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Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

De olho na bolsa

Esquenta dos mercados: bolsa deve refletir taxa de juros mais alta em dia de leitura do PIB dos EUA

A agenda de balanços conta com Petrobras e Vale, enquanto o exterior deve sentir cautela antes da inflação nos EUA amanhã

Renan Sousa
Renan Sousa
28 de outubro de 2021
7:56 - atualizado às 8:06
Placa do Banco Central do Brasil (BC), autoridade monetária que conduz as reuniões do Copom para a decisão da Selic
Imagem: Shutterstock

Viajar de avião é uma experiência que pode causar medo, temor e até mesmo prazer em algumas pessoas. Mas não existe ninguém que fique tranquilo quando o piloto usa o rádio para dizer: “mudamos a rota”. Os motivos podem ser os mais diversos: clima, combustível ou qualquer outro fator. No caso do Banco Central brasileiro, a tempestade inflacionária mudou o “plano de voo” da autoridade monetária

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Antes da decisão, o mercado estava apreensivo, mas uma coisa era certa: o BC ia elevar a taxa básica de juros acima dos 100 pontos-base projetados. Entre um avanço de 125 pontos-base e 150 pontos-base, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu subir a Selic de 6,25% para 7,75% na reunião da última quarta-feira (27)

A decisão foi divulgada depois do fechamento do mercado, o que deve influenciar os negócios hoje. Somado a isso, o exterior segue de olho na temporada de balanços dos Estados Unidos, enquanto o investidor brasileiro terá seus próprios balanços para digerir depois do fechamento do pregão. 

Na sessão de ontem (27), o Ibovespa encerrou o pregão em leve queda de 0,05%, a 106.363 pontos. O dólar à Vista recuou de 0,33%, cotado em R$ 5,551.

Saiba tudo que mexe com a bolsa nesta quinta-feira (28):

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Para cima

As estimativas do mercado para a alta da Selic foram confirmadas no aumento mais intenso da taxa básica de juros. Os investidores atribuem esse aperto monetário a uma inflação crescente e que não deve arrefecer tão cedo. 

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Entretanto, o atual momento inflacionário se deve principalmente à alta dos combustíveis, energia elétrica e dólar, que estão mais relacionadas a pautas políticas do que de demanda dos consumidores. Mesmo assim, o movimento é bem visto pelos analistas. 

O Banco Central ganhou sua independência do governo há pouco tempo e os investidores estão otimistas de que essa autonomia da instituição monetária favoreça os mercados em detrimento de pautas políticas. O crédito mais caro, por exemplo, pode controlar a inflação, mas é uma medida impopular.

IGP-M e balanços

No campo dos indicadores, a FGV divulga o IGP-M de outubro, assim como a confiança dos serviços e comércios, no mesmo horário. O Índice Geral de Preços deve avançar 0,30% neste mês, de acordo com a mediana das projeções do Broadcast, e subir 21,36% na base anual. 

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O investidor brasileiro ainda deve ficar de olho nos balanços do dia, como Ambev, Petrobras e Vale (veja a agenda mais abaixo). A PEC dos precatórios foi adiada para terça-feira da semana que vem, o que deve aliviar a tensão dos mercados até lá. 

Balanços para lá e pra cá

No exterior, os investidores devem ficar atentos à temporada de balanços, que segue a todo vapor. Os resultados das empresas foram majoritariamente positivos no último trimestre, o que tem impulsionado as bolsas de Nova York

Dessa forma, os indicadores do dia são destaque. Pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos devem dar um panorama do desemprego local e hoje será divulgado o índice de preços ao consumidor (PCE, em inglês) no 2º trimestre.

O dado mensal, utilizado pelo Federal Reserve para decidir sobre sua política monetária, será divulgado amanhã, o que deve começar a elevar a cautela dos mercados hoje. Por último, mas não menos importante, a primeira leitura do PIB do terceiro trimestre deve movimentar os negócios hoje e ajustar a projeção de crescimento do país.

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Bolsas pelo mundo

Os principais índices asiáticos seguiram o fraco desempenho de Nova York e encerraram o pregão desta quinta-feira majoritariamente em baixa. Além de Wall Street pesar, o Banco do Japão cortou a previsão de crescimento do país de 3,8% para 3,4%, o que piorou o sentimento dos investidores na região. 

Já na Europa, as bolsas abriram sem direção definida, de olho nos balanços da região, como InBev, Airbus e Shell, além dos resultados do terceiro trimestre de empresas dos Estados Unidos. 

Por fim, os futuros de Nova York se recuperam do tombo de ontem e apontam para uma abertura com ganhos. Vale lembrar que os índices operam próximos de suas  máximas históricas, o que explica os movimentos de correção.

Agenda do dia

  • FGV: IGP-M de outubro, confiança de serviços e comércio em outubro (8h)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (9h30)
  • Estados Unidos: 1ª estimativa do PIB do segundo trimestre (9h30)
  • Estados Unidos: PCE e Núcleo do PCE no terceiro trimestre (9h30)
  • Tesouro Nacional: Resultado primário de setembro (13h30)

Balanços do dia

Confira o calendário completo aqui e os balanços do dia de hoje:

  • Holanda: Royal Dutch Shell (antes da abertura)
  • Estados Unidos: Mastercard (antes da abertura)
  • Estados Unidos: Caterpillar (antes da abertura)
  • Brasil: Ambev (antes da abertura)
  • Brasil: Alpargatas (após o fechamento)
  • Brasil: Assaí (após o fechamento)
  • Brasil: Fleury (após o fechamento)
  • Brasil: Petrobras (após o fechamento)
  • Brasil: Suzano (após o fechamento)
  • Brasil: Vale (após o fechamento)
  • Estados Unidos: Apple (após o fechamento)
  • Estados Unidos: Amazon(após o fechamento)

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