinheiro novo na aquisição de novos ativos e em investimentos para melhoria das estruturas produtivas.
As ações do Assaí (ASAI3) sobem mais de 2% e aparecem entre as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (21), com o mercado reagindo bem aos resultados da companhia no terceiro trimestre, divulgados na noite passada.
Entre julho e setembro deste ano, o Assaí reportou receita líquida de R$ 13,8 bilhões, alta de 30% na base anual; o Ebitda ajustado cresceu 20,6%, a R$ 1,011 bilhão, mas a margem Ebitda encolheu 0,5 ponto, a 7,3%. O lucro líquido caiu 47,8% em um ano, para R$ 281 milhões.
Em linhas gerais, os resultados foram bem recebidos pelos analistas de grandes bancos. Em relatório, o JP Morgan destaca o trabalho feito pela empresa no controle de despesas; o Safra disse que os números ficaram dentro das projeções, com o crescimento na receita surpreendendo positivamente.
Vale lembrar que, no acumulado da semana até o fechamento de quinta (20), as ações ASAI3 acumulavam perdas de mais de 5% — somente no dia 18, os papéis desabaram 9,2%, em meio aos temores do mercado quanto a uma possível venda da participação que o Casino detém no Assaí. Sendo assim, a queda recente na bolsa facilita a recuperação vista hoje, em meio à divulgação do balanço.
O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian (China) estável, com alta de 0,07% e tonelada cotada a US$ 93,30.
As ações das estatais sobem no Ibovespa após a divulgação da pesquisa eleitoral da Modalmais há pouco.
No levantamento, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, tem 50,5% dos votos válidos. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49,5%.
A reação positiva tem como um dos fatores a agenda de privatização de estatais de Bolsonaro, caso seja reeleito.
Confira as cotações das estatais:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 41,57 | 3,43% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 37,72 | 3,43% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 58,02 | 2,44% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 44,46 | 1,97% |
| CPLE6 | Copel PN | R$ 6,85 | 2,09% |
O Ibovespa sobe 0,77%, aos 118.041 pontos.
Com a valorização do petróleo no exterior, as petroleiras lideram as altas do Ibovespa nesta sexta-feira e puxam a bolsa para o campo positivo.
A commodity sobe 1,49%, com o barril negociado a US$ 93,75.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 33,57 | 1,08% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 36,85 | 1,04% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 40,52 | 1,oo% |
O Ibovespa sobe 0,36%, aos 117.587 pontos.
O Ibovespa recuperou as perdas e passou a operam em alta, destoando do desempenho negativo de Nova York.
A bolsa brasileira sobe 0,11%, aos 117.295 pontos, impulsionada pelas petroleiras.
Com a agenda esvaziada de indicadores econômicos, os investidores reagem às perspectivas de elevação dos juros americanos pelo Fed, em novembro.
Além disso, o mercado segue atento aos balanços trimestrais das companhias.
Confira a abertura em Nova York:
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 14,54 | 2,76% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 18,23 | 1,22% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 45,08 | 1,12% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 14,13 | 0,93% |
| CSAN3 | Cosan ON | R$ 16,67 | 0,66% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 8,23 | -3,52% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 13,68 | -3,32% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 19,80 | -3,23% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 6,56 | -2,81% |
| CASH3 | Méliuz ON | R$ 1,04 | -2,80% |
Instantes após a abertura, o Ibovespa cai 0,25%, aos 116.878 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista opera em alta de 0,53%, a R$ 5,2407.
O Ibovespa encerrou os leilões estável, aos 117.173 pontos.
Com a maior cautela do exterior, os juros futuros (DIs) abriram em alta nesta sexta-feira. Confira:
| NOME | ULT | FEC |
| DI Jan/23 | 13,68% | 13,68% |
| DI Jan/24 | 12,89% | 12,87% |
| DI Jan/25 | 11,75% | 11,70% |
| DI Jan/26 | 11,60% | 11,55% |
| DI Jan/27 | 11,60% | 11,55% |
O Ibovespa futuro abre em queda de 0,14%, aos 118.755 pontos e acompanha o exterior.
No mesmo horário, o dólar à vista abre em leve alta de 0,30%, a R$ 5,2329.
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Bom dia! O Ibovespa manteve-se descolado de Wall Street nas últimas duas sessões. Enquanto as bolsas de Nova York amargaram queda anteontem e ontem, o principal índice da B3 fechou em território positivo.
Isoladamente, nada muito robusto. Pouco a pouco ao longo da semana, o Ibovespa conseguiu escalar até os 117 mil pontos, acumulando alta de 4,54% nos últimos dias.
Mas o movimento chama a atenção se considerarmos que esse descolamento ocorre em um momento de turbulência externa e com o Brasil a apenas nove dias do segundo turno das eleições presidenciais.
Na quarta-feira (19), quem segurou a onda do Ibovespa foi a Petrobras.
Ontem (10) foram as ações ligadas a commodities.Segunda e terça-feira, uma carona nas altas de Wall Street.
A dúvida para hoje é se, diante da turbulência externa, o Ibovespa será capaz de manter esse descolamento por mais um pregão em uma semana na qual as ações ligadas ao consumo caem vertiginosamente.
Por aqui, o dia deve ser de alta volatilidade devido ao vencimento sobre opções da B3.
No exterior, as bolsas da Europa e os futuros dos Estados Unidos seguem no campo negativo pela manhã — e, na ausência de indicadores, devem permanecer assim, sem maiores gatilhos por enquanto.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa hoje.
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