O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Transações especulativas durante a queda da Petrobras após a troca de presidente vêm sendo investigadas pela CVM, que afirma que as investigações estão em análise
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) não identificou, durante as análises de operações apontadas como suspeitas envolvendo contratos de opções de venda de ações da Petrobras, o ganho noticiado da ordem de R$ 18 milhões. As transações estão sendo investigadas pelo regulador após levantada a possibilidade de uso de informação privilegiada (insider trading). Segundo a autarquia, a operação "não foi levada ao vencimento" e "as informações divulgadas em relação ao resultado financeiro da operação não foram detectadas".
Na prática, segundo uma fonte, o fato de a gestora que fez a transação em questão ter se desfeito dos contratos já na sexta-feira - ou seja, sem concluir a operação e, portanto, sem gerar ganhos -, afasta os principais indicativos de que houve "insider trading". "A contraparte que vendeu e recomprou as opções no dia seguinte provavelmente foi a mesma", disse a mesma fonte.
O contrato de opção em questão foi adquirido na quinta-feira, dia 18 de fevereiro, um pouco antes de o presidente Jair Bolsonaro falar em sua live semanal sobre a possibilidade de mudanças na Petrobras. No entanto, comenta a fonte, a gestora se desfez do contrato no dia seguinte, dia 19, não auferindo os ganhos que chegaram a ser divulgados, o que teria ocorrido caso ela tivesse ficado com as opções até o seu vencimento, que ocorreu no dia 22, a segunda-feira seguinte.
Fora isso, após análise do histórico das operações da gestora, foi identificado, por exemplo, que a mesma tem o costume de fazer operações com contratos de opções, demonstrando que tal operação não foi algo isolado, apurou o Estadão. A investigação, contudo, prossegue e atingirá todos os investidores que fizeram operação com opções de Petrobras em tais datas para se buscar alguma movimentação que possa ser considerada "anormal" e, por isso, suspeita. Representantes da gestora em questão se reuniram na segunda-feira da semana passada com a CVM, segundo fontes.
A observação sobre a transação que ganhou o noticiário nas últimas semanas foi feita em comunicado no qual a CVM compilou todos os procedimentos abertos envolvendo os acontecimentos recentes na Petrobras. A transação, que vem sendo investigada desde o início do mês, foi apontada como um possível caso de uso de informação privilegiada não divulgada ao mercado.
A autarquia reafirmou que estão em andamento análises para a identificação de todas as operações com indícios de uso de informação privilegiada envolvendo ativos e derivativos relacionados à Petrobras nos dias 18 e 19 de fevereiro de 2021, auge da crise que culminou com o anúncio da destituição do presidente da estatal, Roberto Castello Branco.
Leia Também
No dia 18, o presidente da República, Jair Bolsonaro, teve reunião com um time de seis ministros no Palácio do Planalto para tratar de preços dos combustíveis. No mesmo dia, o presidente disse em uma live que "alguma coisa" aconteceria na petrolífera nos próximos dias. No dia seguinte, foi anunciada a indicação do general Joaquim Silva e Luna para assumir a presidência da Petrobras - a queda forte das ações ocorreu, assim, na segunda-feira, dia 22, levando a petroleira a perder bilhões de reais em valor de mercado, diante das preocupações em torno de ingerência sobre a estatal.
Já há oficialmente quatro processos administrativos abertos pela CVM desde 20 de fevereiro. Além disso, a CVM analisa reclamações feitas por investidores da petroleira. Além de eventual "insider", a CVM destaca que analisa a divulgação de notícias sobre a destituição do presidente da Petrobras, a conduta da União na qualidade de controladora da estatal e dos administradores da companhia, bem como a indicação do general e verificação de enquadramento de seu currículo aos requisitos da Lei das Estatais.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%