O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Colegiado se reúne amanhã e pode votar pela recondução do atual CEO, Roberto Castello Branco, ao comando da estatal
Debruçados sobre o assunto desde sexta-feira (19), alguns dos membros do conselho de administração da Petrobras (PETR4) analisam a possibilidade de votar pela recondução de Roberto Castello Branco à presidência da companhia.
Mas, para eles, isso seria apenas uma forma de passar uma mensagem de que há governança na estatal, já que a saída do executivo do cargo é vista como inevitável.
O conselho da petroleira se reunirá nesta terça-feira (23), em uma reunião ordinária, na qual estava na pauta a recondução de Castello Branco e de toda a diretoria executiva – cujos mandatos se encerram no final de março.
"Castello Branco e a diretoria têm conduzido muito bem a Petrobras, e sua recondução era o que aconteceria antes da interferência de Bolsonaro", disse um dos conselheiros, em condição de anonimato.
A princípio, a pauta da reunião está mantida. Porém, alguns conselheiros consideram que, com a indicação do general Joaquim Silva e Luna na sexta-feira, esse item corre o risco de sair das discussões.
O presidente do colegiado, Eduardo Bacellar Leal Ferreira, é quem tem a caneta para mudar a pauta, mas alguns dos conselheiros estudam a possibilidade de recolocar o tema, caso isso ocorra. A Petrobras tem 11 conselheiros, sendo que sete foram indicados pela União.
Leia Também
Pelas regras, é o conselho que pode destituir e eleger o presidente da companhia. Mas uma particularidade do estatuto da Petrobras abre a possibilidade de o controlador conseguir demitir o presidente.
Pelo texto, o presidente da companhia precisa ser um membro do conselho de administração. Assim, a União, que é acionista majoritária, pode chamar uma assembleia para destituir Castello Branco do conselho. Nesse caso, na prática, ele precisaria deixar o cargo executivo.
Ou seja, mesmo se for reconduzido, Castello Branco só poderia ficar no cargo até a assembleia de acionistas.
"Por isso, reconduzir Castello Branco na terça-feira seria, no fim, uma mensagem, já que, na prática, seria algo temporário. Mas seria uma mensagem para a União, para o presidente (Jair Bolsonaro) e para a população", comenta um dos conselheiros. "Nos deixaram com uma batata quente na mão."
Segundo esse conselheiro, como a saída de Castello Branco não poderá ser evitada, neste momento o mais importante é a recondução dos diretores executivos.
"Ao lado do Castello, essa diretoria tem conduzido a empresa. Isso seria muito importante nesse momento, a diretoria ser mantida", diz.
Outra possibilidade para a reunião desta terça-feira seria o conselho rejeitar o pedido da assembleia da União para a destituição de Castello, mas esse tema é mais polêmico e não é algo pacificado entre os conselheiros. Isso porque rejeitar a assembleia poderá, na visão de alguns conselheiros, criar um problema que poderá ser maior à frente, com o acionista controlador chamando outra assembleia para destituir o conselho.
A interferência do presidente Bolsonaro na Petrobras espalhou temor entre os acionistas minoritários da empresa, diante do derretimento visto nas ações – a estatal já perdeu mais de R$ 100 bilhões em valor de mercado desde sexta-feira.
Para o presidente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec), Fábio Coelho, o episódio é uma demonstração de "abandono de práticas consagradas de governança".
As críticas são, principalmente, quanto ao modo como a demissão aconteceu, sem que o conselho de administração tivesse oportunidade para, internamente, avaliar a indicação do general Luna ao cargo, antes de ela ser anunciada publicamente.
"O ponto que chamou mais atenção não foi exatamente a qualificação profissional do novo presidente, mas o desrespeito ao conselho de administração", acrescentou.
A Amec e o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) divulgaram nota conjunta na qual destacam a preocupação dos minoritários com uma possível interferência política no comando da estatal.
"Nessas situações, a observância de práticas consagradas de governança corporativa se torna ainda mais relevante para garantir que os interesses de todos - acionista controlador, investidores e outras partes interessadas - sejam levados em consideração", diz a nota.
* Com informações da Estadão Conteúdo
Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo
Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto
Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado
Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado
A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%
Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo
Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente
A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor
Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes
Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu
Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor
As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber
O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados
Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?
Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora
Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociados com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre
Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.
Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco
A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico
A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem