O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais continuam com uma forte aversão ao risco nesta segunda-feira (22). As sinalizações de uma elevação de juros mais brusca por parte do Federal Reserve e os novos surtos da covid-19 na China piora o sentimento dos investidores e derruba as commodities. Por aqui, a crise política local é o principal fator de cautela.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Os investidores deixaram para trás o mau humor dos primeiros momentos do pregão e fecharam o dia com apetite por risco em Wall Street.
Em um dia de forte volatilidade, o dólar à vista encerrou a sessão em alta de 1,29%, a R$ 4,8755. O Ibovespa ficou longe das mínimas, mas recuou 0,35%, aos 110.684 pontos.
O CEO da Tesla (TSLA34) agora também é o dono do Twitter (TWRT34). O negócio, avaliado em cerca de US$ 44 bilhões, foi anunciado oficialmente nesta segunda-feira (25) como era esperado.
Após comprar cerca de 9% da plataforma, o bilionário apresentou no último dia 14 uma proposta para adquirir 100% do Twitter por US$ 54,20 por ação.
A empresa chegou a adotar a chamada pílula de veneno (poison pill) para impedir que Musk aumentasse sua participação, mas mudou de posição depois que seus papéis desabaram e o dono da Tesla afirmar que tinha garantido US$ 46,5 bilhões em financiamento.
Confira os detalhes da operação.
As pressões negativas persistem no mercado internacional, mas as bolsas em Wall Street buscam algum alívio nesta tarde – o que reflete em uma melhora do humor também no Ibovespa.
Quem puxa a alta desta tarde é o Nasdaq. O setor de tecnologia é impactado pela alta de quase 10% das ações do Twitter. O mercado espera que o bilionário Elon Musk feche a compra da rede social ainda nesta segunda-feira (25).
Depois de amargar centenas de milhões em prejuízo no ano passado e voltar a reportar lucro em janeiro de 2022, o grupo de resseguros voltou a fechar no vermelho em fevereiro. O resultado negativo foi de R$ 50,9 milhões, de acordo com relatório enviado à Susep, órgão regulador do setor.
Com o resultado, o IRB reverteu o lucro de R$ 20,8 milhões que havia registrado no mesmo mês de 2021. Confira os detalhes do resultado.
Enquanto os olhos do mundo se voltam para a China, o governo do gigante asiático busca estimular o consumo doméstico para escapar do efeito das novas medidas de restrição contra o coronavírus.
Entre as medidas adotadas está a construção de armazéns nos arredores de grandes cidades e a redução da taxa de juros. CONFIRA MAIS DETALHES.
Na última hora, os investidores reduziram o movimento de cautela no mercado global. Com uma sutil melhora em Nova York, o Ibovespa conseguiu abandonar as mínimas, mas segue acumulando o pior desempenho mensal desde o pico da pandemia.
Por volta das 14h40, o principal índice da bolsa apresentava queda de 0,93%, aos 110.039 pontos. O dólar à vista sobe 1,93%, a R$ 4,9031.
Felipe Izac, sócio da Nexgen Capital, explica que a tendência para o dólar hoje é de valorização, principalmente frente a moedas de países mais ligados à commodities, como é o caso do Brasil.
Lembrando: o petróleo recua cerca de 5%, enquanto o minério de ferro fechou a madrugada em queda de 10%.
A preocupação com a fragilidade da economia global também pressionou os negócios na Europa. Confira o desempenho das principais bolsas do continente:
A cautela não parece arrefecer ao longo do pregão desta segunda-feira. O Ibovespa segue renovando mínimas, se mantendo abaixo da linha dos 110 mil pontos. O dólar à vista avança 2,35%, a R$ 4,9177.
As ações do Twitter (TWTR34) sobem 3,88%, cotadas a US$ 50,83, em Nova York, embaladas pela notícia do Wall Street Journal indicando que representantes da plataforma se reuniram com Elon Musk para discutir a oferta de aquisição do bilionário, avaliada em US$ 43 bilhões.
As BDRs acompanham o movimento de alta e avançam 5,36%, cotadas a R$ 123,47. Segundo o jornal, um acordo entre o Twitter e Musk pode ser finalizado nesta segunda-feira (25). No entanto, não há garantias para a conclusão do negócio.
Depois da forte inclinação na curva vista na última semana, os juros futuros operam em queda nesta manhã.
Na semana passada, diversos dirigentes do Federal Reserve – incluindo o presidente Jerome Powell – defenderam uma alta de 50 pontos-base na próxima reunião do Banco Central americano. Além disso, devemos ver também uma alta dos juros na Europa e no Brasil, caso a inflação siga no patamar atual.
Confira o movimento desta segunda-feira.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,97% | 12,99% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,11% | 12,15% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,95% | 11,97% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,94% | 11,97% |
Confira as empresas com o pior desempenho do dia. As empresas do setor de mineração e siderurgia dominam a lista, repercutindo a queda de 10% do minério de ferro:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 13,96 | -3,79% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 3,36 | -3,72% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 27,41 | -3,04% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 11,10 | -2,97% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 21,37 | -2,91% |
Nesta manhã (25), a Tim (TIMS3) detalhou para analistas quais serão as sinergias da companhia com os ativos recém-adquiridos da Oi Móvel. Segundo o presidente da companhia, as sinergias devem ser de R$ 16 bilhões, o dobro estimado pela Anatel. Confira os detalhes nesta matéria.
O otimismo do mercado se reflete nas cotações: a companhia de telecomunicações lidera as altas do Ibovespa em dia de forte aversão ao risco.
Na sequência, a Eletrobras (ELET6) sobe após anúncio de pagamento de dividendos. Confira:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 13,97 | 3,10% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 14,91 | 1,91% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 39,73 | 1,71% |
| EQTL3 | Equatorial ON | R$ 25,42 | 0,95% |
| ELET3 | Eletrobras ON | R$ 39,74 | 0,92% |
A política de tolerância zero da China contra a covid-19 segue causando preocupação. Cresce o número de óbitos e infectados nas principais cidades do país, aumentando os temores de que novos lockdowns sejam anunciados.
A medida é um ponto de preocupação para o mercado financeiro global. A interrupção da atividade em áreas de forte concentração industrial pode deteriorar ainda mais as cadeias logísticas e de produção, pressionando a inflação. Além disso, a redução da atividade da segunda maior economia do mundo é sinônimo de um menor consumo de commodities – como minério de ferro e petróleo – o que faz com que os preços despenquem.
Com forte exposição ao setor, o Ibovespa não escapa de uma correção mais forte. O minério de ferro recuou cerca de 10% durante a madrugada e o petróleo recua mais de 5%.
Com o temor que uma nova desaceleração global coincida com o aperto mais rápido da política monetária, as bolsas americanas recuam 1%. Balanços corporativos também decepcionaram, aumentando a cautela dos investidores em Wall Street.
No Brasil, ainda existem outros fatores locais que não ajudam a aliviar o humor, como o possível reajuste para diversas classes do funcionalismo público e a última polêmica envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o STF.
Por volta das 10h30, o principal índice da bolsa recuava 1,22%, aos 109.607 pontos. O dólar à vista sobe 1,34%, a R$ 4,8696.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em queda de 1,24%, aos 109.695 pontos, enquanto o dólar à vista avançava 0,38%, negociado a R$ 4,8295.
Os sinais de que a segunda maior economia do mundo está desacelerando injetaram cautela nas bolsas nesta segunda-feira (25).
Segundo dados do Escritório Nacional de Estatística do país (NBS, na sigla em inglês), a produção industrial subiu 5,0%, dentro das estimativas do The Wall Street Journal.
Entretanto, os números de vendas no varejo sentiu um recuo de 3,5% em março, maior do que as projeções de queda de 2,0%.
O desemprego chinês também atingiu o maior patamar em quase dois anos, a 5,8%. Por fim, os investimentos em ativos avançaram 9,3% no primeiro trimestre, acima do ritmo de 8,5% esperado pelos analistas, mas o movimento de desaceleração nos primeiros meses do ano ligou o sinal amarelo para os investidores.
Sinais de que a China estaria perdendo fôlego ecoam pelo mundo e se refletem principalmente nas matérias primas. A perspectiva de uma demanda menor do país culminou na queda das cotações do minério de ferro em Dalian, enquanto a principal commoditie energética do mundo — o petróleo — também segue no vermelho.
O responsável por esse cenário é o surto de covid-19 no país, que impôs diversos lockdowns em grandes cidades — como a própria Xangai, com mais de 26 milhões de habitantes — foi um dos centros afetados.
A política de “covid zero” impõe que regiões afetadas pela doença permaneçam isoladas, o tem gerado efeitos significativos na economia do país.
Em Pequim, a capital chinesa, foram registrados 22 novos casos de covid-19 no domingo (24), o maior número deste ano.
Já em Xangai, ocorreram 39 mortes pela doença no sábado (23), número mais de três vezes maior do que o dia anterior.
Ibovespa futuro abre em queda de 1,47%, aos 111,255 pontos, enquanto o dólar à vista sobe 0,90%, negociado a R$ 4,8540
As primeiras horas do dia sinalizam momentos difíceis antes da abertura de mercados por aqui. O destaque vai para a forte queda das bolsas da Ásia, com destaque para o derretimento de Xangai.
As commodities também permanecem no campo negativo antes da abertura do Ibovespa por aqui. Com a perspectiva de novos lockdowns em grandes cidades chinesas, o minério de ferro derretou mais de 10% na madrugada no Brasil.
Por sua vez, o petróleo segue em queda com a perspectiva de redução da demanda chinesa.
A última semana de abril começou ruim para boa parte dos mercados internacionais. A começar pela bolsa de Xangai, que derreteu 5,1% nesta madrugada, a maior queda desde 2020, o sentimento geral é de medo e cautela nesta segunda-feira (25).
Na esteira dos acontecimentos, além da guerra na Ucrânia pressionar os mercados desde fevereiro, as preocupações com a nova onda de covid-19 na China começam a preocupar e afetar as projeções para retomada da economia.
Somado a isso, a alta de juros dos Estados Unidos, que derrubou Wall Street na semana passada, também comprometeu o sentimento dos investidores hoje.
Do mesmo modo, as bolsas na Europa amanheceram no vermelho pelos mesmos motivos. Havia alguma expectativa de que a vitória de Emmanuel Macron para presidência da França trouxesse algum alívio, mas os investidores não tiveram tempo de comemorar.
Por último, a semana das bolsas em Nova York também não começou com o pé direito. A casa do Touro de Ouro de Wall Street acompanha a divulgação de resultados das big techs e da inflação americana nos próximos dias.
Na semana passada, o principal índice acionário da B3 terminou o dia em 11.077 pontos, menor nível desde 16 de março; o tombo chegou a 4,39% naquele período. Já o dólar à vista subiu 4%, cotado em R$ 4,8051.
Confira o que será destaque para as bolsas, o dólar e o Ibovespa nesta semana.
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX