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RESUMO DO DIA: Os sinais de alívio da covid-19 na China devolveu o apetite de risco dos investidores nesta terça-feira (17). O tom menos agressivo dos representantes do Federal Reserve na tarde de ontem (16) também incentivam uma busca por barganhas nas bolsas hoje. Por aqui, o Ibovespa acompanha os debates envolvendo a PEC 63, que pode gerar gastos de até R$ 7,5 bilhões.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O dólar à vista encerrou o dia em forte queda de 2,15%, a R$ 4,9429
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, voltou a reforçar o seu compromisso com o combate à inflação e “acalmou” o mercado ao voltou a indicar que uma alta de 0,50 ponto percentual deve ser o caminho defendido por grande parte da diretoria do Fed na próxima reunião.
Powell também endereçou uma das principais preocupações recentes – o temor de recessão. Segundo ele, a economia americana conseguirá segurar o aperto monetário. A declaração ajuda os mercados internacionais a sustentarem uma alta expressiva nesta terça-feira.
Com o cenário mais tranquilo desta terça-feira, a bolsa americana amplia os ganhos enquanto aguarda a participação do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, em evento.
A expectativa é que Powell, assim como os seus colegas ao longo da última semana, sinalize uma nova alta de 0,50 ponto percentual e tire da mesa a ideia de um ajuste maior.
O dólar à vista vem acelerando o ritmo de queda e já recua mais de 2,4%.
O Magazine Luiza tropeçou na inflação e em um cenário macroeconômico difícil no primeiro trimestre. Os investidores não perdoaram a reversão do lucro em prejuízo no período e as ações MGLU3 levam um tombo nesta terça-feira (17) — figuram entre as maiores baixas do Ibovespa.
Mas nem tudo está perdido para o Magalu. A XP Investimentos, por exemplo, acredita que, apesar do momento mais desafiador para a demanda de bens duráveis, a varejista será favorecida nos próximos trimestres pela aceleração do varejo físico na comparação com 2021.
O dólar à vista segue renovando mínimas na sessão de hoje, acompanhando o fluxo de entrada de invesimentos estrangeiros e o bom desempenho das ações do setor de commodities.
Os números apresentados pela Hapvida (HAPV3) na noite de ontem não animaram o mercado. As ações da operadora de saúde recuam cerca de 17% nesta manhã.
Consolidando pela primeira vez os números da operação da NotreDame Intermédica, a Hapvida teve um prejuízo líquido de R$ 182 milhões no primeiro trimestre do ano, com lucro líquido ajustado de R$ 78,1 milhões, um recuo de 70% frente ao mesmo período do ano passado.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 284,4 milhões, queda de 39,1%. A companhia teve uma despesa líquida de R$ 171,5 milhões, bem superior aos R$ 29,8 registrados um ano antes.
Pressionada pela onda da variante ômicron que atingiu o país no início do ano, a sinistralidade da companhia foi de 72,9%. Segundo a companhia, o indicador seria de 67,1% se excluídos os efeitos do coronavírus, despesas médicas das operadoras recém-adquiridas e o reajuste dos planos individuais.
As ações do Nubank chegaram a subir mais de 10% na primeira hora de negociação na bolsa nesta terça-feira (17), conforme o mercado reage aos resultados da fintech no primeiro trimestre.
Porém, os papéis perderam força na bolsa de Nova York (Nyse) e, por volta das 11h15, operavam em queda de 0,71%, cotados a US$ 4,31.
Na noite de ontem (17), o Nubank reportou redução do prejuízo líquido, que atingiu US$ 45,1 milhões no primeiro trimestre. O resultado representa uma melhoria de 9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Depois de reagirem positivamente à sinalização
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SOMA3 | Grupo Soma | R$ 12,01 | 5,07% |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 16,04 | 3,95% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 26,91 | 3,90% |
| ECOR3 | Ecorodovias ON | R$ 6,10 | 3,74% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 14,38 | 3,60% |
Confira as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 7,00 | -10,71% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 3,49 | -1,13% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 15,56 | -0,70% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 4,43 | -0,45% |
| UGPA3 | Ultrapar ON | R$ 13,71 | -0,29% |
As preocupações com a economia chinesa segue em primeiro plano entre os investidores,mas os sinais de que uma recuperação está a caminho anima as bolsas hoje.
Xangai, a maior cidade da China, está reabrindo o seu comércio e a retomada impulsionou as cotações do minério de ferro e do petróleo.
O PIB europeu, acima da estimativa também ajuda o bom humor dos mercados, dando uma pausa nas perdas em Nova York.
No Brasil, o Ibovespa acompanha e o dólar volta a ser negociado abaixo da casa dos R$ 5.
A bolsa brasileira segue o otimismo internacional e sobe após a abertura desta terça-feira (17).
O Ibovespa engatou alta de 1,30% após o encerramneto dos leilões de abertura, aos 109.638 pontos.
No mesmo horário, a moeda norte-americana rompeu a barreira dos R$ 5,00 e é negociada a R$ 4,9710, uma queda de 1,78%.
A curva de juros futuro (DIs) amanheceu em queda hoje, seguindo o cenário internacional de alívio com o Federal Reserve.
Os juros de hoje refletem as falas de dirigentes mais contracionistas do Fed de que os juros devem subir de maneira menos intensa.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,32% | 13,44% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,37% | 12,57% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,18% | 12,38% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,13% | 12,33% |
O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,77%, aos 110.140 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista recuava 0,82%, aos R$ 5,0104.
Antes da abertura dos negócios, leia a coluna de Nilson Marcelo, analista de investimentos da Vitreo, que indica uma oportunidade de swing trade com os papéis da Positivo (POSI3).
Na coluna de ontem, ele indicou Wiz (WIZS3), que atingiu o alvo parcial, gerando um ganho de 2% para os traders.
Os investidores retornam às mesa de operações nesta terça-feira (17) com apetite de risco e em busca de barganhas nas bolsas hoje.
O alívio com a reabertura de Xangai — uma das maiores cidades chinesas — após um surto de covid-19 animou os negócios nas primeiras horas da manhã.
A volta do apetite de risco dos investidores tomou conta das bolsas no exterior nesta terça-feira (17).
O alívio da covid-19 na China, bem como a tentativa de recuperação das perdas da última semana, mantém os índices em campo positivo hoje.
Além disso, o alívio também veio dos Estados Unidos, com o “resfriamento” das falas de dirigentes do Federal Reserve, o Banco Central americano, sobre a defesa da alta dos juros.
Jim Bullard e Loretta Mester entendiam que o aperto monetário da próxima reunião deveria ser mais agressivo — hawkish, no jargão do mercado.
Mas ambos recalibraram seus discursos ontem e entendem que um avanço de 50 pontos-base nos juros podem ser suficientes, descartando uma alta de 75 pontos-base por enquanto.
Por aqui, a bolsa local precisa digerir mais um dia de debates em torno do Orçamento.
Uma PEC que prevê o aumento de benefícios para juízes na ativa e aposentados deve captar cerca de R$ 7,5 bilhões das contas públicas — e isso pode agravar ainda mais a greve dos servidores, que conta com a adesão de novas categorias nesta terça-feira.
No pregão da última segunda-feira (16), o Ibovespa fechou o dia em alta de 1,22%, aos 108.232 pontos. Já o dólar à vista encerrou a sessão com um recuo de 0,12%, a R$ 5,0516.
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
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Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
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