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Ricardo Gozzi
Queima de estoque

Governo de cidade chinesa assume o controle do estádio do Guangzhou Evergrande, estimado em mais de R$ 10 bilhões

Arena começou a ser construída em abril do ano passado, mas crise da Evergrande levou à paralisação da obra

Ricardo Gozzi
26 de novembro de 2021
12:31 - atualizado às 12:33
Projeção do projeto do estádio do Guangzhou Evergrande
Projeção do projeto do estádio do Guangzhou Evergrande - Imagem: Divulgação

A crise da megaincorporadora Evergrande tem levado a desdobramentos no mínimo curiosos.

Há apenas alguns dias, a endividada empresa chinesa fechou um acordo para vender sua produtora de filmes.

Algumas semanas antes, uma das apostas para a saída da crise era a unidade de carros elétricos da Evergrande.

Agora, a prefeitura de Guangzhou vai assumir o controle do estádio - ainda em fase de construção - do Guangzhou Evergrande, time de futebol de propriedade da empresa.

Pelo menos é que assegurou uma fonte no governo chinês à agência de notícias Reuters.

Mas espera aí?

A Evergrande não é uma incorporadora imobiliária? Sim, mas suas atividades vão muito além da construção.

Como é relativamente comum em países como China, Coreia do Sul e Japão, as grandes empresas espalham seus tentáculos por diversas outras atividades econômicas à medida em que vão crescendo.

No caso da Evergrande, além da produtora de cinema, do time de futebol e da unidade de carros elétricos, há ainda investimentos em parques temáticos, nos setores financeiro, de seguros, de saúde, na indústria alimentícia.

E esse estádio aí?

O estádio do Guangzhou Evergrande foi concebido com a pretensão ser o maior do mundo em capacidade de público – nos padrões atuais.

O projeto arquitetônico também é ousado. Quando pronta, a arena deve ter o formato de uma flor de lótus.

Estimada em 12 bilhões de renminbis (equivalente a US $ 1,86 bilhão, ou R$ 10,4 bilhões), a obra começou em abril do ano passado.

A expectativa era de que a construção fosse concluída no fim de 2022. Entretanto, a dívida de mais de US$ 300 bilhões da Evergrande resultou na paralisação da obra. Segundo uma das fontes consultadas pela Reuters, o canteiro está parado há cerca de três meses.

Como deve ficar

Agora, um órgão do governo municipal de Guangzhou assumiu o controle do estádio, mas já com a ideia de vendê-lo.

Enquanto não for encontrado um comprador, a prefeitura exercerá o controle do imóvel por meio de uma autarquia.

Evergrande também quer vender sua fatia no Guangzhou FC

Além do estádio, enquanto conta mais do que moedas para sair da crise, a Evergrande também tem planos de vender o Guangzhou FC, clube do qual é sócia desde 2010 junto com a grupo Alibaba, do bilionário Jack Ma.

O Guangzhou Evergrande é famoso entre os brasileiros pelas passagens de jogadores como Robinho (ex-Santos), Paulinho (ex-Corinthians) e Ricardo Goulart (ex-Cruzeiro e Palmeiras), além do técnico pentacampeão do mundo Luiz Felipe Scolari.

Nas últimas semanas, porém, a crise enfraqueceu bastante o time, que em anos recentes disputou em duas ocasiões o Mundial de Clubes da Fifa. Goulart e o técnico italiano Fabio Cannavaro foram as principais baixas.

*Com informações da Reuters.

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