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O Banco Central publicou hoje o IBC-Br, se já era esperado que o índice recuasse, o tamanho do tombo superou as expectativas
Depois de fechar a ‘super-quarta’ abaixo dos R$ 5,10, o dólar continuou a recuar e terminou a quinta-feira valendo R$ 5,0343, desvalorização de 1,16%. O euro também recuou e terminou o dia negociado a R$ 5,5896.
O Copom anunciou ontem um aumento de 1% na taxa Selic, o que deixou a taxa básica no Brasil em 11,75%. Além disso, a autoridade monetária também deixou clara sua intenção de empreender mais um aumento de 1%, o que deve levar os juros para 12,75%.
Isso faz com que o diferencial de juros continue favorecendo o fluxo de dólares para o Brasil e tem colaborado para segurar o dólar próximo dos R$ 5,00.
Contudo, apesar do dia ter sido do real ganhando força frente a moeda norte-americana, novos dados econômicos vão pintando um cenário ruim para a economia brasileira.
O Banco Central publicou hoje o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB. Se já era esperado que o índice recuasse, o tamanho do tombo superou as expectativas — a mediana das previsões do mercado era de uma retração de 0,25% na comparação mês a mês, e o indicador fechou em uma retração de 0,99% em janeiro.
Além disso, o IPC-S, indicador da FGV que mede a inflação ao consumidor semanalmente, registrou aceleração em seis das 7 capitais pesquisadas.
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O euro registrou máxima de R$ 5,6501 e mínima de R$ 5,5840. O dólar teve máxima de R$ 5,1075 e mínima de R$ 5,0303.
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Na esteira da decisão do Federal Reserve de aumentar os juros da economia norte-americana em 0,25%, para o intervalo entre 0,25% e 0,5%, a autoridade monetária inglesa realizou um ajuste da mesma magnitude. O Bank of England fixou a taxa de juros em 0,75%, foi o terceiro aumento seguido.
O Banco Central Europeu (BCE) também aproveitou a ocasião para dar suas próprias sinalizações para a zona do euro.
A presidente do BCE, Christine Lagarde, afirmou que a autoridade monetária está disposta a tomar qualquer medida que considere necessária caso os impactos da guerra na Ucrânia se ampliem.
Mas o tom do discurso não foi tão pessimista assim, Lagarde destacou o que chamou de uma melhora no cenário inflacionário de curto prazo e disse acreditar que é cada vez mais provável que a inflação se estabilize na meta de 2%.
Neste cenário, o DXY, índice que compara o dólar a seus pares com bastante ênfase no euro, teve mais um dia de recuo.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,92% | 13,08% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,29% | 12,39% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,11% | 12,19% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,13% | 12,17% |
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