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A empresa, que afirma ser a única companhia integrada de alumínio do Brasil, pretende financiar seu crescimento orgânico e inorgânico com os recursos levantados na oferta
A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), controlada pelo grupo Votorantim, registrou o pedido de registro de sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A oferta terá como coordenador líder o Bank of America, além da atuação do BTG Pactual, do Bradesco BBI, do Citi e da XP.
Segundo o prospecto preliminar enviado à CVM, a CBA registrou prejuízo de R$ 927,828 milhões em 2020, ante R$ 64,255 milhões no ano anterior. A companhia somou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 862,423 milhões, avanço de 21,9% em relação a 2019.
A empresa afirma ser a única companhia integrada de alumínio do Brasil, atuando desde a mineração da bauxita até a produção de produtos primários (lingotes, tarugos, bobinas casters e placas) e transformados (folhas, chapas, bobinas, telhas, perfis extrudados) de alumínio.
A companhia pretende utilizar os recursos líquidos provenientes da Oferta Primária para financiar seu crescimento orgânico para os próximos dois anos e seu crescimento inorgânico, por meio de potenciais fusões e aquisições (M&A).
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
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