O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ações das estatais devem subir com votação acima do esperado de Bolsonaro e Congresso mais à direita; resultado deve forçar ambos os candidatos ao centro
O resultado surpreendente do primeiro turno das eleições presidenciais — com a votação acima do esperado de Jair Bolsonaro (PL) na disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — deve ser positivo para a bolsa e para os mercados. A visão é de analistas e gestores ouvidos na noite deste domingo pelo Seu Dinheiro.
Embora esperada, a disputa do segundo turno entre o ex-presidente e o atual ocupante do Palácio do Planalto deve forçar ambos os candidatos a uma maior moderação e a adotar um discurso ainda mais próximo ao centro.
Para Matheus Spiess, analista da Empiricus Investimentos, Lula segue como franco favorito, mas Bolsonaro chega competitivo ao segundo turno.
Desta forma, o petista terá de fazer mais acenos à centro-direita para liquidar a fatura no dia 30 de outubro, ainda mais depois do resultado das eleições para o Congresso e nos Estados. “As eleições foram boas para o Brasil, inclusive para a bolsa”, afirmou Spiess.
Com o desempenho de Bolsonaro, o mercado deve colocar no preço uma possibilidade um pouco maior de reeleição do atual presidente.
Nesse cenário, as ações das empresas estatais devem reagir positivamente ao resultado do primeiro turno, de acordo com um experiente gestor. É o caso, por exemplo de Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3).
Leia Também
“Mesmo com uma vitória de Lula no segundo turno, a eleição de um Congresso mais à direita deve dificultar o andamento de pautas mais intervencionistas”, afirmou.
Na visão de Isabel Lemos, gestora de renda variável da Fator Administração de Recursos, o mercado não estava mesmo esperando que a disputa se resolvesse no primeiro turno, embora os investidores em geral esperem uma vitória de Lula.
Ela não acredita que o fato de Bolsonaro ter alcançado um resultado melhor do que o esperado faça muita diferença neste período de um mês que separa o primeiro do segundo turno. Embora possa haver volatilidade até lá em razão da corrida eleitoral, os fatores externos, neste momento, são muito mais impactantes para a bolsa.
“Na nossa visão, a perspectiva para a bolsa brasileira é positiva independentemente de quem vença as eleições. Alguns segmentos e empresas devem se sair melhor ou pior dependendo de quem se eleger, mas também nada muito significativo”, diz a gestora.
Ela acredita, por exemplo, que os setores imobiliário e de educação privada podem se destacar caso Lula vença. Existe ainda a possibilidade de que a bolsa “destrave” se Bolsonaro levar, pelo fator surpresa. Mas que, de todo modo, não será nada muito brusco em relação ao que já está dado.
Na visão do executivo de uma grande gestora independente de fundos, o erro das pesquisas e a grande votação da direita no Congresso foram as grandes surpresas do primeiro turno das eleições.
Para ele, Bolsonaro tem uma chance de virar o jogo contra Lula. Mas para isso precisa convencer Romeu Zema, governador reeleito de Minas Gerais, a apoiá-lo no segundo turno.
Zema evitou vincular sua imagem à do presidente no primeiro turno. Mas recentemente o político do Novo afirmou que não apoia o PT caso a eleição fosse para o segundo turno.
Lula, do seu lado, deve buscar o apoio dos candidatos e dos partidos que derrotou no primeiro turno, como Simone Tebet (MDB) e Ciro Gomes (PDT). O resultado do primeiro turno mostra que o petista também precisa de diálogo com setores mais amplos da sociedade.
“Não basta apenas convencer o mercado, ele precisa neutralizar o discurso da pauta de costumes do Bolsonaro”, disse um gestor que deve ir de Lula no segundo turno.
As eleições devem se mostrar mais competitivas do que o inicialmente previsto pelas pesquisas, de acordo com Alberto Ramos, diretor de pesquisa macroeconômica para América Latina do Goldman Sachs. “Estamos destinados a um segundo turno competitivo e provavelmente também muito polarizado”, escreveu em relatório.
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA