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Confira o valor por ação, a data de corte para ter direito aos proventos e o dia marcado para os pagamentos de cada uma das empresas
Boa notícia para quem gosta de dividendos: após registrar lucro líquido de R$ 5,139 bilhões no terceiro trimestre — um resultado 47,6% maior em relação ao mesmo período de 2020 e às projeções do mercado —, o Banco do Brasil (BBSA3) anunciou nesta segunda-feira (8) a distribuição de R$ 1,1 bilhão em juros sobre o capital próprio (JCP) para seus acionistas.
Os proventos, que correspondem a R$ 0,39370314870 por ação do banco, serão pagos em 30 de novembro, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Para ter direito ao valor é preciso possuir os papéis BBSA3 em 22 de novembro; os ativos serão negociados "ex-direitos" a partir do dia seguinte.
Quem também fez a alegria dos investidores hoje foi a Itaúsa (ITSA4). A holding de investimentos anunciou três pagamentos de JCP entre os meses de janeiro e abril de 2022.
Apresentamos, no nosso Instagram, uma análise de mercado sobre o porquê de Itaúsa poder estar num bom ponto de entrada.
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Vale lembrar que, em ambos os casos de pagamento de proventos, há retenção de 15% de imposto de renda na fonte antes do pagamento. Confira abaixo o valor por ação, base para a posição acionária — a data de corte para ter direito aos proventos — e data de distribuição de cada uma das parcelas:
| Valor por ação | Base para a posição acionária | Data de pagamento |
| R$ 0,0235295 | 30 de novembro de 2021 | 3 de janeiro de 2022 |
| R$ 0,0235295 | 13 de dezembro de 2021 | 1 de abril de 2022 |
| R$ 0,131512 | 23 de novembro de 2021 | 29 de abril de 2022 |
Além dos dividendos, o Banco do Brasil também surpreendeu os acionistas com os resultados financeiros divulgados hoje.
Com a alta no lucro, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido do BB subiu de 12% para 14,3%, também na comparação com o terceiro trimestre do ano passado. Junto com o balanço, o banco também revisou as projeções para o ano, e agora estima que vai alcançar um lucro entre R$ 19 bilhões a R$ 21 bilhões. A projeção anterior variava de R$ 17 bilhões a R$ 20 bilhões em 2021.
A carteira de crédito do Banco do Brasil atingiu R$ 814,2 bilhões, um forte crescimento de crescimento de 6,2% no trimestre. Na comparação com setembro do ano passado, a alta foi de 11,4%.
No relatório que acompanha o balanço, o BB destaca o desempenho das operações com as pessoas físicas, as micro, pequenas e médias empresas (MPME) e com o agronegócio.
Com o resultado, o banco revisou para cima a estimativa de crescimento dos financiamentos no ano para até 16% — contra uma projeção anterior de até 12%.
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O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
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