🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

De olho na bolsa

Esquenta dos mercados: Bolsas internacionais avançam na busca por barganhas; Ibovespa aguarda IPCA-15 e debates sobre combustíveis hoje

O índice local ainda reage ao teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, aprovado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, na noite de ontem

Renan Sousa
Renan Sousa
24 de junho de 2022
7:58 - atualizado às 8:01
Carrinhos de supermercado subindo com a alta dos preços devido a inflação
Acompanhe o que movimenta bolsa, dólar e Ibovespa esta semana.Imagem: Shutterstock

Assim como os adeptos do jejum, as bolsas internacionais acordaram com apetite de risco nas alturas hoje. A semana foi marcada por uma verdadeira aversão aos ativos mais arriscados, como ações e criptomoedas, em virtude de sinais de que o mundo caminha para recessão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Ásia e Pacífico, os índices seguiram a recuperação dos índices de Nova York de ontem e fecharam em alta no pregão desta sexta-feira (24). Quem sustentou o otimismo por lá foi Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, que se comprometeu a combater a inflação sem colocar os Estados Unidos em rota de recessão. 

Na abertura da Europa de hoje, a busca por barganhas também sustenta a alta das bolsas, mas de maneira mais limitada. A alta volatilidade e o risco da economia global avançar com o freio de mão puxado limitam os ganhos do dia. 

Por sua vez, os futuros de Nova York começam a sexta-feira com o garfo e a faca na mão e sobem com mais intensidade do que as bolsas do Velho Continente, ampliando a recuperação do dia anterior. 

Quem segue com uma forte indigestão do cenário doméstico é o Ibovespa. A bolsa local ignorou os ganhos de Wall Street de ontem e fechou o dia em queda de 1,45%, aos 98.080 pontos. Já o dólar à vista encerrou a sessão em alta de 1,02%, a R$ 5,2298.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O destaque do dia vai para o petróleo, que engatou recuperação com a volta do apetite global dos investidores. Por volta das 7h, o barril do Brent — usado como referência internacional — era negociado em alta de 1,15%, cotado a US$ 111,32. 

Leia Também

Confira o que movimenta as bolsas o dólar e o Ibovespa no último pregão da semana:

Ibovespa acompanha inflação, Petrobras (PETR4) e ICMS

No campo dos indicadores, a inflação medida pelo IPCA-15 — considerado uma prévia do índice oficial — é o grande destaque do dia no cenário nacional. 

De acordo com a mediana das estimativas colhidas pelo Broadcast, o IPCA-15 deve acelerar 0,67% neste mês e acumular alta de 12,02% em 12 meses. Vale ressaltar que o IPCA acumula alta de 4,78% em 2022 e avança 11,73% em relação a maio do ano passado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O IPCA-15 deve ajudar os analistas a ajustarem suas projeções para o fim do ciclo de aperto monetário brasileiro. Na ata da sua mais recente reunião, o Banco Central deixou em aberto uma possível elevação dos juros na ordem de 25 pontos-base até 50 pontos-base. 

Bolsonaro aprova ICMS — com um porém

A inflação deve adicionar ainda mais pimenta no apetite dos investidores nesta sexta-feira, que precisam lidar com um cenário local menos favorável a cada dia.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou o teto de 17% para o ICMS sobre os combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e transporte coletivo, aprovado na semana passada pelo Congresso Nacional. Porém, o chefe do executivo deixou de fora os trechos que incluíam a compensação aos estados pelas perdas de arrecadação. 

A medida vem na esteira de um “pacote de bondades” do presidente da República, em meio a crise dos combustíveis global. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Onde entra a Petrobras nessa história

A estatal brasileira virou o bode expiatório dos problemas do governo com os combustíveis. Tanto Jair Bolsonaro quanto o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), acusam a Petrobras (PETR3;PETR4) de praticar altas abusivas no preço da gasolina, etanol e óleo diesel. 

Entretanto, vale destacar que os problemas com a alta do petróleo são sentidos em todas as partes do globo, inclusive nos Estados Unidos. Por lá, o presidente americano, Joe Biden, chegou a fazer pressão sobre as petroleiras para despejarem suas reservas no mercado e abaixar os preços. 

Inflação, ICMS, Petrobras e bolsa

Com a redução dos impostos, o governo espera que o preço dos combustíveis caia nos próximos meses. Além de um efeito de curto prazo na popularidade do presidente — que busca a reeleição em outubro —, o impacto na inflação também deve ser positivo. 

Vale ressaltar que a alta do diesel influencia diretamente no frete dos caminhoneiros e no transporte de produtos, o que impacta a inflação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas alguns analistas estão céticos em relação a esse impacto. A alta do petróleo se deve a conjunturas internacionais e os reajustes futuros podem anular os efeitos da isenção do ICMS e do PIS/Cofins — impostos federais zerados pelo presidente na aprovação do teto.

Assim ,todas as atenções se voltam para as ações da Petrobras nesta sexta-feira. Por ter uma grande participação no índice do Ibovespa, qualquer movimentação negativa dos papéis terá peso equivalente nos negócios.

Medo da recessão não sai do radar das bolsas

Os investidores tentam calibrar as expectativas com a recessão e o andamento da economia global. Representantes do Federal Reserve entendem que uma nova alta de 75 pontos-base nos juros pode ser necessária na reunião do mês que vem. 

Já o presidente do BC americano, Jerome Powell, tentou colocar panos quentes na situação. O chefe da autoridade monetária ainda projeta um crescimento econômico “bem dorte” na segunda metade do ano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para analistas ouvidos pelo Market Watch, a “pior fase” do ano já passou e os caminhos para condução da política econômica estão mais claros do que no início de 2022.

O que dizem os especialistas

Para o Citi, o choque projetado pela alta de juros começa a enfraquecer o ritmo da atividade econômica — a ponto de, nas palavras dos analistas, garantir um efeito deflacionário.

Palavras como “furacão econômico" e “choque sem precedentes” usados pelo JP Morgan e Goldman Sachs, respectivamente, começam a aparecer no noticiário. Mike Wilson, analista do Morgan Stanley, disse que a chance de recessão ainda é menor do que 50% — mas ainda é alta.

Em linhas gerais, o tema recessão ainda deve ganhar contornos mais bem definidos ao longo das próximas semanas — mas seguirá presente no pregão de hoje.

Agenda do dia

  • IBGE: IPCA-15 de junho (9h)
  • Suíça: Vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, e presidente do RBA, Philip Lowe, discursam em evento do UBS sobre inflação e BCs (8h30)
  • Estados Unidos: Vendas de moradias novas em junho (11h)
  • Bélgica: Cúpula de líderes da União Europeia (dia todo)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar