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Se na sexta-feira o mercado financeiro ficou receoso com a possível fragilidade da trégua entre os Poderes proposta pelo presidente Jair Bolsonaro, o fim de semana mais calmo e a aparente tranquilidade em Brasília levou o Ibovespa a retomar a trajetória de ganhos nesta segunda-feira.
Sem sinais de deterioração e com um descolamento grande das bolsas internacionais, os investidores resolveram correr atrás do tempo perdido, já que com o afrouxamento do cabo de guerra entre Executivo e Judiciário, o Legislativo pode voltar a olhar para as pautas econômicas.
E é justamente essa a expectativa do mercado, que comemorou hoje mais um passo da Eletrobras em direção à sua privatização e o sinal de que Paulo Guedes, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco buscam uma solução para o pagamento dos R$ 89 bilhões em precatórios já nos próximos dias.
Embora o clima político se mantenha mais ameno, analistas apontam que a trajetória das bolsas internacionais foi essencial para que o Ibovespa buscasse a recuperação mais expressiva hoje, e o comportamento do mercado externo deve seguir servindo de norte para a bolsa brasileira.
Desde o início do pregão, o Ibovespa operou em forte alta, fechando o dia com um avanço de 1,85%, aos 116.403 pontos. O principal índice da bolsa chegou a operar acima dos 117 mil pontos, mas Nova York diminuiu o ímpeto de alta e acabou contaminando também o cenário local. O dólar à vista recuou a R$ 5,2236, uma queda de 0,83%.
No mercado de juros, os principais vencimentos seguem devolvendo os prêmios embutidos nas últimas semanas, mas as revisões para cima do IPCA de 2021 e 2022 pela maior parte do mercado acabou reduzindo o ritmo da recuperação. O dia foi de correção generalizada, mas teve espaço para repercutir algumas novidades do noticiário corporativo:
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