O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O executivo reafirmou que o objetivo da companhia “é ser a melhor empresa de óleo e gás do mundo”, concluiu em sua (talvez) última Carta do Presidente
O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou em sua provável última Carta do Presidente na divulgação do resultado do exercício de 2020, que entregou a recuperação em "J" que havia prometido, e que a empresa teve um desempenho excepcional em 2020, apesar do ambiente desafiador da pandemia de covid-19.
Sem tocar no assunto da sua substituição pelo general Joaquim Silva e Luna, a pedido do presidente Jair Bolsonaro, processo que ainda passará por uma assembleia de acionistas, Castello Branco agradeceu o apoio do Conselho de Administração "à execução da estratégia nesta jornada", e listou várias conquistas realizadas no ano passado.
Ele informou que desde janeiro de 2019, quando entrou na companhia, já foram concluídas 21 transações e assinadas outras 13 no programa de desinvestimentos, garantindo a adição de US$ 17 bilhões ao caixa, e que mais 50 ativos estão à venda em diferentes estágios.
Sem dar detalhes, ele informou que chegaram à etapa final a venda de cinco refinarias, da Gaspetro e de campos maduros. A Transpetro, informou, vendeu 11 navios, sendo a maior parte com mais de 30 anos.
O executivo destacou que o lifting cost da Petrobras caiu 42,2% em 2020 em relação à média de 2015-2019 (US$ 9/boe) para US$ 5,2/boe em 2020, e o fluxo de caixa da companhia cresceu 13%, enquanto o petróleo caiu 35% no ano passado. A empresa conseguiu também melhorar a gestão dos estoques, reduzidos em 8 milhões de barris.
Segundo Castello Branco, 11 mil funcionários da Petrobras e suas subsidiárias aderiram ao Plano de Demissão Voluntária (PDV), dos quais 6.100 deixaram a companhia entre 2019 e 2020 e outros 5 mil sairão a partir de 2021.
Leia Também
"Quase 1.500 posições gerenciais foram eliminadas, o uso de recursos internos foi adotado para reduzir custos e o uso da transformação digital e da automação reduziram a demanda por serviços terceirizados", afirmou.
O executivo reafirmou ainda, que o objetivo da companhia "é ser a melhor empresa de óleo e gás do mundo", concluiu.
Antes da crise causada pelas críticas sucessivas do presidente Jair Bolsonaro à sua política de preços de combustíveis, a Petrobrás registrou lucro líquido de R$ 59,9 bilhões no quarto trimestre do ano passado, salto de 635% ante igual período de 2019, muito acima do esperado por analistas e o maior para um trimestre na história da companhia. Com o resultado, divulgado na noite desta quarta-feira, 24, a estatal fechou 2020 no azul, com lucro líquido de R$ 7,11 bilhões.
Com o resultado, a petroleira conseguiu reverter o prejuízo dos três primeiros trimestres do ano, apagando as perdas causadas pela covid-19, que parou a economia e, no início da pandemia, derrubou a demanda por petróleo e seus derivados.
Foi o último balanço financeiro da gestão de Roberto Castello Branco. Após as críticas de Bolsonaro, iniciadas na semana passada, o governo federal indicou o general da reserva Joaquim Silva e Luna para substituir o executivo no comando da Petrobrás. Ele não comentou a saída.
Também criticado por Bolsonaro por adotar o "home office" durante a pandemia, Castello Branco aproveitou o balanço da empresa para prestar solidariedade às vítimas da covid-19. "Gostaria de expressar nossa solidariedade a todos aqueles que sofreram as terríveis dores causadas pela pandemia e elogiar os médicos e cientistas que foram verdadeiros heróis na batalha pela preservação das vidas humanas", escreveu o executivo.
As projeções de cinco equipes de análise do mercado financeiro consultadas pelo Estadão/Broadcast apontavam para uma média de R$ 11,4 bilhões de lucro no quarto trimestre. O resultado muito melhor do que o esperado no último trimestre de 2020 poderá servir para o executivo defender sua gestão, marcada pelo ajuste financeiro por meio da venda de ativos, redução da dívida e foco na produção do pré-sal.
No quarto trimestre, o lucro foi puxado, principalmente, por reversões de baixas contábeis, que foram feitas por causa da crise causada pela covid-19, mas puderam ser desfeitas na esteira da retomada da economia mundial. A receita líquida cresceu 6% ante o terceiro trimestre, por causa da alta nas cotações do barril de petróleo, "aliada à maior demanda por geração termelétrica, que levou ao aumento das vendas de energia elétrica, gás natural e óleo combustível", diz o relatório divulgado pela Petrobrás.
Só que as reversões de baixas contábeis pesaram mais, somando R$ 31 bilhões no quarto trimestre. Pelas normas de contabilidade seguidas pelas companhias abertas, as empresas devem, periodicamente, ajustar o valor de seus ativos, no balanço financeiro, conforme diversos parâmetros. Quando essas contas apontam para redução no valor dos ativos, é preciso cortar o lucro. Por outro lado, quando apontam alta nos valores, o lucro cresce.
A crise causada pela covid-19 levou várias companhias mundo afora a registrarem baixas contábeis. As feitas pela Petrobrás nos primeiros meses da pandemia usaram, entre os parâmetros, projeções de que as cotações do petróleo ficariam na casa dos US$ 25 em 2020. Nessas contas, a estatal foi mais conservadora do que suas concorrentes, segundo relatório do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep).
Só que a recuperação da economia global, puxada pela China, impulsionou uma retomada nos preços do barril a partir de maio. O movimento continuou neste início de 2021 - o petróleo tipo "brent", com entrega para abril, negociado em Londres e usado como referência pela Petrobrás, ficou em torno de US$ 65 nesta semana.
Com o conservadorismo dos cálculos, apenas no primeiro trimestre, a Petrobrás registrou baixas de US$ 13,4 bilhões, por causa de projetos que teriam deixado de ser viáveis com a queda do barril. Foi o principal motivo do prejuízo de R$ 48,5 bilhões nos três primeiros meses do ano, início da pandemia. Já no terceiro trimestre de 2020, com a recuperação das cotações do petróleo, a companhia começou a reverter as baixas, acelerando o ritmo de reversões no quarto trimestre
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%