O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Genial, Santander e XP recomendam compra para a Cury. Mas será que os papéis ainda estão em um bom ponto de entrada?
Enquanto a maior parte das construtoras transita lentamente pela estrada da recuperação, graças ao congestionamento provocado pela alta da taxa Selic e da inflação, a Cury (CURY3) vem na contramão no setor — usa uma faixa livre e exclusiva para quem manteve os bons resultados, mesmo com o cenário macroeconômico conturbado.
A companhia registrou um lucro líquido de R$ 94,9 milhões no terceiro trimestre, uma alta de 27,2% ante o mesmo período do ano anterior. A receita líquida cresceu ainda mais, 37,3% na mesma base de comparação, e chegou a R$ 626,7 milhões.
Para o Santander, o destaque do trimestre, porém, foi outro: a margem bruta ajustada de 37,5%, 114 pontos base acima da reportada no trimestre imediatamente anterior.
O indicador também superou a previsão o banco e os analistas atribuem a boa performance a três fatores:
Outro ponto do balanço que chamou a atenção da XP foi a “robusta” geração de caixa operacional de R$ 65 milhões, impulsionada pelo forte nível de repasses no período.
O número ofuscou o crescimento de 1,1 ponto percentual, na base anual, das despesas gerais e administrativas — que chegaram a 7,9% da receita líquida — e levaram a corretora a manter a Cury como sua principal escolha no setor.
Leia Também
Já a Genial Investimentos destaca que as vendas dentro do grupo 2 do Programa Casa Verde e Amarela atingiram o patamar mais baixo desde o IPO da empresa, com apenas 3% do Valor Geral de Vendas (VGV).
Os analistas argumentam que o bom resultado financeiro, a despeito do recuo nessa faixa, “demonstra como o produto Cury tem boa aceitação e demanda em renda mais alta – um resultado do seu excelente landbank e qualidade dos produtos”.
Com tantos elogios, não é surpresa que Genial, Santander e XP recomendem compra para a Cury. Mas será que os papéis ainda estão em um bom ponto de entrada?
As ações CURY3 acumulam alta de mais de 84% nos últimos 12 meses e recuaram apenas 0,16% nesta quarta-feira (9), a R$ 12,30.
Apesar da valorização expressiva, a Genial acredita que a companhia segue descontada, sendo negociada a 6,4x P/E 2023E — múltiplo calculado a partir do preço atual da ação em relação ao seu lucro.
O Santander também reforça a recomendação de compra com base no forte posicionamento da empresa nas regiões metropolitanas de Rio de Janeiro e São Paulo, o Retorno Sobre o Patrimônio (ROE) projetado de 65% para 2023 e o robusto dividend yield de 10%.
Ambas as casas definiram um preço-alvo de R$ 16 para os papéis CURY3, com potencial de alta de 27%. Já a XP aposta em uma alta ainda maior, de 35%, com preço-alvo de R$ 17 por ação.
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026