Nascida com foco na pessoa física, Warren agora também mira grandes fortunas e institucionais
Corretora e distribuidora tem previsão de R$ 1,5 bilhão em ofertas a serem estruturadas ou coordenadas por seu segmento B2B, e pretende chegar ao fim deste ano com R$ 15 bilhões sob custódia
Depois de acessar o pequeno investidor e criar uma plataforma para consultores e planejadores financeiros distribuírem seus produtos e serviços, a corretora e distribuidora Warren também mira agora o mercado institucional.
Seu segmento B2B, chamado Warren for Business, já tem cinco parceiros contratados para estruturar e coordenar a distribuição de produtos próprios com esse objetivo, me contou o sócio da Warren e diretor da Warren for Business, Gustavo Ruiz.
“Vamos acessar o público institucional - gestoras, originadoras - para estruturar produtos, como, por exemplo, fundos imobiliários”, diz Ruiz. Segundo ele, já está previsto um pipeline de R$ 1,5 bilhão em ofertas a serem estruturadas ou coordenadas pela Warren.
Para a nova empreitada, a Warren reforçou seu time de B2B com a contratação de Fernando Augusto José, ex-head de distribuição da Órama. Ele irá coordenar a área de distribuição institucional, aproximando-se dos parceiros e clientes institucionais.
Os produtos estruturados pela Warren junto aos parceiros poderão eventualmente ser adquiridos por pessoas físicas, mas também por fundos de investimento, fundos de pensão, tesourarias de bancos e private banks, clientes de perfil bem diferente das pessoas físicas que hoje compõem, direta ou indiretamente, o principal público da corretora.
Serviço de private para o pequeno investidor
Quando começou a atuar no Brasil, há quatro anos, a Warren tinha a meta de levar à pessoa física comum um serviço semelhante ao dos private banks que atendem apenas clientes milionários.
Leia Também
Com um misto de produtos próprios e de outras gestoras, a Warren recomenda carteiras de investimento diversificadas em várias classes de ativos, sempre de acordo com perfil e objetivos do investidor.
Mas sua forma de remuneração é diferente do modelo de rebates tradicionalmente adotado no restante do mercado. A maior parte das corretoras trabalha com agentes autônomos que prestam consultoria gratuita, sendo remunerados pelas próprias instituições financeiras por produto recomendado.
Já a Warren cobra um percentual sobre o montante aplicado - que hoje varia de 0,5% a 0,7% ao ano, dependendo da quantia investida -, devolvendo ao cliente o valor dos rebates. Segundo a corretora, este modelo, adotado pelos gestores de grandes fortunas, sai mais barato para o cliente final do que o modelo de agentes autônomos.
Ecossistema de parceiros
Em outubro de 2019 foi criada a Warren for Business, voltada para a criação de um sistema de parceiros e a aproximação de clientes institucionais.
O objetivo do sistema de parceiros é levar os serviços e produtos da Warren para clientes mais abastados, com mais recursos para investir. Hoje há 280 parceiros conectados, sendo 200 deles ativos. Até o fim do ano, o objetivo é captar pelo menos mais 130 parceiros, chegando a 300 ativos no total.
Por meio da Warren for Business, consultores e planejadores financeiros independentes conseguem se conectar à plataforma da corretora para oferecer suas carteiras e produtos aos próprios clientes, com o mesmo sistema de remuneração, mas com autonomia para definir o percentual cobrado. Entre 0,3% e 0,1% ao ano fica com a Warren.
Segundo Gustavo Ruiz, o objetivo da Warren é se tornar “one stop shop” para seus parceiros, oferecendo todas as soluções financeiras que um cliente possa precisar, como investimentos, câmbio, crédito, seguros, previdência, research, entre outras.
A ideia é que o acesso a clientes com mais bala na agulha leve a um salto nos valores sob custódia, dos atuais R$ 4 bilhões para nada menos que R$ 15 bilhões no fim de 2021.
