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Dow Jones e Nasdaq acompanham ganhos do índice mais amplo de Wall Street; as principais bolsas na Europa também avançam, mas investidor monitora a guerra
O S&P 500 resolveu ignorar os sinais de um aperto monetário ainda mais agressivo do que o esperado nos Estados Unidos e deu um salto para fechar esta terça-feira (22) em alta. O índice mais amplo de Wall Street se agarrou às grandes empresas de tecnologia para garantir os ganhos do dia.
Falando mais cedo, o presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, enfatizou a necessidade de o banco central note-americano agir mais rápido e de forma mais agressiva no aumento da taxa de juros para conter a aceleração da inflação.
Os comentários vieram um dia depois de o presidente do Fed, Jerome Powell, dizer que o banco central estaria preparado para ir além da elevação de 0,25 ponto percentual (pp) nas próximas reuniões para garantir o retorno da estabilidade de preços.
A meta de inflação do Fed é de 2% ao ano, mas a taxa beirou os 8% em fevereiro em base anual, o que tem feito a autoridade monetária rever seus planos sobre o ritmo de alta dos juros mesmo com a incerteza sobre os efeitos da guerra na Ucrânia sobre a economia.
Mesmo nesse cenário, o S&P 500 avançou - em boa parte ajudado pelas big techs - e levou com ele o Dow Jones e o Nasdaq. As ações de tecnologia, que caíram na segunda-feira (21) após os comentários de Powell, se recuperaram hoje.
Nomes como Alphabet, Meta e Amazon avançaram mais de 2%, dando suporte aos índices em Nova York.
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Nem por isso, os investidores deixaram a situação na Europa de lado. Na segunda-feira (21), com o presidente norte-americano, Joe Biden, disse que o presidente russo, Vladimir Putin, está “contra a parede”, já que a guerra com a Ucrânia se aproxima de um impasse.
Os eventos ligados à invasão russa à Ucrânia ditaram o ritmo das negociações na Europa. Dessa vez, as bolsas do velho continente fecharam o dia em alta.
O pan-europeu Stoxx 600 subiu 0,9%, com os bancos avançando 2,5% para liderar os ganhos, já que a maioria dos setores e principais bolsas terminaram em território positivo.
Os investidores continuaram a monitorar a situação na Ucrânia, já que as negociações de paz em andamento entre Moscou e Kiev não avançam.
Na segunda-feira (22), a Ucrânia se recusou a entregar a cidade portuária de Mariupol às forças russas após um ultimato de Moscou.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse à Eurovision News que os ultimatos não funcionarão, já que os ucranianos lutarão até o fim.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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