O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Assim como o S&P 500, as bolsas na Europa também fecharam em baixa com os investidores temendo efeitos colaterais de um aperto agressivo
O S&P 500 renovou mínimas do ano nesta quinta-feira (12) assombrado mais uma vez pela aceleração da inflação. Os investidores temem que os remédios que precisarão ser aplicados para controlar os preços façam a economia dos EUA entrar em recessão.
A reação em Wall Street não é sem razão. O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 0,5% em abril, em linha com as projeções dos economistas. Em 12 meses, o avanço foi de 11%, superando as expectativas de alta de 10,7%.
O Federal Reserve (Fed) já telegrafou pelo menos duas elevações de 0,50 ponto percentual (pp) para a taxa de juros nos EUA, mas diante do comportamento da inflação, parte dos investidores passou a especular que esse aperto pode ser de 0,75 pp ou até maior.
Nesse cenário, o setor de tecnologia seguiu pressionado na sessão de hoje — com Apple e Microsoft liderando as perdas entre as chamadas big techs — mas conseguiu se recuperar no finalzinho da sessão.
O setor financeiro também participou da liquidação mais ampla do mercado, sob pressão das ações bancárias, uma vez que os juros projetados pelos títulos do Tesouro dos EUA continuaram a perder terreno devido ao nervosismo sobre as perspectivas de crescimento global.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações dos EUA no fechamento:
Leia Também
Assim como o S&P 500, as europeias caíram nesta quinta-feira, com os investidores preocupados com a desaceleração do crescimento, aumento da taxa de juros e dados de inflação dos EUA.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,6%, reduzindo perdas acentuadas na abertura. O setor de recursos básicos baixou 3%, com quase todos os segmentos e as principais bolsas encerrando o dia em território negativo.
Os investidores europeus digeriram a leitura de inflação de abril dos EUA, que mostrou que o índice de preços ao consumidor subiu 8,3% em comparação com um ano atrás.
A taxa de inflação foi maior do que o esperado e ainda roda perto de uma alta de 40 anos de 8,5% em março.
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano