O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
JHSF, Cury e Mitre apresentam aumento de vendas no primeiro trimestre, ainda que a pandemia tenha imposto restrições
O mercado imobiliário está bastante aquecido neste começo de ano, como demonstram as prévias operacionais do primeiro trimestre sendo divulgadas pelas construtoras e incorporadoras.
Depois de Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Moura Dubeux (MDNE3) apresentarem números considerados robustos pelos analistas, foi a vez de JHSF (JHSF3), Cury (CURY3) e Mitre (MTRE3) divulgarem seus resultados para o período.
Confira os números de cada empresa:
A companhia, que atua como incorporadora voltada ao mercado de alta renda, divulgou na terça-feira (13) que as vendas contratadas cresceram 247% nos primeiros três meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2020, para R$ 346,3 milhões.
O destaque no período foram as vendas contratadas no Boa Vista Village, empreendimento de luxo localizado na cidade de Porto Feliz, São Paulo, que conta até com o seu próprio campo de golfe e piscina com ondas para praticar surfe.
Lançado em 2019, os ganhos com venda de lotes de terrenos saltaram de R$ 13,1 milhões para R$ 229,1 milhões, nas comparações entre os primeiros trimestres de 2020 e 2021.
Leia Também
A construtora e incorporadora focada em imóveis residenciais na Grande São Paulo registrou nos primeiros três meses do ano vendas líquidas de R$ 82,8 milhões, 145,3% acima do mesmo período de 2020.
No entanto, na comparação com o quarto trimestre, as vendas líquidas foram 70,8% inferiores, por conta da restrição ao funcionamento de stands de venda, devido às medidas de restrição de circulação adotadas em São Paulo para combater a covid-19.
Por conta da pandemia, a Mitre optou por não realizar lançamentos no trimestre, assim como no mesmo período de 2020.
A velocidade de vendas, medida pelo índice de vendas sobre oferta (VSO) também ficou prejudicado pelas circunstâncias – no primeiro trimestre, ele foi de 18,7%, comparado a 46,9% no quarto trimestre e 21,6% no primeiro trimestre do ano passado.
A empresa, que atua na construção e incorporação de empreendimentos voltados para o segmento de baixa renda nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas, informou que quebrou seu recorde de vendas trimestrais, considerando todos os trimestres de todos os anos de operação.
As vendas líquidas no primeiro trimestre chegaram a um valor geral de vendas (VGV) de R$ 590 milhões, crescimento de 147,1% ante o primeiro trimestre de 2020.
No período, foram lançados seis empreendimentos, também totalizando um VGV de R$ 590 milhões, alta de 274,7% na comparação anual, sendo três deles localizados em São Paulo e três no Rio de Janeiro.
A Cury destacou que o preço médio das unidades lançadas atingiu R$ 200 mil reais, 14,4% superior aos R$ 175 mil observados no mesmo período de 2020, em linha com a estratégia de explorar as faixas mais altas do programa de habitação federal Casa Verde e Amarela.
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas