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O mau humor do exterior pressionou os ativos no Ibovespa, mas foi o noticiário corporativo local que azedou de vez os negócios
Depois de cinco pregões de alta, a bolsa brasileira voltou a ter um dia no vermelho. A forte tensão que tomou conta dos negócios em Wall Street e um noticiário corporativo local agitado levaram o Ibovespa a recuar 1,01%, aos 116.375 pontos — ainda assim, os ganhos foram de 5,76% na semana.
No exterior, predominou a cautela dos investidores com mais um dado que comprovou que os Estados Unidos continuam criando empregos de forma acelerada, deixando espaço para que o Federal Reserve siga atuando de forma incisiva para controlar a inflação.
Depois de o relatório Jolts ter surpreendido o mercado, hoje o payroll mostrou que o desemprego segue renovando mínimas, batendo na casa dos 3,5% — abaixo do esperado pelo mercado.
As perdas em Nova York foram acentuadas. O Nasdaq recuou 3,80%, enquanto o Dow Jones e o S&P 500 tiveram queda de 2,11% e 2,80%, respectivamente. No Brasil, o dólar à vista teve um dia de instabilidade e subiu 0,05%, aos R$ 5,2125.
Apesar do tempo fechado no exterior, o Ibovespa chegou a flertar com mais um dia de alta, aproveitando o bom desempenho das empresas de mineração e siderurgia, mas o que Vale (VALE3) e companhia deram pela manhã, tomaram pela tarde.
A virada no humor dos investidores veio após o comunicado da Cosan (CSAN3) sobre a compra de uma fatia de 4,9% da mineradora. A transação de R$ 17 bilhões é complexa e trouxe dúvidas ao mercado, derrubando as ações de toda a bolsa, apagando até mesmo o efeito da forte alta do petróleo dos últimos dias.
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O dado mais esperado da semana frustrou os investidores e fez com que as apostas em uma nova elevação de 0,75 ponto percentual nos juros americanos voltassem a crescer.
De acordo com o payroll, relatório de emprego divulgado pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, os EUA criaram 263 mil novas vagas em setembro, próximo das expectativas de abertura de 270 mil postos de trabalho.
Sendo assim, a taxa de desemprego dos EUA caiu a 3,5% em setembro, abaixo do previsto pelo mercado, que projetava 3,7%. Além disso, a renda das famílias segue crescendo de forma consistente.
Apesar da forte cautela que dominou o mercado internacional, a curva de juros brasileira operou com tendência de queda. Confira os números desta sexta-feira (07):
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,68% | 13,67% |
| DI1F24 | DI jan/24 | 12,73% | 12,78% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,52% | 11,61% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,35% | 11,42% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,34% | 11,39% |
Durante o pregão desta sexta-feira (07), a Cosan (CSAN3) informou ter comprado 4,9% da Vale (VALE3), em um negócio avaliado em R$ 17 bilhões.
A transação para a compra das ações ordinárias foi feita a partir de linhas de crédito e também derivativos. A Cosan ainda informou que pretende aumentar a sua participação em mais 1,6% no futuro ao exercer direitos econômicos, mas a transação precisará ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O anúncio fez com que as ações da Vale (VALE3) abandonassem as máximas, e a Cosan chegou a cair quase 10%.
Além das empresas de commodities energéticas, favorecidas pela alta do petróleo, a semana também foi positiva para o setor de consumo. O alívio na curva de juros impulsionou diversos nomes do setor, que fecharam a semana com os melhores desempenhos. Confira:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARSEM |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 21,10 | 24,26% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 3,90 | 22,26% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 10,90 | 21,11% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 42,89 | 20,44% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 5,31 | 18,53% |
Confira também as maiores quedas do período:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARSEM |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 13,75 | -6,65% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 11,70 | -5,80% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 18,43 | -4,66% |
| CSAN3 | Cosan ON | R$ 16,65 | -4,20% |
| ENEV3 | Eneva ON | R$ 13,57 | -4,10% |
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