O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Decisão foi tomada depois de a CVM dos EUA ter avançado na implementação de uma lei que permite a ela remover empresas estrangeiras que não atendam a pedidos de informação
A gigante chinesa Didi anunciou hoje o início dos procedimentos para deixar a bolsa de valores de Nova York (Nyse) e pegar uma carona de volta pra casa, possivelmente para Hong Kong.
O anúncio ocorre menos de seis meses depois de a gigante tecnológica chinesa, proprietária do maior aplicativo da China - e consequentemente um dos maiores do mundo -, ter estreado no mercado de ações dos EUA.
Desde a abertura do capital em Nova York, em 30 de junho, as ações da Didi, que no Brasil é dona do aplicativo 99, caíram 44%. Na quinta-feira, o papel chegou ao fim da sessão na Nyse cotado a US$ 7,80.
A Didi informou que a decisão foi adotada depois de uma análise "criteriosa" de sua situação.
O preço das ações da empresa começou a cair mais acentuadamente na semana passada, mas o papel já enfrentava dificuldades desde poucos dias depois de seu badalado IPO.
No início de julho, o governo chinês proibiu novos downloads do aplicativo de caronas da Didi no país, o que fez com que as ações desabassem e não se recuperassem mais.
Leia Também
A situação complicada do papel, porém, está longe de ser o único motivo
O anúncio de hoje veio à tona horas depois de a SEC, equivalente norte-americano da CVM, ter avançado na implementação de uma lei que permite a ela remover empresas estrangeiras que não atendam aos pedidos de informação de autoridades dos EUA.
A lei em questão foi aprovada no ano passado depois de autoridades reguladoras chinesas terem se negado a atender a pedidos de seus pares norte-americanos para supervisionar as auditorias das empresas do país asiático listadas em Nova York.
Ao mesmo tempo, as autoridades chinesas temem que os reguladores chineses requisitem dados pessoais usuários e seus deslocamentos pelo aplicativo.
A saída de empresas chinesas dos mercados de ações dos EUA pode colocar em risco US$ 1,1 trilhão aplicado por investidores. Segundo o Asia Financial, estima-se que cerca de 250 empresas chinesas listadas em bolsas americanas serão obrigadas a deixar o país nos próximos três anos.
Juntas, essas empresas têm US$ 2,1 trilhões em valor de mercado. Desse total, os investidores americanos possuem US$ 1,1 trilhão em ações chinesas e mais US$ 100 bilhões em ativos de dívida.
O fechamento do capital da Didi coloca em risco, por exemplo, as enormes participações detidas pela SoftBank e pela Uber, que juntas possuem mais de 30% da Didi, de acordo com a FactSet.
*Com informações da CNBC e do Asia Financial.
Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia
Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética
Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional
Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais
Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes
A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012
A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto
Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE
A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto
Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação