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A greve foi acordada durante assembleia virtual do sindicato e contou com a adesão de 87% dos trabalhadores, informa o sindicato
O sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região confirmou a greve com duração de 24 horas de bancários planejada para esta quarta-feira, 10. A paralisação é contra a execução do plano de cortes de custos do Banco do Brasil (BB), que prevê o fechamento de 112 agências e o desligamento de 5 mil funcionários durante o primeiro semestre deste ano.
Segundo João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CNBB), o movimento, até o momento, teve boa adesão, principalmente na cidade de São Paulo nos agrupamentos de caixa. Ainda, os cofres do banco em São Paulo, Campinas e Brasília estão fechados. De acordo com ele, diante da importância do banco no Brasil, a paralisação nacional pode causar "algum problema de recurso e numerário nas agências ou nos bancos privados também".
A greve foi acordada durante assembleia virtual do sindicato e contou com a adesão de 87% dos trabalhadores, informa o sindicato. A instituição também informa que a dirigente sindical e bancária do BB, Adriana Ferreira, afirmou que os funcionários da instituição "exigem negociação e transparência" e que os bancários "não irão aceitar passivamente este desmantelamento do Banco do Brasil".
A paralisação desta quarta é apenas mais uma no calendário de greves do BB. Segundo Fukunaga, houve a promulgação de um "Estado de greve", o que dá aval para novas paralisações sem a necessidade de convocação de assembleias. Para ele, a agenda de greve é contra a "política direcionada do atual governo" de dar prioridade aos bancos privados. "Está havendo uma desregulamentação do sistema financeiro, principalmente privilegiando os bancos de investimento", afirma.
"A remuneração do bancário do BB não se equipara à dos bancários de bancos privados", comenta ele, afirmando que os trabalhadores de bancos privados têm maior remuneração. Em sua visão, "só existe banco público se existe política de estado direcionada para banco público".
O dirigente sindical enfatiza que a atual política adotada pelo banco prejudica os trabalhadores, principalmente sob contexto de pandemia. Dessa forma, o impacto nas férias, 13º, licença saúde e comissão fizeram com que "muitos caixas ficassem revoltados", apontou. Segundo ele, ainda há um efeito direto na população com a "precarização do atendimento".
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Apesar da possibilidade de novas paralisações, Fukunaga aponta que só terá uma visão geral dos avanços da greve ao final do dia, quando se saberá ao certo o movimento de adesão e um possível aceno da instituição. Enquanto isso, o dirigente sindical afirma que "não houve contato do banco para negociação".
"Estamos fazendo os atos porque há a falta dessa negociação com o banco", afirma Fukunaga. "Tivemos uma mesa de mediação de três meses com o Ministério Público, exatamente por falta de negociação. Mas ontem teve a última mediação. Nós encerramos a mediação porque o banco não avançou nas discussões conosco", conta o dirigente.
Apesar da decisão do sindicato, Fukunaga afirma que "estamos abertos à negociação". Na nota de pronunciamento, a assessoria do BB disse que as medidas adotadas são parte de um "conjunto de ações que buscam adequar a rede de agências ao aumento do comportamento digital de seus clientes e à necessidade de ampliar o atendimento especializado, especialmente o voltado ao agronegócios".
Ainda no começo do ato, o diretor de empréstimos e financiamentos do BB, Marco Túlio de Oliveira Mendonça, afirmou que ainda não tem uma visão nacional da adesão à greve, e que o banco não tem falado muito sobre o tema, mas "temos mais reforçado um posicionamento em relação às medidas de reorganização".
Em janeiro, os bancários do BB realizaram atos nacionais no dia 15 e 21 de janeiro. Em 29 do mesmo mês, foi realizada uma paralisação de 24 horas. Também houve mobilizações nas redes todos estes dias.
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