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Setembro foi marcado pelo dragão da inflação, o calote da Evergrande e o risco fiscal no país. Nesta seleção de textos, destacamos os investimentos que puderam navegar bem no período.
Se alguém quisesse romantizar o universo macroeconômico, as notícias de negócios ou o trabalho no mercado financeiro, poderia transformá-los numa epopeia repleta de figuras mitológicas.
No mês de setembro, encerrado na última semana, os heroicos investidores brasileiros, que já vinham enfrentando o dragão da inflação, precisaram ainda se haver com o gigante Evergrande e seu superlativo calote, além dos monstros marinhos do risco fiscal brasileiro, que teimam em agitar os mares dos mercados locais.
E as embarcações dos investidores ficaram bastante danificadas com a tempestade. Felizmente, o mês de outubro trouxe um raio de sol, tanto aqui como no exterior, dando uma trégua para toda aquela agitação.
Tivemos até a notícia de um medicamento aparentemente eficaz (finalmente!) para tratar a “peste” do coronavírus, pano de fundo da nossa saga. A taberneira Jasmine Olga conta um pouco sobre como foi o pregão de sexta-feira e faz um breve balanço da semana nesta matéria.
A seguir, eu fiz uma seleção das notícias mais entoadas pelos bardos do Seu Dinheiro ao longo da semana que se passou:
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Mesmo com o desempenho ruim em setembro, o bitcoin ainda tem potencial de triplicar de preço até o fim do ano. Pelo menos é nisso que acredita Helena Margarido, especialista em criptomoedas entrevistada pelo repórter Renan Sousa no Papo Cripto desta semana. Ela também acha que o Ethereum pode subir 300% nos próximos três meses. Você pode conferir a entrevista em vídeo na íntegra neste link do nosso canal de YouTube.
3 - Tijolo para construir o seu castelo
Um dos textos mais populares da nossa série comemorativa dos três anos do Seu Dinheiro foi a coluna do Caio Araujo, analista de fundos imobiliários da Empiricus. Ele indicou três FIIs para investir pelos próximos três anos, de olho na valorização das cotas e também na renda em forma de rendimentos periódicos. Estamos falando de fundos cujos retornos de dividendos podem chegar aos dois dígitos ao ano! Conheça os nomes selecionados.
4 - Para enfrentar as amazonas do e-commerce
Numa semana em que as ações de empresas de tecnologia viram suas cotações despencarem, um nome menos conhecido do grande público se destacou na bolsa brasileira: a Infracommerce (IFCM3), cujos papéis dispararam com o anúncio de uma aquisição que pode levar a empresa para outro patamar.
A companhia responsável por oferecer todos os serviços de e-commerce para varejistas que desejam ganhar o mundo digital quer crescer agressivamente e partir para a competição com as grandes do segmento, como Magalu e Amazon. O Victor Aguiar conversou com Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, para saber mais sobre os planos da companhia. Recomendo a leitura!
5 - Um fundo de ações que rendeu 20% no ano
Enquanto o Ibovespa fechou setembro com uma perda de 6,5% no ano, este fundo de ações rendeu mais de 20% no acumulado de 2021. Navegar pelos mares revoltos da bolsa brasileira não tem sido fácil, mas a jovem gestora Helius Capital, nascida no ano passado, está conseguindo driblar os monstros marinhos e as sereias com apostas muito vencedoras.
O Vinícius Pinheiro bateu um papo com o gestor William Leite para entender o que o seu Helius Lux Long Biased fez para entregar um retorno tão atrativo aos seus cotistas até agora. Confira os principais trechos da entrevista.
Um ótimo fim de semana para você!
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O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
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