Menu
2021-02-26T08:45:38-03:00
Estadão Conteúdo
débito ou crédito?

Lucro do PagSeguro soma R$ 430 mi no trimestre; maior da história da companhia

O recorde, contudo, não foi suficiente para evitar que o PagSeguro terminasse 2020 em queda. O lucro líquido ajustado da empresa caiu 2,4% em comparação a 2019, ao alcançar R$ 1,434 bilhão

26 de fevereiro de 2021
8:45
Maquininha da PagSeguro
Maquininha da PagSeguro - Imagem: Reprodução

O PagSeguro, empresa de pagamentos do Grupo UOL com ações listadas na Nasdaq, em Nova York, registrou lucro líquido ajustado de R$ 430 milhões no quarto trimestre do ano passado, alta de 4,5% em relação a igual período do ano anterior. Trata-se do maior resultado líquido da história da companhia para um período de três meses.

O recorde, contudo, não foi suficiente para evitar que o PagSeguro terminasse 2020 em queda. O lucro líquido ajustado da empresa caiu 2,4% em comparação a 2019, ao alcançar R$ 1,434 bilhão.

O total de pagamentos capturados pela adquirente chegou a R$ 55,2 bilhões no último trimestre do ano passado, expansão de 61,2% em relação a igual período de 2019. No ano todo, o crescimento é mais tímido, mas ainda expressivo, a uma taxa de 40,7%, para R$ 161,5 bilhões.

As receitas totais, por sua vez, alcançaram R$ 2,088 bilhões nos três meses finais de 2020, incremento de 32,6% sobre o número registrado em igual período do ano anterior. Com isso, o PagSeguro encerrou o ano passado com R$ 6,814 bilhões em receitas totais, avanço de 19,4% em relação a 2019.

A companhia destacou também que terminou 2020 com a marca de 8 milhões de clientes ativos, com a adição de 1,2 milhão só nos últimos três meses. Em todo o ano passado, foram 5,1 milhões de novos usuários.

Segundo a companhia, o quarto trimestre foi marcado pela expansão mais acelerada do uso do cartão de débito por parte dos consumidores, uma tendência do mercado no período. Enquanto isso, as transações com cartão de crédito, tanto à vista quanto parcelado, tiveram crescimento menor, destaca o PagSeguro.

Para a empresa, o avanço maior do débito reflete "mudança temporária" nos padrões de consumo dos brasileiros, que têm priorizado os bens de primeira necessidade, equacionando as finanças mensais e adiando compras parceladas, dado o cenário de maior incerteza.

"Essas tendências são explicadas principalmente pelo comportamento dos consumidores no período, refletindo uma redução nos limites de crédito dos bancos emissores, desaceleração das atividades de consumo em parcelas, em parte decorrente da pandemia da covid-19. Além disso, a prevalência do auxílio emergencial, que representa a assistência financeira do governo brasileiro para pessoas economicamente vulneráveis e que é transacionado majoritariamente na modalidade de débito", explica a companhia, em nota à imprensa.

Comentários
Leia também
UMA OPÇÃO PARA SUA RESERVA DE EMERGÊNCIA

Um ‘Tesouro Direto’ melhor que o Tesouro Direto

Você sabia que existe outro jeito de investir a partir de R$ 30 em títulos públicos e com um retorno maior? Fiz as contas e te mostro o caminho

Carteira digital

PicPay entra com pedido de IPO na Nasdaq

Aplicativo atingiu recentemente a marca de 50 milhões de usuários, mas crescimento veio acompanhado de um prejuízo de mais de R$ 800 milhões só no ano passado

Mercados hoje

Bolsas sobem em Nova York após dois dias de queda; índice de empresas brasileiras avança apesar do petróleo

Otimismo com retomada da economia norte-americana impulsiona bolsas. A maior surpresa do dia é o Nasdaq, que sobe mesmo com o peso das ações da Netflix

O varejo ferve

Renner mira compra da Dafiti com recursos da oferta de ações

Varejista anunciou captação de até R$ 6,5 bilhões na bolsa e pode usar os recursos para fazer uma proposta pelo e-commerce de moda

Pouso forçado

Demanda por voos deve encerrar o ano em menos da metade do nível pré-pandemia

O prejuízo total das companhias aéreas em 2021 deve ficar entre US$ 47 bilhões e US$ 48 bilhões, de acordo com a ação Internacional de Transporte Aéreo (Iata)

Agora vai?

Governo vai reduzir valor de arrecadação por áreas “micadas” do pré-sal em novo leilão

A arrecadação que o governo pretende receber pela exploração de dois campos do pré-sal foi reduzida em R$ 25,5 bilhões; novo leilão deve acontecer em dezembro

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies