O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar da forte queda do Nasdaq, o Ibovespa interrompeu a sequência de perdas e voltou ao campo positvo.
Se você saiu da frente do computador para esticar as pernas no fim do pregão desta quinta-feira (27), é bem provável que tenha perdido o salto de quase dois mil pontos que o Ibovespa deu em poucos segundos.
O principal índice da bolsa brasileira não manteve o fôlego e acabou devolvendo o movimento brusco nos minutos finais do pregão, mas foi o suficiente para ter a certeza que o cenário eleitoral vai seguir dando as cartas até o último minuto antes do segundo turno — ainda que de forma irracional e errática em alguns momentos.
O salto no Ibovespa coincidiu com as primeiras informações que começaram a circular na imprensa sobre uma carta com acenos ao mercado — incluindo compromisso com a responsabilidade fiscal, credibilidade e previsibilidade.
Conforme mais detalhes sobre a carta foram sendo conhecidos pelo público, o entusiasmo esmoreceu — o documento não trouxe quem pode ser o escolhido para comandar um eventual ministério da Fazenda petista, uma das maiores preocupações das últimas semanas.
Ainda assim, o Ibovespa deixou a cautela dos últimos dias de lado e voltou a subir. Hoje, o avanço foi de 1,66%, aos 114.640 pontos. O dólar à vista, que chegou a bater R$ 5,24 na mínima, fechou a sessão em queda de 1,39%, a R$ 5,3067.
Se na semana passada a forte alta da bolsa brasileira foi creditada ao “kit Bolsonaro” — com o acirramento da disputa levando os investidores a colocar as estatais na carteira —, hoje a retomada dos ganhos do índice pode ser atribuído ao “kit Lula”.
Leia Também
Além da busca por ativos atrativos após a queda recente, analistas voltaram a precificar uma eventual vitória do petista apostando nos setores que tendem a ser beneficiados por programas governamentais — varejo (com Auxílio Brasil permanente), construtoras (com a retomada dos investimentos no Minha Casa, Minha Vida) e educacionais (com ampliação de programas de bolsa de estudos e financiamento estudantil).
A notícia de que o candidato que lidera as pesquisas eleitorais, Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, divulgaria uma carta reafirmando os seus compromissos com a responsabilidade fiscal e previsibilidade deu combustível temporário ao Ibovespa e deve seguir repercutindo no último pregão antes da definição do pleito.
Apesar de não trazer grandes novidades sobre quem irá compor a equipe econômica de seu governo, o texto traz acenos de Lula ao mercado e também incorpora sugestões feitas pela senadora Simone Tebet para cimentar o apoio da ex-candidata.
Nas últimas semanas, Lula tem sido cobrado pelo mercado para dar mais detalhes sobre como irá conduzir o seu plano econômico e qual será a nova âncora fiscal. O ex-presidente e candidato também aproveitou o momento para realizar a defesa da democracia e das instituições democráticas.
O temor de recessão que vive assombrando Wall Street deu uma folga nesta quinta-feira (27) com a divulgação da primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre.
Após os primeiros seis meses do ano serem marcados por um recuo maior do que o previsto da maior economia do mundo, o terceiro trimestre apontou crescimento de 2,6% no período, um pouco acima da expectativa de avanço de 2,4% na comparação trimestral.
Hoje também foi dia de inflação, com o Índice de Preços ao Consumidor (PCE, na sigla em inglês), apresentando alta de 4,2% no ano.
Os números melhores do que o esperado aliviaram o mercado de juros antes da reunião do Federal Reserve, marcada para a próxima semana. No Brasil, os principais contratos de DI acompanharam o movimento.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI Jan/23 | 13,67% | 13,68% |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,98% | 13,00% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,87% | 11,92% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,74% | 11,81% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,73% | 11,82% |
Apesar do cenário mais favorável ao setor de tecnologia, o Nasdaq apresentou mais um dia de forte queda. Dessa vez, a decepção do mercado com os balanços trimestrais foi com a Meta, dona do Facebook, que viu os seus papéis recuarem 24%. O índice de tecnologia da bolsa americana caiu 1,63%. Apenas o Dow Jones encerrou a sessão em alta, com um avanço de 0,61%.
As empresas que figuraram entre as maiores altas do dia foram as chamadas "kit Lula", beneficiadas em um eventual novo mandato do petista. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 14,70 | 9,87% |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 0,93 | 8,14% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 7,35 | 6,52% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 4,16 | 6,39% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 3,01 | 6,36% |
A tensão dos investidores com os rumos da economia chinesa e a dificuldade de se continuar com a política de covid-19 segue pressionando a indústria e mercado de aço do gigante asiático, levando o setor de mineração e siderurgia a mais um dia de perdas expressivas. Confira também as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| VALE3 | Vale ON | R$ 70,34 | -4,34% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 24,55 | -3,80% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 4,66 | -1,69% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,94 | -1,45% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 20,90 | -1,23% |
*Colaboraram com essa matéria: Camila Abdelmalack, da Veedha Investimentos, Marcio Lórega, gerente de research da PagBank, e Victor Benndorf, da Benndorf Consultoria
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira