O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para analistas do banco, mercado ignora capacidade da empresa de buscar oportunidades que muitas vezes não estão disponíveis para investidores comuns
O BTG Pactual elevou para R$ 39 o preço-alvo de Cosan (CSAN3), o que implica um potencial de alta de 66%. O banco cita um "novo ciclo de crescimento" da empresa, após o IPO da subsidiária Raízen e investimentos via fundo da Cosan.
Para os analistas da instituição, a empresa é negociada na bolsa com um desconto a 18%, considerando suas subsidiárias, "custo de holding" e dívida líquida. "A Cosan provou, pela capacidade de execução, que pode ser negociada com um desconto menor", diz trecho do relatório desta quinta-feira (16).
Na avaliação do BTG, o preço atual das ações (CSAN3) evidencia que o mercado ignora um dos pilares de uma holding: a capacidade de buscar oportunidades que muitas vezes não estão disponíveis para investidores comuns, a exemplo da recente joint venture de mineração anunciada pela empresa.
O banco lembra que, nos últimos 10 anos, a Cosan diversificou os negócios e se transformou, de uma empresa de açúcar e etanol, em um dos "mais bem sucedidos conglomerados operando no Brasil".
"Conforme os negócios operacionais amadurecem, a Cosan parece pronta para acelerar o crescimento mais uma vez", diz a instituição.
Para o BTG, o foco da empresa "claramente é a agenda ESG — sigla em inglês para as melhores práticas ambientais, sociais e de governança —", o que deve "testar a capacidade de fechar bons negócios e sustentar a excelência operacional".
Leia Também
Os analistas da instituição dizem que a Cosan negocia com o múltiplo P/E de 2021 em 10x e 6,3x EV/Ebida, o que seriam "mínimos históricos".
O BTG não é a primeira instituição a rever as projeções para a Cosan após o IPO da subsidiária Raízen.
O Goldman Sachs, por exemplo, avaliou que a operação havia "destravado" valor da empresa e colocou um preço-alvo de R$ 21,90, mas sem recomendar a compra dos papéis.
Os analistas do banco americano disseram que havia riscos envolvendo os níveis de atividade econômica, preços mais altos para o petróleo tipo Brent, mudanças na produção maiores que o esperado, câmbio e intervenção do governo nos preços da gasolina e do diesel.
Reunião de oito análises mostra que o mercado está dividido entre recomendação de compra e neutra, segundo dados da plataforma TradeMap. A mediana das estimativas aponta um preço-alvo de R$ 31 para Cosan (CSAN3).
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual