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Se dinheiro na mão é vendaval, excesso de liquidez no mundo pode favorecer a formação de bolhas. Com tantos estímulos fiscais e monetários para o combate aos efeitos econômicos da pandemia de covid-19, esse caminhão de recursos financeiros pode acabar sobrevalorizando os ativos, inclusive os de qualidade duvidosa.
Já virou até piada na internet. Quando vemos uma criptomoeda que é um meme disparar 500% em uma semana ou uma lanchonete na área rural de Nova Jersey, nos EUA, ser avaliada em US$ 100 milhões, sabemos que há algo errado.
Podem ser apenas casos pontuais e anedóticos, claro. Mas as bolsas americanas batendo recordes atrás de recordes e as cifras bilionárias captadas por empresas de tecnologia fazem o mercado revisitar más lembranças, de quando distorções de preços bizarras eram sintomas de uma bolha que finalmente acabou estourando, na crise de 2007/2008.
Afinal, apesar das perspectivas de avanço na vacinação contra o coronavírus e recuperação econômica, ainda vivemos num mundo que cresce pouco e tem dificuldade em gerar inflação. Era assim que as coisas estavam, antes da pandemia.
E aí, tem bolha no mercado ou não tem? Em entrevista ao vivo ao Felipe Miranda, CIO da Empiricus e colunista do Seu Dinheiro, o renomado gestor Howard Marks disse acreditar que não. Para ele, o crescimento econômico dos Estados Unidos vai sim segurar a onda.
Marks é uma daquelas lendas vivas do mercado financeiro. Quando ele fala, a gente escuta. Responsável pela gestão de US$ 110 bilhões, o cofundador da Oaktree Capital foi apelidado pelo mercado como “guru de Warren Buffett”, porque o megainvestidor já disse que não deixa de ler suas cartas ao mercado.
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A live com Marks não está mais disponível, mas para quem perdeu a transmissão feita hoje mais cedo, o Kaype Abreu reuniu os principais pontos da conversa, nesta matéria.
• E por falar em live, hoje o Victor Aguiar bateu um papo ao vivo com os nossos leitores no Instagram do Seu Dinheiro, sobre tudo que deve mexer com os mercados nesta semana. Caso você tenha perdido, o vídeo com a gravação continua disponível aqui.
• Nem o ânimo da Petrobras, que puxou o Ibovespa para cima durante o dia, foi capaz de segurar a tensão em torno do Orçamento e a leve queda de 0,15% do Ibovespa, que fechou aos 120.933 pontos. O dólar também encerrou o dia com queda de 0,61%, a R$ 5,55.
• Depois de três anos, a Blau Farmacêutica finalmente conseguiu estrear na B3. Antes, porém, a empresa precisou ajustar a oferta e descontar o preço das ações, o que levou a uma arrecadação bem menor do que a esperada. Veja como foi o primeiro dia da ação na bolsa.
• Lamenta até hoje ter perdido a chance de investir no Fundo Verde em fevereiro? Então temos boas notícias para você: o ingresso no fundo voltou a ficar disponível por meio da Guide Investimentos. Eu te conto os prazos, valores e mais detalhes nesta matéria.
• O varejo não para! Depois de deixar os papéis do setor em polvorosa na semana passada, a Renner anunciou mais detalhes sobre uma oferta subsequente de ações bilionária e o pagamento de dividendos a seus acionistas.
• Nem mesmo a alta dos preços das commodities tem conseguido segurar o dólar ultimamente. E a razão para isso está no encontro de três “vilões” que contribuem para que o real continue desvalorizado. Saiba o que está impedindo o dólar de ficar abaixo de R$ 5.
• Uma nova candidata a "fura-teto'' vem aí. Não deu para emplacar a PEC, mas o governo acertou com o Congresso a aprovação de um projeto de lei que permitirá uma série de manobras para encaixar os gastos com a pandemia e emendas parlamentares no Orçamento.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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