🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

De olho na bolsa

Esquenta dos mercados: bolsa deve refletir taxa de juros mais alta em dia de leitura do PIB dos EUA

A agenda de balanços conta com Petrobras e Vale, enquanto o exterior deve sentir cautela antes da inflação nos EUA amanhã

Renan Sousa
Renan Sousa
28 de outubro de 2021
7:56 - atualizado às 8:06
Placa do Banco Central do Brasil (BC), autoridade monetária que conduz as reuniões do Copom para a decisão da Selic
Imagem: Shutterstock

Viajar de avião é uma experiência que pode causar medo, temor e até mesmo prazer em algumas pessoas. Mas não existe ninguém que fique tranquilo quando o piloto usa o rádio para dizer: “mudamos a rota”. Os motivos podem ser os mais diversos: clima, combustível ou qualquer outro fator. No caso do Banco Central brasileiro, a tempestade inflacionária mudou o “plano de voo” da autoridade monetária

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Antes da decisão, o mercado estava apreensivo, mas uma coisa era certa: o BC ia elevar a taxa básica de juros acima dos 100 pontos-base projetados. Entre um avanço de 125 pontos-base e 150 pontos-base, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu subir a Selic de 6,25% para 7,75% na reunião da última quarta-feira (27)

A decisão foi divulgada depois do fechamento do mercado, o que deve influenciar os negócios hoje. Somado a isso, o exterior segue de olho na temporada de balanços dos Estados Unidos, enquanto o investidor brasileiro terá seus próprios balanços para digerir depois do fechamento do pregão. 

Na sessão de ontem (27), o Ibovespa encerrou o pregão em leve queda de 0,05%, a 106.363 pontos. O dólar à Vista recuou de 0,33%, cotado em R$ 5,551.

Saiba tudo que mexe com a bolsa nesta quinta-feira (28):

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para cima

As estimativas do mercado para a alta da Selic foram confirmadas no aumento mais intenso da taxa básica de juros. Os investidores atribuem esse aperto monetário a uma inflação crescente e que não deve arrefecer tão cedo. 

Leia Também

Entretanto, o atual momento inflacionário se deve principalmente à alta dos combustíveis, energia elétrica e dólar, que estão mais relacionadas a pautas políticas do que de demanda dos consumidores. Mesmo assim, o movimento é bem visto pelos analistas. 

O Banco Central ganhou sua independência do governo há pouco tempo e os investidores estão otimistas de que essa autonomia da instituição monetária favoreça os mercados em detrimento de pautas políticas. O crédito mais caro, por exemplo, pode controlar a inflação, mas é uma medida impopular.

IGP-M e balanços

No campo dos indicadores, a FGV divulga o IGP-M de outubro, assim como a confiança dos serviços e comércios, no mesmo horário. O Índice Geral de Preços deve avançar 0,30% neste mês, de acordo com a mediana das projeções do Broadcast, e subir 21,36% na base anual. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O investidor brasileiro ainda deve ficar de olho nos balanços do dia, como Ambev, Petrobras e Vale (veja a agenda mais abaixo). A PEC dos precatórios foi adiada para terça-feira da semana que vem, o que deve aliviar a tensão dos mercados até lá. 

Balanços para lá e pra cá

No exterior, os investidores devem ficar atentos à temporada de balanços, que segue a todo vapor. Os resultados das empresas foram majoritariamente positivos no último trimestre, o que tem impulsionado as bolsas de Nova York

Dessa forma, os indicadores do dia são destaque. Pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos devem dar um panorama do desemprego local e hoje será divulgado o índice de preços ao consumidor (PCE, em inglês) no 2º trimestre.

O dado mensal, utilizado pelo Federal Reserve para decidir sobre sua política monetária, será divulgado amanhã, o que deve começar a elevar a cautela dos mercados hoje. Por último, mas não menos importante, a primeira leitura do PIB do terceiro trimestre deve movimentar os negócios hoje e ajustar a projeção de crescimento do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsas pelo mundo

Os principais índices asiáticos seguiram o fraco desempenho de Nova York e encerraram o pregão desta quinta-feira majoritariamente em baixa. Além de Wall Street pesar, o Banco do Japão cortou a previsão de crescimento do país de 3,8% para 3,4%, o que piorou o sentimento dos investidores na região. 

Já na Europa, as bolsas abriram sem direção definida, de olho nos balanços da região, como InBev, Airbus e Shell, além dos resultados do terceiro trimestre de empresas dos Estados Unidos. 

Por fim, os futuros de Nova York se recuperam do tombo de ontem e apontam para uma abertura com ganhos. Vale lembrar que os índices operam próximos de suas  máximas históricas, o que explica os movimentos de correção.

Agenda do dia

  • FGV: IGP-M de outubro, confiança de serviços e comércio em outubro (8h)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (9h30)
  • Estados Unidos: 1ª estimativa do PIB do segundo trimestre (9h30)
  • Estados Unidos: PCE e Núcleo do PCE no terceiro trimestre (9h30)
  • Tesouro Nacional: Resultado primário de setembro (13h30)

Balanços do dia

Confira o calendário completo aqui e os balanços do dia de hoje:

  • Holanda: Royal Dutch Shell (antes da abertura)
  • Estados Unidos: Mastercard (antes da abertura)
  • Estados Unidos: Caterpillar (antes da abertura)
  • Brasil: Ambev (antes da abertura)
  • Brasil: Alpargatas (após o fechamento)
  • Brasil: Assaí (após o fechamento)
  • Brasil: Fleury (após o fechamento)
  • Brasil: Petrobras (após o fechamento)
  • Brasil: Suzano (após o fechamento)
  • Brasil: Vale (após o fechamento)
  • Estados Unidos: Apple (após o fechamento)
  • Estados Unidos: Amazon(após o fechamento)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar