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GMV (volume de vendas) da empresa foi de R$ 11,4 bilhões no segundo trimestre, alta anual de 51%; vendas no marketplace aumentaram 85%
A Via (VVAR3), dona da Casas Bahia, apresentou um lucro líquido de R$ 132 milhões no segundo trimestre, resultado duas vezes maior que o lucro do mesmo período do ano passado. Analistas projetavam a linha a R$ 62 milhões, segundo dados da Bloomberg.
O GMV (volume de vendas) da empresa foi de R$ 11,4 bilhões no segundo trimestre, alta anual de 51%. Segundo a Via, 65% do volume foram de vendas digitais, que totalizaram R$ 7,5 bilhões, avanço de de 35,7%. A receita líquida subiu 49,2%, para R$ 7,8 bilhões.
O volume bruto de vendas em lojas físicas aumentou 123,7%, chegando a R$ 5 bilhões, principalmente por causa da fraca base de comparação, já que há um ano as medidas de restrição para conter a covid-19 foram maiores do que no segundo trimestre de 2021.
A Via (VVAR3) chegou a 70 mil vendedores em sua plataforma, ante 10 mil do início deste ano. "A forte escalada demonstra a atraente força de nossas marcas, a capacidade de gerar demanda e nossa execução", comentou a varejista.
Assim, as vendas do marketplace (3P) aumentaram quase 85% na base anual, chegando a R$ 1,6 bilhão e representando 26% do e-commerce - aumento de 9p.p quando comparado ao ano anterior. Vendas próprias (1P) aumentaram 6,8%, a R$ 4,695 bilhões.
A empresa saiu de 3 milhões de Unidades de Manutenção de Estoque (SKUs) em março de 2020 para quase 30 milhões ao final de junho de 2021.
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"O maior número de sellers e aumento de sortimento em uma maior amplitude de categorias, aliados à nova estratégia e estrutura comercial dedicadas ao marketplace e os projetos que estão por vir nos colocam em pé de igualdade para competir".
Via, em comunicado.
No segundo trimestre, a varejista registrou uma margem Ebitda de 6,2%, estável, apesar da maior participação das vendas digitais e restrições no funcionamento das lojas físicas por causa da pandemia.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado no período foi de R$ 485 milhões, de acordo com a Via.
A companhia aumentou a participação no varejo online de 7,8% no terceiro trimestre de 2019 para 16,4% em julho de 2021, segundo dados da Compre & Confie). Um salto de 8,6 pontos percentuais – a meta é pelo menos 20% de participação de mercado até 2025.
A Via informou que o banQi, fintech de conta digital da companhia, registrou R$ 820 milhões transacionados ao final de junho, com aumento no volume transacionado em cerca de 95% em relação aos três primeiros meses do ano.
Em julho o banQi recebeu licença (BNQI SCD) do Banco Central do Brasil para atuar como sociedade de crédito direto. "A autorização para atuação como SCD é transformacional para a Via, pois amplia de forma relevante o mercado endereçável de atuação (TAM)", disse a empresa.
Companhia já vinha operando sob restrições desde outubro; no ano passado, a Refit foi alvo de operações da Polícia Federal, acusada de fazer parte de um grande esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro
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