🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Menos é mais

Americanas quer unificar as ações AMER3, LAME3 e LAME4 — e virar um nome de peso na bolsa

A Americanas (AMER3) quer simplificar a estrutura e incorporar a Lojas Americanas (LAME3 e LAME4), melhorando a governança e a liquidez

Victor Aguiar
Victor Aguiar
3 de novembro de 2021
11:06 - atualizado às 10:25
Fachada da Lojas Americanas (AMER3, LAME3 e LAME4))
Imagem: Wikipedia

Quando o assunto é varejo e e-commerce, Magazine Luiza e Via costumam ser os nomes de referência para os investidores — a Americanas sempre fica meio de escanteio. E não à toa: a estrutura acionária da empresa é, no mínimo, confusa. Há a Lojas Americanas, holding do grupo e que tem ações LAME3 e LAME4 na bolsa, mas também há a Americanas S.A., fruto da união operacional com a B2W, com seus próprios papéis AMER3 na B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, no que depender da própria companhia, essa bagunça está com os dias contados. A Americanas divulgou hoje um plano para unificar suas bases e simplificar sua organização — e, de quebra, aumentar a liquidez de seus ativos na bolsa. Um passo que pode ajudar suas ações, que têm sofrido bastante em 2021.

Para se ter uma ideia, os papéis da Americanas S.A. (AMER3) amargam perdas de quase 60% no ano, enquanto Lojas Americanas PN (LAME4) recua 55%; entre os analistas, as visões para os ativos costumam ser neutras: não há quase ninguém pessimista, mas também não há grandes manifestações de confiança em relação à companhia.

Cotadas a R$ 31,22 no fechamento da última sexta-feira (29), as ações ON da Americanas S.A. (AMER3) estavam perto das mínimas do ano

Pela proposta, apenas a Americanas S.A. continuará existindo; assim, somente as ações AMER3 permanecerão na bolsa. Para tal, a empresa pretende emitir 350 milhões de novos papéis em favor dos detentores de LAME3 e LAME4, sem distinção pelo tipo de ativo.

A arquitetura da operação passa pelos controladores da empresa, os megainvestidores Jorge Paulo Lemann, Carlos Sicupira e Marcel Telles. Eles permaneceriam com 29,2% da nova Americanas, mantendo-se no posto de acionistas de referência — os 70,1% restantes ficariam em circulação no mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

AMER3, LAME3 e LAME4: fim da sopa de letrinhas

E por que unificar as bases em torno da Americanas S.A. e das ações AMER3 pode ter implicações positivas para a tese de investimentos na empresa?

Leia Também

Em primeiro lugar, a Americanas S.A. faz parte do Novo Mercado da B3, o segmento de negociação com os mais elevados padrões de governança corporativa — a Lojas Americanas, por ter papéis ON e PN e, consequentemente, não oferecer os mesmos direitos a todos os acionistas, tem uma governança pior.

Em segundo, há o chamado desconto de holding: por terem mais camadas administrativas, custos extras e impostos adicionais, as ações desse tipo de empresa sempre passam por alguma correção negativa em suas cotações. Além disso, holdings costumam ter investimentos em diversos negócios — alguns melhores que outros —, o que também afeta sua precificação.

É o caso de Itaúsa (ITSA4), a holding de investimentos do Itaú Unibanco — e que também tem participação na Alpargatas e na Dexco, entre outras. Bradespar (BRAP4), veículo do Bradesco que possui uma fatia relevante na Vale (VALE3), é outro exemplo clássico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, há uma questão matemática envolvendo a liquidez. Atualmente, a base de Americanas S.A. tem 903 milhões de ações, dos quais 47% estão em circulação no mercado — algo perto de 425 milhões de papéis.

Caso a operação corra conforme o planejado, a base subiria para 1,25 bilhão de ações AMER3, com 70,1% em circulação — ou 880 milhões de papéis. Ou seja, o free float da empresa quase dobraria, o que facilitaria as negociações em bolsa e, potencialmente, atrairia mais acionistas.

Americanas: Lemann, Telles e Sicupira continuam no barco

Presentes desde a década de 80 na empresa, os megainvestidores permanecerão com uma fatia de 29,2% na Americanas S.A., abrindo mão do controle sem exigir um prêmio para tal.

O rearranjo, no entanto, inclui uma cláusula de defesa — a chamada poison pill. Caso algum novo acionista atinja uma fatia de 15% na Americanas, ele obrigatoriamente deverá fazer uma oferta pública de aquisição (OPA) a todos os outros investidores da companhia. Na prática, é um mecanismo para evitar que alguém rivalize com Lemann, Telles e Sicupira no posto de principais acionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar