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Com digitalização avançada e carteira de crédito arrojada, Santander (SANB11) pode estar num bom ponto de entrada; entenda por quê
O cenário futuro está cada vez mais favorável aos bancos. Com a alta da inflação, o Banco Central tende a aumentar a Selic, que já está em 7,75% a.a., como forma de tentar conter o dragão. E tudo indica que o número continuará subindo nas próximas reuniões. Esse contexto anima os bancões, fortes na atividade de crédito.
Isso porque os bancos começam a repassar as taxas mais altas ao tomador na concessão de crédito, de forma que o spread bancário tende a aumentar, se olharmos alguns trimestres à frente.
Para a analista de ações Larissa Quaresma, responsável pelo quadro "A Bolsa como ela é", no YouTube do Seu Dinheiro, o Santander (SANB11) é a melhor ação entre os bancos. O banco está avançando muito na digitalização, conquistando clientes que, por sua vez, estão mais engajados e transacionando mais do que os outros bancos.
Confira abaixo. No vídeo, ela fala também sobre ações de estatais (Petrobras é furada?), a queda de 50% do Magalu (MGLU3) no ano e outros pontos importantes para o investidor:
Isso significa “taxa de intercâmbio bancário, receita de juros e de taxa de administração de fundo na veia”, explica. A analista aponta ainda que o banco tem uma carteira de crédito mais arrojada, que faz com que a tomada de crédito por pessoa física — como cheque especial, cartão de crédito, veículos e etc — fique à frente do que nos outros bancos.
No terceiro trimestre de 2021, o banco reportou um lucro líquido de R$ 4,340 bilhões. O resultado representa um avanço de 12,5% em relação ao mesmo período de 2020 e superou mais uma vez projeção média do mercado, que apontava para um lucro de R$ 4,172 bilhões.
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Já o retorno sobre patrimônio líquido atingiu um novo recorde: ao bater 22,4% no terceiro trimestre. A carteira de crédito ampliada do Santander atingiu R$ 526 bilhões em setembro, um avanço de 3,2% no trimestre e de 13,1% em 12 meses.
Além disso, o banco deve pagar bons dividendos para seus acionistas daqui para a frente. A projeção é de que o dividend yield para 2022 seja de 7,0%. E, de acordo com dados de consenso de mercado compilados pelo TradeMap, a ação ainda pode subir entre 30% e 51% no longo prazo, o que pode aumentar o dividend on cost do investidor que entrar nela agora.
Assista abaixo ao vídeo da analista de ações Larissa Quaresma para ver o que ela diz sobre a ação:
Recomendamos que você assista também aos outros vídeos do nosso canal. Lá entregamos conteúdos sobre ações da bolsa (nos quadros "Ações Para Ficar de Olho" e "A Bolsa como ela é"), criptomoedas (temos um quadro chamado "Papo Cripto") e temas relevantes sobre finanças pessoais, com a nossa repórter Julia Wiltgen ("Seu Dinheiro em dia" e "E eu com isso?"). Confira alguns conteúdos do nosso canal:
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