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Nos recentes movimentos de rotação de carteiras nos mercados, temos nos deparado com a dicotomia Velha Economia (empresas de segmentos tradicionais) e Nova Economia (empresas ligadas à tecnologia e novas formas de consumo).
Dentro do que se convencionou chamar de Velha Economia, temos visto o destaque das empresas de commodities, justamente o forte do Brasil. As ações dessas companhias disparam junto com os preços internacionais das matérias-primas, levando o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, a renovar recordes.
Apesar do rótulo que remete ao ultrapassado, é certo que as commodities não perderão importância - afinal, no mínimo vamos continuar precisando comer. Mas uma delas tem tendência a se tornar anacrônica: o petróleo, claro.
É inegável que, como dizia Belchior, o novo sempre vem. Mas se o futuro é verde, até lá ainda teremos que queimar muito combustível, literal e figurativamente. Nesse sentido, as empresas do setor de óleo e gás ainda vêm sendo recomendadas com boas pedidas para uma carteira de ações equilibrada.
E se estamos falando de uma velha fonte de energia ligada a uma Velha Economia, o que dizer das empresas jovens na bolsa que se dedicam justamente a explorar… campos de petróleo antigos?
“Raspar o tacho” de uma fonte em declínio pode dar bom? Bem, para os analistas do Morgan Stanley, sim. Eles iniciaram a cobertura de duas ações de empresas do ramo e esperam que elas possam subir pelo menos uns 50% na bolsa. E sem necessidade de o investidor se sentir assombrado pelos fantasmas da OGX. O Vinícius Pinheiro conta os detalhes da análise nesta matéria.
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As duas companhias já foram tema de um texto recente do nosso colunista Ruy Hungria, e na sua coluna de hoje, o sócio e CIO da Empiricus, Felipe Miranda, mencionou uma delas entre as suas ações favoritas de commodities. Ironicamente ou não, neste texto ele fala justamente em voltar para as ações de tecnologia de maneira seletiva. Mas sem abrir mão da diversificação. Recomendo a leitura!
• O otimismo com o avanço da vacinação no Brasil superou hoje a cautela que antecede mais uma ‘Super Quarta’ - dia de decisões de política monetária no Brasil e nos EUA. Com isso, o Ibovespa subiu 0,59% no final da sessão e o dólar recuou forte, a R$ 5,07. Veja o que mais influenciou os mercados na cobertura da Jasmine Olga.
• O Banco Centroamericano de Integração Econômica vai auxiliar El Salvador a implementar o bitcoin como moeda oficial. O anúncio é um dos fatores que têm ajudado a impulsionar a cotação da criptomoeda nos últimos dias, junto com um tuíte do Elon Musk. Saiba mais.
• Quando não está avançando sobre os escritórios de agentes autônomos ligados à rival, o BTG Pactual vai às compras para se fortalecer ainda mais na disputa contra a XP. Desta vez, o banco adquiriu uma participação na Perfin, gestora com mais de R$ 20 bilhões no portfólio.
• Além do BTG, a Ambipar também anunciou uma aquisição nesta segunda. Por meio de sua subsidiária de participações, a companhia de gestão ambiental adquiriu uma fatia de 50,01% da Boomera, ampliando seus serviços em soluções de economia circular.
• A Eve, subsidiária da Embraer que fabrica “carros voadores”, também anda movimentando o mercado nos últimos dias. A empresa anunciou mais uma parceria, desta vez com a Ascent, de Cingapura, para desenvolver o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana na região do sudeste asiático.
• A Usiminas anunciou hoje a volta das operações do alto-forno número 2 da Usina de Ipatinga, que estava paralisado há oito meses. A retomada do equipamento, que tem capacidade de produzir 600 mil toneladas de ferro-gusa por ano, custou R$ 67 milhões à empresa.
• Lendo a nossa newsletter ou navegando pelo site e redes sociais do Seu Dinheiro você já deve ter visto as lives ou lido matérias do Victor Aguiar. O nosso repórter é um dos indicados ao "Oscar do Jornalismo Brasileiro”. Veja aqui como votar e ajudar a nossa prata da casa a levar o ouro no prêmio Comunique-se.
• E se você perdeu a live de hoje com o Victor, com as previsões de tudo que deve impactar os mercados nesta semana, a gravação continua disponível no nosso Instagram. Dessa vez, a transmissão contou com a participação especial do nosso diretor de redação, Vinícius Pinheiro.
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
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