O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Compra das operações do Walmart no Brasil fortalece as operações do Carrefour e foi realizada a um bom preço, considerando as sinergias esperadas
O mercado foi surpreendido na manhã desta quarta-feira (24) com a notícia de que o Carrefour Brasil (CRFB3) fechou um acordo para adquirir o Grupo Big, antiga operação da varejista americana Walmart no país.
A surpresa, porém, foi muito bem recebida, como se pôde ver nas ações da varejista, que fecharam em alta de 12,77%, a R$ 21,73, a maior alta do Ibovespa no dia.
A maioria dos analistas ainda está se debruçando sobre os detalhes da aquisição, mas alguns já divulgaram as primeiras impressões e, por enquanto, elas são positivas. Ao adquirir o terceiro maior nome do mercado, eles afirmam que o Carrefour se torna o principal player do varejo de alimentos.
O UBS BB destacou que a incorporação do Big fará com que o Carrefour Brasil aumente em 80% o número de lojas no país, dobrando em hipermercados, multiplicando por três a quantidade de supermercados e elevando em 25% as unidades de atacarejo, além de entrar no segmento de clube de compras com o Sam’s Club, mercado pouco explorado no país. O resultado será um incremento da ordem de 32% da receita.
A expansão operacional também foi destacada por Sergio Oba, editor da Empiricus. Para ele, a aquisição do Big torna a operação brasileira praticamente do mesmo tamanho que a da França, com vendas brutas de cerca de R$ 100 bilhões.
“A conversão das lojas da rede adquirida – Maxxi em Atacadão e a operação do Sam’s Club – adicionam exposição ao canal de cash and carry (atacarejo) que vem sendo (e deve se manter) destaque nos próximos anos”, disse ele.
Leia Também
Outro ponto destacado foram os R$ 7,5 bilhões acertados pelo Carrefour para concretizar a operação, com 70% sendo repassado em dinheiro e o restante por meio de emissão de novas ações.
O valor, de acordo com o UBS, pressupõe um múltiplo EV/Ebitda – que indica quanto tempo levaria para o lucro operacional pagar o investimento feito – de 3,6 vezes, após os ganhos de sinergia. Para o banco, o valor é “atraente” considerando que a aquisição do Big coloca o Carrefour “numa posição estratégica muito forte, ao ser claramente o líder do mercado”.
“Embora não seja uma aquisição pequena, para nós, o acordo é feito a múltiplos atraentes, com enorme sinergia, e fortalece significativamente a posição competitiva (da empresa)", diz trecho do relatório assinado pelos analistas Sreedhar Mahamkali, Samantha Osborne e Gustavo Piras Oliveira.
A questão da sinergia do acordo foi bastante comentada pelos analistas. O Carrefour informou que a operação resultará em ganhos significativos desde o primeiro ano, aumentando gradualmente para representar uma contribuição adicional líquida ao Ebitda de R$ 1,7 bilhão anualmente, três anos após a conclusão da operação.
Esta foi uma questão considerada importante pela Genial Investimentos, assim como os ativos imobiliários, que valem cerca de R$ 7 bilhões, justificando o valor pago, que equivalente a 8,3 vezes o Ebitda do Big, “um pouco mais caro que o Carrefour, atualmente negociado a 7,1 vezes”.
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra