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Em nota, a empresa afirmou que está diversificando os ativos da empresa que não influenciam a fluidez do caixa
Mais uma vez, Elon Musk usa sua mão nada invisível para mover o mercado. O fundador da Tesla afirmou ter comprado US$ 1,5 bilhão (aproximadamente R$ 7,5 bilhões) para diversificar as reservas da empresa.
Como já era de se esperar do bilionário, essa declaração fez a criptomoeda ter uma valorização no mercado. Por volta das 17h45, o Bitcoin estava cotado a US$ 43.501,10, uma alta de quase 12%.
A moeda também bateu recorde, atingindo os US$ 44 mil após a fala de Musk. Em Real, o recorde também foi quebrado com uma alta de 11%, a R$ 234.651.
Confira outras seis vezes em que Elon Musk movimentou os mercados apenas com sua conta no Twitter.

“A tendência do Bitcoin ao longo prazo é de alta. E a entrada do Elon Musk no mercado, que comprou 1,5 bilhão de dólares em Bitcoin, mostra que os grandes investidores realmente estão acreditando no futuro da criptomoeda, preocupados com a inflação e dominância do dólar no longo prazo e vendo a concretização do Bitcoin como reserva de valor”, afirma Ricardo Dantas, co-CEO da Foxbit.
Em nota, a Tesla afirmou que essa é uma decisão para “diversificar ainda mais as reservas da companhia e maximizar o retorno financeiro de ativos que não influenciam diretamente a liquidez de caixa da empresa”.
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“Nós investimos US$ 1,5 bilhão e devemos manter nossa posição quanto a moedas digitais no longo prazo”, continua o comunicado. “Mais para frente, nós pretendemos fazer com que o bitcoin seja usado como forma de pagamento dos nosso produtos, sujeito às leis aplicáveis e de forma mais limitada”.
Assim como o "efeito Apple" fez as ações da Kia dispararem na semana passada, será que estamos vendo o nascimento do "efeito Musk" nos mercados?
No final de semana, Elon Musk também fez outra moeda sair do meme e ir para o espaço. A bola da vez foi o Dogecoin, uma moeda digital baseada em um meme de cachorrinho, que disparou 64% em 24 horas.
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