Petrobras (PETR4) detalha pagamento de R$ 12,16 bilhões em dividendos e JCP e empolga acionistas
De acordo com a estatal, a distribuição será feita em fevereiro e março do ano que vem, com correção pela Selic
Quem é o brasileiro que será CEO global da Coca-Cola a partir de 2026
Henrique Braun ocupou cargos supervisionando a cadeia de suprimentos da Coca-Cola, desenvolvimento de novos negócios, marketing, inovação, gestão geral e operações de engarrafamento
Suzano (SUZB3) vai depositar mais de R$ 1 bilhão em dividendos, anuncia injeção de capital bilionária e projeções para 2027
Além dos proventos, a Suzano aprovou aumento de capital e revisou estimativas para os próximos anos. Confira
Quase R$ 3 bilhões em dividendos: Copel (CPLE5), Direcional (DIRR3), Minerva (BEEF3) e mais; confira quem paga e os prazos
A maior fatia dessa distribuição é da elétrica, que vai pagar R$ 1,35 bilhão em proventos aos acionistas
Cade aprova fusão entre Petz (PETZ3) e Cobasi com exigência de venda de lojas em SP
A união das operações cria a maior rede pet do Brasil. Entenda os impactos, os “remédios” exigidos e a reação da concorrente Petlove
Crise nos Correios: Governo Lula publica decreto que abre espaço para recuperação financeira da estatal
Novo decreto permite que estatais como os Correios apresentem planos de ajuste e recebam apoio pontual do Tesouro
Cyrela (CYRE3) propõe aumento e capital e distribuição bilionária de dividendos, mas ações caem na bolsa: o que aconteceu?
A ideia é distribuir esses dividendos sem comprometer o caixa da empresa, assim como fizeram a Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, e a Localiza, locadora de carros (RENT3)
Telefônica Brasil (VIVT3) aprova devolução de R$ 4 bilhões aos acionistas e anuncia compra estratégica em cibersegurança
A Telefônica, dona da Vivo, vai devolver R$ 4 bilhões aos acionistas e ainda reforça sua presença em cibersegurança com a compra da CyberCo Brasil
Brasil registra recorde em 2025 com abertura de 4,6 milhões de pequenos negócios; veja quais setores lideram o crescimento
No ano passado, pouco mais de 4,1 milhões de empreendimentos foram criados
Raízen (RAIZ4) vira penny stock e recebe ultimato da B3. Vem grupamento de ações pela frente?
Com RAIZ4 cotada a centavos, a B3 exige plano para subir o preço mínimo. Veja o prazo que a bolsa estipulou para a regularização
Banco Pan (BPAN4) tem incorporação pelo BTG Pactual (BPAC11) aprovada; veja detalhes da operação e vantagens para os bancos
O Banco Sistema vai incorporar todas as ações do Pan e, em seguida, será incorporado pelo BTG Pactual
Dividendos e JCP: Ambev (ABEV3) anuncia distribuição farta aos acionistas; Banrisul (BRSR6) também paga proventos
Confira quem tem direito a receber os dividendos e JCP anunciados pela empresa de bebidas e pelo banco, e veja também os prazos de pagamento
Correios não devem receber R$ 6 bilhões do Tesouro, diz Haddad; ajuda depende de plano de reestruturação
O governo avalia alternativas para reforçar o caixa dos Correios, incluindo a possibilidade de combinar um aporte com um empréstimo, que pode ser liberado ainda este ano
Rede de supermercados Dia, em recuperação judicial, tem R$ 143,3 milhões a receber do Letsbank, do Banco Master
Com liquidação do Master, há dúvidas sobre os pagamentos, comprometendo o equilíbrio da rede de supermercados, que opera queimando caixa e é controlada por um fundo de Nelson Tanure
Nubank avalia aquisição de banco para manter o nome “bank” — e ainda pode destravar vantagens fiscais com isso
A fintech de David Vélez analisa dois caminhos para a licença bancária no Brasil; entenda o que está em discussão
Abra Group, dona da Gol (GOLL54) e Avianca, dá mais um passo em direção ao IPO nos EUA e saída da B3; entenda
Esse é o primeiro passo no processo para abertura de capital, que possibilita sondar o mercado antes de finalizar a proposta
Por que a Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, aprovou um aumento de capital de R$ 30 bilhões? A resposta pode ser boa para o bolso dos acionistas
O objetivo do aumento de capital é manter o equilíbrio financeiro da empresa ao distribuir parte da reserva de lucros de quase R$ 40 bilhões
Magazine Luiza (MGLU3) aposta em megaloja multimarcas no lugar da Livraria Cultura para turbinar faturamento
Com cinco marcas sob o mesmo teto, a megaloja Galeria Magalu resgata a memória da Livraria Cultura, cria palco para conteúdo e promete ser a unidade mais lucrativa da varejista
Dividendos e bonificação em ações: o anúncio de mais de R$ 1 bilhão da Klabin (KLBN11)
A bonificação será de 1%, terá como data-base 17 de dezembro e não dará direito aos dividendos anunciados
Dividendos e recompra de ações: a saída bilionária da Lojas Renner (LREN3) para dar mais retorno aos acionistas
A varejista apresentou um plano de proventos até 2030, mas nesta segunda-feira (8) divulgou uma distribuição para os acionistas; confira os prazos
