O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mesmo com o cenário político movimentado, o Ibovespa conseguiu pegar carona na alta do petróleo no mercado internacional
A decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) de cortar a produção em dois milhões de barris por dia (bpd) para manter o mercado estável não agradou a Joe Biden.
Com a inflação batendo insistentemente em sua porta e uma resistência da alta dos preços aos remédios do Federal Reserve, o presidente americano disse estar desapontado com a medida e anunciou a liberação de 10 milhões de barris de petróleo da reserva estratégica dos Estados Unidos — um dia após a Casa Branca garantir que a medida não estava na mesa.
A tentativa de Biden, no entanto, fez pouco para segurar a cotação da commodity. O barril do Brent, utilizado como referência global para o preço dos combustíveis, encerrou a sessão em alta de 1,71%, a US$ 93,37.
As bolsas americanas até tentaram pegar carona com o setor de energia, mas a leitura de que o Federal Reserve ainda tem espaço para manobrar a política monetária fez com que Wall Street interrompesse a forte sequência de ganhos.
No Brasil, os investidores acompanharam outro embate de forças, mas no campo político. Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro na missão de angariar o apoio de novos aliados para o segundo turno das eleições presidenciais.
Enquanto o ex-presidente teve a chancela de Fernando Henrique Cardoso e de Simone Tebet, Bolsonaro teria somado Michel Temer ao seu quadro de aliados.
Leia Também
Mas na bolsa, foi o petróleo que falou mais alto. Puxado pelo desempenho de Petrobras (PETR4), 3R Petroleum e Prio (ex-PetroRio; PRIO3), o Ibovespa avançou 0,83%, aos 117.197 pontos — maior nível desde o início de abril. Influenciado pela cautela que tomou conta do mercado internacional, o dólar à vista subiu 0,31%, a R$ 5,1840.
Conforme já era esperado pelo mercado, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) confirmou que irá cortar a produção em dois milhões de barris por dia (bpd) a partir de novembro, no maior corte realizado desde o início da pandemia do coronavírus.
De acordo com o cartel, existem incertezas sobre as perspectivas econômicas globais que podem atrapalhar o mercado de petróleo. Novas reuniões ministeriais serão realizadas a cada seis meses - e devem seguir mexendo com o Ibovespa.
Logo após a confirmação do corte por parte da Opep+, o presidente americano Joe Biden anunciou nova liberação de suas reservas estratégicas em novembro e disse estar “desapontado” com a decisão. Serão liberados 10 milhões de barris, e o democrata também aproveitou para pedir que as empresas reduzam o preço dos combustíveis na bomba.
A cautela em Wall Street foi mais do que um movimento de realização dos lucros recentes. Os investidores também tiveram que digerir alguns dados econômicos que reforçaram a leitura de que o Federal Reserve deve seguir em um ritmo acelerado de alta de juros.
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços recuou para 56,7 — acima do esperado, enquanto o setor privado criou 208 mil novos postos de trabalho, superando a estimativa e reforçando que há espaço para a atuação do Fed.
Apesar da tentativa de pegar carona com a alta do petróleo, os índices americanos encerraram a sessão em queda. O Dow Jones teve o menor recuo, de 0,14%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq caíram cerca de 0,20% — longe das mínimas do dia.
Em reação à alta de quase 2% do petróleo, as petroleiras puxaram os ganhos do Ibovespa. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 10,78 | 3,85% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 32,46 | 3,47% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 43,03 | 3,44% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 36,49 | 3,37% |
| CASH3 | Méliuz ON | R$ 1,27 | 3,25% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 9,53 | -4,03% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 24,53 | -2,74% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,91 | -2,68% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,05 | -2,30% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 13,55 | -2,17% |
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045