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A Azul (AZUL4) também observou uma alta de 33,1% em sua capacidade, fazendo a taxa de ocupação das aeronaves chegar a 82,9% no mês passado
Conforme o setor aéreo se recupera dos choques causados pela pandemia, a Azul (AZUL4) vem apresentando números melhores nos últimos meses. Nesta segunda-feira (8), a companhia informou que o tráfego de passageiros consolidado (RPKs) aumentou 34% no mês passado, na comparação com julho de 2021.
A Azul também observou uma alta de 33,1% em sua capacidade, fazendo a taxa de ocupação chegar a 82,9% — aumento de 0,6 pontos percentuais frente o mesmo período do ano passado.
“Nossos fortes resultados de tráfego em julho são mais uma evidência das nossas vantagens competitivas e oferta disciplinada de capacidade. Continuamos com fortes tendências de demanda, especialmente agora com o início dos períodos sazonalmente mais fortes de primavera e verão no Brasil”, disse John Rodgerson, CEO da Azul, no comunicado disponível na CVM.
Apesar de alguns números mais positivos vistos recentemente, analistas do mercado ainda estão cautelosos a respeito da Azul e outras companhias áereas.
Em relatório recente, o JP Morgan aponta os preços mais elevados do petróleo e deterioração do ambiente econômico — ou seja, inflação e juros altos e desvalorização do real — como responsáveis pelas preocupações com essas empresas recentemente, além da alta dos custos.
Segundo o JP Morgan, as companhias aéreas vêm expandindo a receita em um ritmo mais rápido do que o esperado, mas algumas operadoras estão enfrentando um declínio na taxa de ocupação — o que pode ser uma indicação de que os aumentos de preços estão atingindo um teto. Neste ano, as ações da Azul já caíram 45,13%. Nos últimos 30 dias, houve avanço de 7,63%.
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Segundo dados da plataforma Trade Map, das 11 recomendações feitas para Azul (AZUL4), cinco são de compra, outras cinco são de manutenção e apenas uma é de venda.

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