O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O dólar chegou a subir 30% na abertura do mercado, ultrapassando pela primeira vez a barreira dos 100 rublos russos. Entenda o movimento
As inúmeras sanções econômicas aplicadas por países e empresas da Europa e dos EUA ao governo Putin já começam a ser sentidas com intensidade pela Rússia. O rublo, a moeda do país, passa por uma forte desvalorização frente ao dólar, indo às mínimas históricas e forçando o BC do país a subir os juros para conter o movimento do câmbio nesta segunda-feira (28).
Na abertura das operações, o dólar chegou a disparar 30% frente ao rublo russo, um comportamento que levou a taxa de câmbio do país a patamares superiores a 100 rublos pela primeira vez na história. E boa parte desse comportamento se deve a uma medida específica adotada pelas autoridades ocidentais em retaliação à guerra do Kremlin contra a Ucrânia.
No fim de semana, EUA e União Europeia congelaram mais da metade das reservas internacionais do Banco Central da Rússia. Na prática, é como se um calote tivesse sido aplicado em Moscou, que não consegue resgatar esses recursos que estão custodiados no exterior — e, sem o dinheiro, o BC russo não consegue dar suporte ao rublo.
Essa não foi a única sanção aplicada contra o governo Putin: os países ocidentais também estão excluindo as instituições financeiras da Rússia do SWIFT, o sistema interbancário internacional. No entanto, o congelamento das reservas internacionais russas é a medida mais impactante no curtíssimo prazo para a economia do país.
Para evitar um colapso maior da taxa de câmbio, o BC da Rússia elevou a taxa de juros do país ao patamar de 20% nesta manhã. A decisão surtiu algum efeito: por volta de 8h45 (horário de Brasília), o dólar avançava 'apenas' 15%, ao nível de 95,51 rublos.
Por mais que o congelamento de reservas tenha tido efeito imediato sobre a economia russa, especialistas alertam que a medida pode provocar uma onda de insegurança na organização do sistema financeiro internacional.
Leia Também
A decisão unilateral de não pagamento pode fazer com que os países busquem sistemas próprios para a manutenção de suas reservas, de modo a evitar a exposição a esse tipo de situação no futuro.
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas