O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O destaque do dia foi o setor de chips, que brilhou após a sinalização de um acordo entre Intel e Nvidia; mercados na Europa tropeçam na reunião da Otan sobre a guerra
A confiança no crescimento da economia dos Estados Unidos trouxe bons ventos a Wall Street nesta quinta-feira (24). O S&P 500, o Dow Jones e o Nasdaq terminaram o dia com mais de 1% de alta apoiados em dados que trouxeram esperança aos investidores.
O indicador em questão é o pedido de seguro-desemprego, que caiu para o menor nível em décadas e mostrou que a economia norte-americana poderia continuar em expansão em meio a ventos contrários da guerra entre Rússia e Ucrânia e da taxa de juros mais alta.
Na semana passada, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 187.000 — o nível mais baixo desde 1969, segundo dados desta quinta-feira do Departamento do Trabalho.
Com isso, as ações que têm mais a ganhar com uma economia em recuperação, incluindo chips e materiais, lideraram os ganhos em Nova York.
As fabricantes de chips chegaram a subir mais de 4%, lideradas por Intel e Nvidia, depois que o presidente-executivo desta última, Jensen Huang, disse que a empresa estaria interessada em usar a Intel para obter seus chips.
O setor de tecnologia mais amplo também foi ajudado pela Meta depois que a dona do Facebook confirmou planos de construir um data center de grande escala na região norte de Kansas City.
Leia Também
Nos últimos dias, os índices de ações oscilaram, alternando entre sessões em alta e em baixa. Ainda assim, S&P 500, Nasdaq e Dow Jones estão a caminho de fechar a semana com ganhos.
O desempenho do S&P 500 e seus parceiros em Wall Street não conseguiu ser replicado na Europa. Fechando antes das bolsas norte-americanas, os mercados europeus terminaram a quinta-feira, em sua maioria, em queda.
Os investidores no velho continente acompanharam de perto os desenvolvimentos na Ucrânia e as reuniões dos líderes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da União Europeia (UE) e do G-7 — o grupo das setes maiores economias do mundo — em Bruxelas.
O pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,1%, devolvendo ganhos anteriores. As ações do varejo recuaram 1,4%, enquanto as de telecomunicações subiram 1%.
Os mercados globais acompanharam de perto os encontros de alto nível em Bruxelas assim como a série de novas sanções e outras medidas para conter o avanço das tropas russas na Ucrânia.
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado