O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Antiga BR Distribuidora se aliou à Copersucar para comercializar o biocombustível, como parte da sua estratégia ESG
A Vibra Energia (BRDT3) - novo nome da BR Distribuidora - fechou parceria com a Copersucar para criação de uma joint venture que atuará como Empresa Comercializadora de Etanol (ECE), com estrutura independente. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (30).
Segundo fato relevante publicado pela Vibra, a parceria foi aprovada pelo Conselho de Administração da companhia no último dia 27. A iniciativa está em linha com a pauta ESG defendida pela empresa, uma vez que a ECE visa a apoiar a transição energética e a descarbonização de veículos leves.
A sociedade será constituída com capital social de R$ 10 milhões. A Vibra Energia irá adquirir da 49,99% das ações representativas, pelo valor de R$ 4,99 milhões, enquanto a Copersucar manterá fatia de 50,01%.
Após todas as aprovações, as acionistas irão aportar na nova sociedade mais R$ 440 milhões, na proporção de suas participações. Não haverá aporte de ativos imobilizados dos sócios, conforme informa o documento.
Atualmente, a Vibra Energia movimenta entre 6 bilhões e 6,5 bilhões de litros de etanol em sua atividade de distribuição. Enquanto a Copersucar é responsável por comercializar entre 4,5 bilhões e 5 bilhões de litros do biocombustível produzidos pelas usinas vinculadas à Cooperativa de Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo.
"Com a entrada em operação da JV (joint venture), esta passará a ser a responsável por adquirir o volume demandado pela Vibra, bem como por escoar a produção das usinas da cooperativa", anunciou a Vibra Energia.
Leia Também
Para André Corrêa Natal, diretor de finanças da antiga BR Distribuidora, a parceria tem potencial de transformar a Joint Venture na maior comercializadora de etanol do país, e uma das maiores do mundo.
“A nova parceria deverá gerar ganhos de escala que viabilizarão maior competitividade e diversos tipos de sinergias nas operações, através de melhores controles operacionais, maior capacidade de carregos de estoque, monitoramento constante e visão ampla de todos os processos da cadeia em tempo real, entre outros", diz o documento.
A ECE será livre para comprar etanol no mercado e não apenas das usinas da Cooperativa, assim como a Cooperativa poderá vender etanol para outros clientes além da Vibra Energia.
Para o analista Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos, a parceria está alinhada ao novo posicionamento estratégico da Vibra, que quer se voltar à economia de baixo carbono, e deve ter novos desdobramentos nos próximos dias.
“O aporte de R$ 440 milhões representa pouco mais de 6,5% de seu endividamento líquido atual e um incremento de 0,12 vez em sua alavancagem, que potencialmente atingirá 1,5 vez, proporção ainda favorável para comportar novos movimentos de expansão”, complementou o analista.
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar
Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa
Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas
Dados da empresa de tecnologia mostram que a adesão da tecnologia no Norte Global é quase o dobro em comparação às nações emergentes
Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda
Imóvel histórico no centro de Milão será transformado no 18º hotel da rede Fasano; operação de 52,5 milhões de euros reforça estratégia de expansão internacional e foco em receitas recorrentes da companhia
Telecom acusa fundos que se tornaram acionistas após conversão de dívida de exercer influência abusiva e requer medidas cautelares, incluindo bloqueio de créditos
Antigo Banco Voiter, instituição enfrentava deterioração de liquidez; bens dos administradores ficam bloqueados
A J&F, que é dona do PicPay, teria colocado R$ 450 milhões na mesa, enquanto Daniel Vorcaro estaria pedindo R$ 600 milhões para selar o negócio
Em meio à guerra comercial, Goldman Sachs elege a preferida do setor de siderurgia; com revisão de preço-alvo; confira