O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Interrompemos nossa programação para uma verdade necessária: temos pouco a comemorar neste Dia Internacional da Mulher. Confesso que nunca aceitei bem a ideia de homenagem embutida nesta data. Sinto que temos tanto a conquistar e estamos tão atrasadas nessa agenda que, para mim, o 8 de março é menos sobre flores e mais sobre dar voz às mulheres. E no último ano, com a pandemia, infelizmente demos vários passos para trás.
Quando olhamos os dados de emprego e renda, o impacto da Covid-19 sobre a força de trabalho feminina foi especialmente cruel. Hoje a participação das mulheres no mercado é a menor em 30 anos, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Esse retrocesso está muito ligado ao conjunto de normas sociais que atribui às mulheres a responsabilidade pelos cuidados domésticos e com familiares.
De forma geral, a pandemia deixou a mulher numa situação financeira ainda mais vulnerável. Isso sem falar na sobrecarga do trabalho doméstico não remunerado, na carga mental de absorver muitas vezes sozinha o cuidado dos filhos e parentes, e no aumento dos casos de violência doméstica.
Mas quero me ater hoje à questão financeira. Já sabemos que as mulheres ganham historicamente menos do que os homens e que agora têm uma participação menor no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, vivemos mais. Nossa expectativa de vida está em 80 anos, contra 73 da masculina.
Dito isso, precisamos “correr por fora” se quisermos acumular um patrimônio que nos permita ter uma vida financeira confortável e uma velhice decente. E a melhor maneira de fazer isso é por meio dos investimentos. Está aí mais uma frente em que temos muito a caminhar. Hoje, do total de investidores cadastrados na Bolsa, apenas 26% são mulheres. O número tem crescimento, mas ainda temos que conquistar nosso espaço.
Você sabia que estudos mostram que as mulheres têm traços comportamentais que as tornam potencialmente melhores investidoras? Isso porque somos menos acometidas por um comportamento comum ao investidor masculino: o excesso de confiança.
Leia Também
Quem comprovou isso foram os pesquisadores Terrance Odean e Brad Barber, da Universidade da Califórnia. A dupla analisou 37 mil investidores e investidoras de uma grande corretora de varejo americana durante seis anos. No momento de abertura das contas, eles perguntavam: “Você entende de investimentos?”. A maioria dos homens dizia que sim, enquanto entre as mulheres o percentual de respostas positivas representava menos que a metade.
Com o tempo, os pesquisadores identificaram que, em geral, os homens penalizavam seus retornos ao venderem e comprarem com muita frequência. Eles giravam a carteira 45% mais, gerando mais taxas. Conclusão: somos mais pacientes e controlamos mais nossos impulsos.
Neste 8 de março, queremos que mais mulheres se tornem investidoras. Para isso, estamos fazendo uma campanha especial. Quem é assinante da Empiricus poderá indicar uma mulher para ter acesso gratuito por seis meses a todas as nossas séries essenciais. Em troca, ainda ganhará benefícios no nosso programa de recompensas.
Acredito sinceramente que esse é o melhor presente que você pode dar para uma mulher hoje: uma porta de entrada para o mundo dos investimentos.
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários
Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje
As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico
Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado
Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025
Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres
A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs
Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores
Como fazer previsões é tão inevitável quanto o próprio futuro, vale a pena saber o que os principais nomes do mercado esperam para 2026
De Trump ao dólar em queda, passando pela bolha da IA: veja como o ano de 2025 mexeu com os mercados e o que esperar de 2026
A movimentação das bolsas na semana do Natal, uma reportagem especial sobre como pagar menos imposto com a previdência privada e mais