🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Flavia Alemi

Flavia Alemi

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.

MARKET MAKERS

Dahlia conta por que vendeu ações da Natura (NTCO3) e do Magalu (MGLU3) e SFA explica como a Sinqia (SQIA3) virou a maior posição do fundo

No episódio #04 do Market Makers, Sara Delfim, da Dahlia, e Ciro Alperti, da SFA, explicam suas teses para Natura, Magalu e Sinqia

Flavia Alemi
Flavia Alemi
22 de julho de 2022
14:17 - atualizado às 15:43
Zoom em um frasco de perfume Natura (NTCO3), com o logo da empresa em destaque
Zoom em um frasco de perfume Natura (NTCO3), com o logo da empresa em destaque. - Imagem: Shutterstock

A Dahlia Capital e a SFA Investimentos têm estratégias bem diferentes para os mesmos ativos: ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a primeira procura manter um portfólio mais diversificado em bolsa, com alocações menores, a segunda trabalha com posições mais concentradas.

No episódio 4 do Market Makers, Sara Delfim, da Dahlia, e Ciro Aliperti, da SFA, detalharam aos apresentadores Thiago Salomão e Renato Santiago o que levam em consideração na hora de escolher investir e até desinvestir numa empresa.

Para Sara, é muito mais difícil definir o momento de zerar a posição em alguma empresa do que a hora de entrar. Ela explicou como e porquê decidiu parar de investir na Natura (NATU3) e no Magazine Luiza (MGLU3) e fez uma análise de outros papéis que podem se beneficiar de um cenário de deflação.

Já Aliperti explicou porque desde 2013 investe na Sinqia, desenvolvedora de softwares para o mercado financeiro, e só tem aumentado sua posição na empresa desde então.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

A hora de vender Natura (NATU3)

Natura estava no portfólio da Dahlia há bastante tempo, mas desde que a empresa concluiu a compra da concorrente Avon, em janeiro de 2020, os resultados operacionais começaram a vir mistos.

Leia Também

“Começamos a ficar desconfortáveis com a falta de consistência. Um trimestre vinha bom, o seguinte vinha ruim, depois vinha bom de novo”, relatou Sara.

Além disso, alguns fatores que fugiam do controle dos executivos começaram a se refletir no resultado, desde a pandemia até a guerra na Ucrânia.

“A decisão de sair, nesse caso, foi tomada quando percebemos que a integração das duas marcas seria ainda mais difícil em meio a esse desafio macro”, explicou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, a gestora da Dahlia acredita que a hora da Natura vai voltar, à medida que o cenário macro se estabilize. Ela cita que a reestruturação operacional feita recentemente vai começar a dar resultados, o que contribui para uma reconquista da confiança. 

“Nada impede [a Dahlia] de voltar a ter Natura”, afirmou. Ouça a íntegra da nova edição do podcast Market Makers:

Magazine Luiza (MGLU3) 

Os prognósticos para a retomada do Magazine Luiza (MGLU3) também dependem de uma melhora da economia, especificamente dos números de inflação.

Sara explica que com a deterioração do cenário para a alta de preços e dos juros desde o ano passado, o setor de varejo entrou em alerta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Quando olhamos o resultado do terceiro para o quarto trimestre do ano passado, houve um aumento brutal de estoques. A única maneira de vender é fazer promoção, onde a empresa ganha menos. Vendo esse cenário, decidimos fazer trocas”, disse Sara.

A escolha da gestora da Dahlia entre as varejistas, hoje, se dá entre as marcas que têm maior capacidade de repassar preço, pois seus clientes são “menos sensíveis” à inflação, como Arezzo, Centauro e Vivara.

Sinqia (SQIA3) está no melhor momento

Se de um lado Sara Delfim deu uma aula de como se “desapagar” de uma ação, Ciro Aliperti, da SFA Investimentos, revelou porque faz sentido manter posição em uma empresa que já entregou bons resultados para o fundo.

A Sinqia (SQIA3) é a principal posição da SFA, responsável por quase 30% da carteira. Aliperti investe na companhia há 10 anos e conta que, no início, começou com 1%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa desenvolve softwares para o mercado financeiro e tem gigantes do setor como clientes. De acordo com o gestor, ela se enquadra em todos os critérios que a SFA procura para investir numa empresa:

  1. Alto retorno sobre o capital
  2. Vantagem competitiva
  3. Gestão competente
  4. Valuation atrativo

“Ela tem um modelo de negócio muito previsível. Cerca de 90% da receita dela vem de assinaturas, ou seja, um contrato que todo mês o cliente tem que pagar”, apontou.

Além disso, os contratos são ajustados pela inflação e a Sinqia consegue repassar esse aumento de preços para os clientes devido a um alto custo de troca que eles teriam caso quisessem mudar de fornecedor de software.

A Sinqia também procura se expandir por meio de aquisições de empresas pequenas, o que lhe permite ganhar mais clientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Ela está em seu melhor momento porque chegou a uma escala muito grande”, disse o gestor da SFA.

Para saber mais detalhes sobre as estratégias dos gestores, ouça o episódio 4 do Market Makers nos principais agregadores de áudio ou clique no link abaixo para ouvir no Spotify.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar