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Situação se complicou ainda mais com novas sanções anunciadas pelo governo norte-americano e com ataque a sites do governo de Kiev; mercado europeu também sente a pressão
O aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia continua ditando o ritmo das negociações na bolsa de Nova York. Nesta quarta-feira (23), o S&P 500 sentiu o peso do conflito, terminando a quarta sessão seguida de perdas e entrando em território de correção.
O S&P 500 caiu 1,84%, aos 4.225,62 pontos. O Dow Jones recuou 1,38%, aos 33.132,25 pontos, enquanto o Nasdaq teve queda de 2,57%, aos 13.037,49 pontos.
Os investidores têm feito malabarismos em meio às crescentes tensões entre a Rússia e a Ucrânia. Mais cedo, Kiev alertou seus cidadãos sobre viajar para a Rússia e pediu para quem estiver lá, que deixe o país vizinho.
Em um sinal de agravamento da situação, o Ministério da Transformação Digital da Ucrânia informou que houve outro ataque em massa de negação de serviço, ou DDoS, que impediu que certas entidades acessassem sites do governo, de acordo com a rede NBC.
Além disso, o governo norte-americano anunciou que permitirá o avanço das sanções contra a empresa encarregada de construir o gasoduto Nord Stream 2 - que leva gás russo até a Alemanha, passando pelo Báltico.
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A decisão acontece após uma primeira rodada de sanções contra a Rússia na terça-feira (22) que visa bancos russos, a dívida soberana do país e três indivíduos.
As bolsas europeias também fecharam em baixa hoje, com as tensões geopolíticas ofuscando um forte conjunto de resultados corporativos.
O pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,3%, com as ações de varejo caindo 1,8% para liderar as perdas.
Os mercados globais seguem sob pressão nesta semana, depois que o presidente russo, Vladimir Putin, enviou tropas a duas regiões separatistas do leste da Ucrânia. A movimentação ocorreu depois que ele anunciou na noite de segunda-feira (21) que reconheceria a independência desses territórios.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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